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30 de setembro de 2011
29 de setembro de 2011
Abêcêdê
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O F. desde cedo começou a captar as letras do abecedário. Quando digo cedo, para mim pode ter sido cedo - por voltas dos 2 anos e poucos meses - mas pode até ser perfeitamente normal, não sei! Sou mãe de primeira leva, por isso para mim é tudo novidade e é tudo uma conquista!
Tem muito mais facilidade para decorar e reconhecer as letras do que os números, que também já conhece, mas que aldraba na ordem: dôis, tés, quato, cinque, séiz, oito, nove, sét, dez! E remata sempre no fim com um ehhhhhh!
Calculo que para este "conhecimento" tenha em muito contribuído o facto de um dos brinquedos que comprei para pôr no quarto dele ter sido um tapete grande de quadrados, tipo puzzle colorido com as letras todas. E ele começou a achar piada a retirar uma letra e nós dizermos-lhe que letra era e que som fazia.
Outra coisa que deve ter ajudado é o facto de ele ser viciado nos desenhos animados do Super Why, que eu também gosto, por achar os bonecos giros e serem altamente educativos, talvez um pouco avançados demais para os 2 anos e 9 meses dele, porque se lêem histórias em inglês que depois traduzem para português.
Calculo que já estão aí a imaginar que ele sabe as letras todas de cor e de seguidinha...
Nada disso!!!
A primeira letra que ele aprendeu foi o L e passou a reconhecê-la em quase todo o lado, principalmente num placard enorme duma empresa que fica próxima de nossa casa, que no fim do nome exibia Lda.
Depois aprendeu o T, que ele idolatra por alguma razão que desconheço... mas inicialmente dizia que era um Bê...e eu tinha que estar sempre a corrigir.
Depois aprendeu logo à primeira quando lhe ensinámos o I e nunca mais se esqueceu!
Em seguida foi o J, que ele começou por dizer bem "jota", mas agora pronuncia "joca".
E o H, que ele pronuncia na perfeição "hagá"!!
Também reconhece o E em qualquer lado.
E foi aprendendo umas atrás das outras, se bem que há algumas que ele tem mais dificuldade em fixar...
Mas esta manhã, eu e o G. ficámos com um sorriso de orelha a orelha, em que as bochechas pareciam ter ficado pregadas, ao vê-lo passar dum quadrado do puzzle para o seguinte à medida que ia dizendo qual era a letra que ali estava!
E então era assim, andava à volta do quadrado no "circulo exterior" (convém explicar que quando construí o puzzle troquei as letras todas e estão ao calhas): kápa, ó, bê, Y (que ele ainda não diz, fica parado à espera que lhe digamos como se chama...) éfe, à, éle, éne, W (que ele ainda não consegue dizer...) xinês (o X, que não sei onde foi buscar a ideia do chinês...), zê, éne (troca o M e diz que é éne), iiiH... E depois voltava ao princípio e repetia tudo de novo!
É impossível não ficar babada por ver que o meu filho, com tão poucos anos, já consegue reconhecer uma série de letras do alfabeto e acho que é benéfico que ele as vá aprendendo sem ser através da ladainha do alfabeto, como aprendemos na escola: A, B, C, D, E, F, G.... e por aí fora!
28 de setembro de 2011
Amamentação Experiência 3D
A Ana (A mamã é só minha) deixou um convite a quem quisesse dar o seu testemunho sobre o tema Amamentação, uma vez que está a ser assinalada a Semana Mundial do Aleitamento Materno em Portugal de 3 a 9 de Outubro.
E eu que nunca fui de abordar esse assunto aqui, desta vez decidi deixar aqui a experiência que tive. Cá vai!
Quem não quiser ler coisas sobre mamas, peitos e bolsados, pode ficar já por aqui!
Assim que fiquei grávida, a questão de amamentar ou não nem sequer se colocou, porque a resposta foi mais que óbvia: amamentar sim! Pelo menos, se o meu corpo o permitisse... tive alguns receios associados à amamentação, porque recordava-me bem de ouvir a minha mãe dizer que me tinha amamentado apenas durante cerca de dois meses, porque o leite dela seria "fraco" e eu ficava sempre a chorar com fome, pelo que eu tive que começar a beber leite em pó logo cedo.
Receei obviamente que a "genética" fosse mais forte e sucedesse o mesmo comigo. Mas eu fui uma grávida extremamente despreocupada e nada stressada, ou pelo menos quero acreditar que o fui! Digamos que a minha veia de personalidade de "quando a altura chegar logo se vê, não adianta sofrer por antecipação" acentuou-se ainda mais neste fase da minha vida. Assumi que nada sabia sobre o assunto e que iria resolver as dificuldades à medida que elas fossem surgindo e conforme me ditasse o instinto e a consciência.
E foi mesmo o melhor que fiz! Em todos os aspectos e claro, dar mama não foi excepção!
Apenas segui um conselho de uma amiga sobre esse assunto e resultou na perfeição!
Posso afirmar sem sombra de dúvida que a minha experiência de amamentar foi das melhores e das mais enriquecedoras possíveis, para mim enquanto mãe e enquanto mulher!
Amamentei até aos 13 meses do F. e os primeiros 6 meses em exclusivo! E sinto um orgulho enorme nisto!
Não continuei a amamentar por mais tempo porque toda a informação médica que obtive (médica de família, pediatra e a minha nutricionista) ia no sentido de que após os 12 meses, os benefícios de amamentar já não são tão significativos. Mas segui o conselho do pediatra e dei mama exclusivamente até aos 6 meses, altura em que introduzi as sopas e as frutas.
Logo quando o F. nasceu, pegou bem na mama e nunca tive qualquer dificuldade nisso. Aliás, ele pegou sempre tão bem, bem até demais... era tão sôfrego a mamar que andei à rasca na primeira semana, com os peitos feitos numa lástima, porque ele sempre foi comilão e mamava com uma força como se não houvesse amanhã!
Ele nasceu com 2740 kg às 37 semanas e claro, perdeu 300 grs logo nas primeiras duas semanas. Depois na 3.ª semana eu contava que ele tivesse ganho peso, mas nada, nem mais nem menos... aí comecei a questionar se o meu leite seria suficiente para o alimentar como devia e os fantasmas da "genética" assombraram-me com imensa força!
Mas tudo se desvaneceu logo na semana seguinte, em que ele ganhou cerca de 300 grs e assim foi em todas as semanas que se seguiram depois disso. Ele começou a engordar a bom ritmo, sempre na ordem das 300 grs e mesmo até 400 grs, o que me deixava orgulhosa e feliz comigo mesma! E dava gosto ver as regueifas que ele tinha aos 3 meses!
Só tive um "stress", por assim dizer, durante os primeiros 6 meses: o F. bolsava-se tanto, mas tanto, depois de mamar, que cheguei a pensar que ele tinha algum problema de refluxo, o que fez com que fosse fazer uma ecografia aos 2 meses e meio para tirar dúvidas, que não se confirmaram. O que me disseram foi que possivelmente o meu leite seria bastante bom e ele estava apenas a "rejeitar o excesso de leite, que não precisava"...
E foi aqui que foi fundamental o conselho dessa amiga minha, porque ajudou a controlar os bolsados: controlar o tempo que o F. mamava em cada peito, não devendo exceder os 7 minutos em cada uma! Funcionou na perfeição! Porque assim o F. além de bolsar muitíssimo menos, tomava as refeições em apenas 15 minutos e estava despachada!
Como sempre mantive uma atitude despreocupada em relação a muita coisa na maternidade, nunca fui de acordar o F. para dar mama, ou forçá-lo a comer de X em X horas. Ele pedia e eu dava, ele ficava satisfeito e engordava e crescia a bom ritmo, por isso, para mim era sinal que estava a fazer as coisas bem!
Para poder amamentar em exclusivo nos primeiros 6 meses, tive que obviamente andar de bomba atrás, mas era tudo em nome duma boa causa!
Para mim, a experiência foi mais do que boa, foi excelente! E se tiver que repetir, fá-lo-ei sem sequer pestanejar!
Permitiu-me sentir-me realizada como mãe, como mulher, permitiu-me poupar imenso dinheiro e muita logística mais complicada!
O único aspecto menos positivo que posso assinalar foi a parte do descontrolo hormonal que passei, muito mais visível a seguir ao nascimento do F. do que propriamente durante a gravidez. Mas nada de muito complicado!
Não admira que estejamos em crise...
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Este fim de semana que passou meti obras de alteração em minha casa. Decidimos aproveitar um canto morto da sala e construir uma parede em forma de L e aumentar a despensa para o dobro, e criar uma espécie de segunda despensa, que servirá como zona de arrumos.
Pedimos um orçamento para a realização dos trabalhos de erguer uma parede em tijolo, reboco e abrir uma "porta" da parede da actual despensa para a nova arrecadação. Uma coisa simples, sem grandes confusões.
O material ficaria por nossa conta, e pedi orçamento na loja de materiais onde já tinha encomendado materiais para a remodelação do apartamento do meu pai e que tem sido onde temos encontrado os preços mais competitivos e acessíveis aos nossos bolsos, que têm algum dinheiro para gastar, mas de forma ponderada e pensada e repensada.
Tínhamos contado que iríamos gastar sensivelmente 400/450€ para esta obra, o que não nos pareceu de todo descabido.
Mas depois da obra feita, posso assegurar-vos que tão cedo não me meto noutra semelhante, pelo menos em minha casa não!
Passo a explicar as razões:
1. nunca pensámos que abrir uma pequena porta fosse produzir toneladas de um pó branco que se espalhou pela casa toda, o primeiro piso incluído... tínhamos comprado plásticos para cobrir os móveis, mas apenas cobrimos os que estavam nas imediações das obras, deixando um dos sofás descobertos... Grande erro! Nem vos conto a trabalheira que foi limpar tudo durante a tarde de domingo, a contra-relógio... e tentar manter o F. o mais longe possível da zona da poeira??!!
2. o fornecedor de material enganou-se e subestimou as quantidades de argamassa que iriam ser necessárias. apesar de na fase de orçamento ter fornecido as dimensões da parede a ser construída, os sacos de argamassa que nos venderam eram insuficientes. Confirmámos que ainda faltava assentar metade da parede em tijolo e já não havia argamassa, o que significa que calcularam aquilo pela metade... Primeira derrapagem nas contas!
3. a argamassa que me diziam ser boa para assentar tijolo e igualmente boa para fazer o reboco, comprovou-se que era demasiado grossa e que teríamos que comprar argamassa de reboco mais fina. Segunda derrapem nas contas!
4. ao partir a parede para fazer a "porta" entre a despensa e a arrecadação acertámos em cheio com o local onde passavam as tubagens da aspiração central que iam para o 1.º piso. Que raio de sítio para se lembrarem de pôr aquilo?! Isto significou que tivemos que chamar um electricista para fazer o desvio das cablagens eléctricas, porque fazermos nós isso seria má ideia, podíamos arruinar toda a instalação eléctrica... Terceira derrapagem nas contas!
5. Quando o reboco ficou acabado, apercebemo-nos que na junção com uma das paredes existentes, a diferença entre o reboco e a parede estucada era enorme e que nunca iríamos conseguir disfarçar essa diferença apenas com primário e tinta... acabámos por ter que passar barramento fino para uniformizar as duas paredes, o que implicou mais materiais e mais horas de mão-de-obra... Quarta derrapagem nas contas!
Como podem ver, o que começou com um orçamento inicial de 400/450€ vai acabar por ficar em cerca de 800/850€, quase o dobro! É certo que foram feitos trabalhos que inicialmente não tínhamos previsto e que como tal não foram orçamentados, mas o azar da instalação de aspiração central e o erro no orçamento das quantidades de materiais foram os que maior derrapagem provocaram!
É claro que isto ligou o meu sistema de alerta quando revi os orçamentos que me deram para trabalhos e materiais para o apartamento do meu pai... e fez-me questionar todos os pontinhos e mais alguns! E quando comecei a ouvir: "ah mas isso não está incluído, mas faz-se e fica barato!" começo logo a ficar azul e com urticária. Detesto coisas pouco transparentes e até me senti um tanto estúpida, visto que já devia saber que é sempre assim, porque afinal de contas trabalhei 7 anos num empreiteiro geral e sempre ouvi falar de "trabalhos-a-mais"...
Mas nem tudo foi negativo: fiquei com um espaço de arrumação bem bom, e que me vai ser super útil.
A sala, ao ter eliminado aquele "canto morto" ficou com uma disposição diferente e, como tal a reformulação da disposição dos móveis dá-lhe um ar muito mais acolhedor e agradável!
...
27 de setembro de 2011
Monkey see, monkey do
O F. entrou decididamente na fase de absorver tudo o que vê e ouve...
E este fim de semana foi um manancial de novidades!
Com os pedreiros lá em casa, só queria que o vissem a fingir com as suas peças em madeira (quadrados, triângulos, rectângulos, meios-cilindros e meios-círculos) que barrava e colava na parede, porque via os pedreiros a chapar reboco na parede.
Depois como viu partir a parede para abrir a zona da porta, punha-se com duas peças, uma assente na parede e batia nessa com a outra peça, como se tivesse um ponteiro e um martelo para demolir!
E depois repetia com os seus botões, muito concentrado:- "O sinhô patiu... tá patido!"
É claro que com isto estou certa de que ele não vai ser pedreiro ou engenheiro, porque ele vê outras actividades e tenta reproduzi-las da mesma forma!
26 de setembro de 2011
Palhacita!
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Na sexta-feira passada, fui buscar as fotografias que tinha tirado, para poder fazer a carta de condução nova (e que agora já não preciso), e estava a mostrá-las ao G. que dizia:
G. - então mas estás gira, ficaste bem nas fotos! Tinhas dito que tinham ficado uma porcaria...
Naná - então, mas na altura quando a senhora me mostrou na máquina fotográfica, olhei para aquilo e parecia-me que tinha ficado com ar de palhacita...
G. - mas não ficaste nada! Até estás com um sorriso bem giro!
Nisto entra na cozinha o F. e o G. mostra-lhe as minhas fotografias e pergunta:
- Filho, quem é esta na fotografia?
F. responde resoluto:
- Palhacita!
Gargalhada geral.
F. não pode ouvir nada que reproduz tudo!
E pelos vistos acha que eu sou mesmo palhacita...
Misto de sensações
Foi o que senti quando fui levantar os meus pertences, que apareceram na berma da A22, e que foram entregues na GNR em Loulé.
Em primeiro lugar, estava cansada, tinha dormido pouco, porque deitei-me tarde e tive que acordar na mesma às 7h30, como todos os dias (logo eu que sou uma dorminhoca e aproveito o fim de semana para repor horas de sono...) porque iam começar obras de remodelação dentro de minha casa.
Quando lá cheguei confrontam-me logo com a hipótese de ter feito a viagem para nada, porque se não estivesse ninguém na secretaria a dar expediente tinha que voltar em dia de semana... estava a preparar-me para ripostar e dizer que tinha lá ido a mando do Sargento-Chefe Silva que ligou ao G.; depois de ter encontrado o cartão da SAD-GNR do F. na minha carteira.
Só um aparte - tenho cá para mim que se acaso não tivesse um cartão de "sócio" da GNR dentro da minha carteira, ainda lá estaria, jogadinha às traças...
Mas afinal haviam 3 pessoas na secretaria e havia expediente.
O processo que se seguiu de me passarem o organizador de mala que eu costurara um mês antes do assalto (a mala nem vê-la, mas isso não faz mal nenhum, já que nem era das minhas preferidas), foi algo estranho. Tentar perceber tudo o que conseguiram recuperar... a carteira estava vazia e toda estropiadinha, rebentaram com ela, talvez ao tentarem encontrar algum compartimento secreto que pudesse ter algo de valor. Depois estavam todos os meus documentos pessoais, todinhos mesmo! E os do F. também, o que é óptimo, porque assim sempre poupo os 8€ do CC. A minha carta de condução também lá estava, o que significa que não vou gastar 30€ numa nova e nem passar 2h na fila no IMTT de Faro.
Estavam as minhas fotos todas, do F. e do G. que tinha dentro da carteira. Deixaram um cartão de de crédito, mas isso de pouco serve, porque foi cancelado.
Deixaram cartões de visita e os de cliente de lojas diversas... Dá jeito, porque não ia pedir segundas vias concerteza...
Deixaram todas as minhas chaves, o que também dá jeito!
Deixaram o me porta-moedas de estimação e as moedas de plástico para os carrinhos das compras do hipermercado.
E deixaram uma peça da máquina de costura...
(E não, Tanita, não estava o carrinho do F., o Faísca McQueen... )
Se por um lado fiquei feliz por reencontrar tudo aquilo, não posso negar que a decepção que senti quando não encontrei o meu caderninho preto da Moleskine, com as minhas notas pessoais, pensamentos avulsos e afins, foi maior.
Tem-se sempre esperança quando nos dizem que recuperaram pertences roubados, e eu empolei a minha nesse aspecto e sobre esse objecto em particular.
Por isso, fiquei contente, mas assim-assim!...
Depois seguiram-se os trâmites legais todos: assinar declarações a dizer que tinha levantado isto e mais aquilo... e assinar a declaração a dizer que continuava a desejar procedimento judicial!
Pois claro que quero!! Raizosparta por me terem despojado das minhas coisinhas que podiam não ser nada de especial, mas eram minhas. Eram na sua maioria prendas e algumas delas, poupei para as ter!
Mas acrescentei: se bem que a justiça comigo tem funcionado pouco... os últimos que roubaram, foram julgados e condenados e andam à solta na mesma!
Ao que o GNR que gentilmente me atendeu, replicou: "pois apanhá-los é uma coisa, depois a justiça é outra coisa...", como que a confirmar aquilo que eu tinha acabado de dizer.
23 de setembro de 2011
Afinal apareceu!
Na berma da Via do Infante, perto de Loulé, a minha mala com a minha carteira e ainda alguns documentos lá dentro. Não sei se estão todos... amanhã vou saber!
Mas pelo menos, ainda bem que me deu a preguicite aguda e a falta de tempo... porque vou poupar 30€ numa carta de condução nova e mais 8€ no cartão de cidadão do F.
E ainda bem que por conta disso, não tenho que perder horas na fila do IMTT...
Sei que também lá estão os molhos das chaves, mas mais não sei...
Escusado será dizer que os telemóveis e o restante nada...A minha mala acho que foi dar um valente passeio, pelo menos a Faro, porque foi encontrada na berma da A22 no sentido oposto ao local onde vivo!
George Clooney casou-se!!
Este anúncio fez-me sorrir logo de manhã!
Eu já disse que gosto de publicidade criativa, não disse?!
22 de setembro de 2011
Ide! Ide roubar para a estrada, sim?!
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Há dias fui ao agente de fornecimento de gás natural, pagar a conta de casa do meu falecido pai. Aproveitei para colocar a questão sobre que trâmites deveria tomar para retirar o nome do meu pai do contrato, uma vez que acho que nomes de pessoas falecidas não devem constar como titulares de contratos, sejam eles quais forem.
A sr.ª que me atendeu diz-me então que teria que levar a escritura de habilitação de herdeiros para comprovar que sou a herdeira legal. Até aqui tudo normal, nada de novo!
Mas não pude esconder a minha indignação durante o diálogo que se seguiu, sempre polido e educado:
Sr.ª do Gás - Depois connosco não tem que pagar nada pela alteração do titular do contrato, mas tem que pagar 55€ à empresa independente que tem que ir fazer a reinspecção.
Naná (de olhos arregalados e com ar de "será que ouvi bem!?") - diga?! Reinspecção??!
Sr.ª do Gás - sim, porque como há alteração de contrato, tem que ser feita nova inspecção à instalação.
Naná (ainda a tentar perceber se tinha ouvido bem...) - mas inspecção à instalação porquê? Eu não alterei nem um milímetro na instalação. Só quero passar o contrato para meu nome...
Sr.ª do Gás -pois, eu sei, minha senhora. Mas a ERSE diz que em caso de mudança de titulares de contrato tem que ser feita uma nova inspecção à instalação, por empresa de técnicos especializados. E isso custa 55€.
Naná (já tinha atingido que queriam chulá-la de forma descarada) - desculpa mas isso é um roubo, para não lhe chamar outra coisa menos agradável - calma e serena, com um sorriso nos lábios.
Sr.ª do Gás - pois, mas não somos nós que determinamos isso. É a ERSE, que é a entidade reguladora. Diz que a instalação tem que ser reinspeccionada...
Naná - sabe, acho piada às entidades reguladoras e ainda acho mais piada a essas inspecções por técnicos especializados. No meu último apartamento, na 1.ª inspecção chumbou porque os níveis eram elevados e disseram-nos que teríamos que instalar sistemas de ventilação para o exterior (os vulgares respiradouros) de forma a evitar que os níveis fossem elevados. Nós seguimos o que nos disse o "técnico especializado" e gastámos dinheiro a fazer a ventilação. Quando vieram fazer a reinspecção, mandaram-nos fechar os respiradouros, porque não podiam fazer a inspecção com a ventilação para o exterior aberta! E passaram a instalação da 2.ª vez... agora vai-me dizer onde é que isto tem cabimento?!
(deixem-me esclarecer que tenho o mau hábito de demonstrar que tenho razão, contando um qualquer outro episódio da minha vida)
Sr.ª do Gás (a começar a ficar encavacada) - pois, isso não faz muito sentido. mas é como lhe digo... se quiser alterar o nome do titular do contrato, tem que pedir uma reinspecção e custa 55€...
Naná (resoluta) - olhe então deixe estar! Fica no nome do meu pai, porque eu recuso-me a pagar essa quantia para irem inspeccionar uma coisa que não sofreu alterações rigorosamente nenhumas. Prefiro deixar no nome de alguém que já não está cá, e vou pagando eu, como fiz desde que o meu pai faleceu...
Sr.ª do Gás - pois, sabe é que o certificado de aprovação da instalação está no nome do seu pai. Para poder passar para o seu, você tem que pedir a reinspecção.
Naná (já numa de ironia) - pois, mas concerteza o técnico especializado não inspeccionou o meu falecido pai... inspeccionou a instalação e logo, o certificado deveria estar no nome do local da instalação. Bem, mas deixe estar... não se preocupe mais com isso... fica como está! Obrigada pela informação! Boa tarde
É claro que saí de lá indignadíssima, não com a pobre funcionária, que se limitou a dar-me a informação. E não é ela que ditou estas regras... Mas não posso deixar de ficar irritada ao máximo com o descaramento com que se fazem regulamentos de fornecimento de bens como estes...
Razão pela qual já deixei um pedido de esclarecimento no site da ERSE, cuja resposta aguardo com alguma curiosidade. Sempre quero ver como justificam uma coisa destas...
21 de setembro de 2011
As delícias de brincar aos meninos
Estes são alguns dos brinquedos preferidos do meu filho. Ele gosta de os pôr assim, em fila!
As brincadeiras não precisam de ser complicadas... têm é que ser divertidas!
Saudades
Este era o fadista preferido do meu pai.
Cresci a ouvir o meu pai a trautear aqueles acordes cadenciados e repetidos da guitarra portuguesa ou a reproduzir os versos deste poema bem lindo, sobre o saudosismo dos tempos de juventude.
Uma vez quis surpreender o meu pai, pelo seu aniversário e arranjei maneira de encontrar uma cassete, numa altura em que isso já estava em desuso absoluto, substituído pelo CD, para que ele pudesse ouvir uma compilação dos melhores fados do Mestre Alfredo Marceneiro, no leitor de cassetes do carro.
Pensei que ele ficasse extasiado de alegria e emocionado pelo meu gesto... mas não! Ou melhor, deve ter ficado, mas não o demonstrou e o que ouvi, em vez de um obrigado, foi um "foste tu gastar dinheiro nisto, para quê?!" (infelizmente a veia da sagorrice do Abel falava sempre mais alto...)
Mas ele ouviu a cassete infinitas vezes e eu sei disso!
Porque no primeiro dia em que pus o carro dele a trabalhar, estava ele ainda internado em coma, no S. José, ouvi a cassete a rodar e de lá saiu o som deste fado, o preferido dele!
Há dias andava á procura de uma música no Youtube quando vejo na lateral o link para este fado na lista de "sugestões"...
Não pude deixar de clicar, mesmo não sendo grande apreciadora de fado! E fiquei a ouvir este fado, esta voz roufenha e relembrei os versos que o meu pai cantava, em tom baixinho, para não se perceber os desafinanços.
Por isso, e porque hoje a tua saudade bateu-me mais à porta e com mais força, recordo-te assim!
20 de setembro de 2011
Semana sim, semana não...
O F. fica em casa de "molho", com infecções na garganta...
Vale-me apenas que ele fica bem disposto, apesar de estar com "dói-dói na boca", como ele diz.
Vale-me apenas que ele fica bem disposto, apesar de estar com "dói-dói na boca", como ele diz.
19 de setembro de 2011
Relaxar
A vontade de me sentar aqui, a ler calmamente um livro, enquanto ouço o tique-taque cadenciado do relógio de parede... apenas este ruído de fundo, nada mais além disso! Ou o som ocasional dum pássaro lá fora e bruumm fugaz dos carros que passam na estrada mesmo à porta.
Ler deitada no sofá, com a porta aberta, sem medos nem receios! Como sempre se praticou em casa dos meus avós e pais.
E quando me aborrecesse, sentar nos degraus em forma de meia-lua à porta de casa e apenas contemplar esta vista!
Encher os pulmões de ar fresco e puro e sentir-me relaxada.
Não era preciso mesmo mais nada... só isto!
16 de setembro de 2011
Reencontros
Há dias recordei-me duma grande amiga que tive no início da minha adolescência, a C., que era uma menina magrinha, franzina e muito tímida. Mas fizémos amizade e descobri que ela era uma miúda super divertida, bem disposta quando se sentia à vontade com uma pessoa e com um sentido de humor extremamente apurado.
Passámos tantas tardes em casa dela, as duas sozinhas, supostamente para fazermos os trabalhos de casa, mas acabavámos sempre a fazer maluqueiras, dançando pela sala ao som das músicas que passavam na rádio, como esta da Madonna e uma outra dos Vaya con Dios "What's a woman" (essa sempre que a ouço, transporta-me à rua de calçada onde ela vivia, bem no centro da cidade), ou a Tina Turner. Gravávamos as músicas que mais gostávamos em cassetes e maldizíamos o locutor da rádio que começava a falar por cima da música que estávamos a gravar.
Depois mudámos de ano, ela mudou de escola e perdemos o rasto uma à outra... para minha grande pena, porque com ela podia ser eu mesma! Fiquei com saudades de "parvejar" com ela, sem receio de ser julgada... e de rir a bandeiras despregadas, até me doer os músculos da barriga e ter as bochechas "pregadas"...
Durante anos nunca mais soube nada dela... vi-a casualmente uma vez, mas estávamos ambas à pressa e nem deu para mais nada do que um: "está tudo bem contigo?"-"sim, está tudo bem!"...
Hoje, reencontrei-a e fiquei tão, mas tão feliz por a ter reencontrado, nada mais nada menos do que na escola onde o F. anda e onde a filhota dela começou agora, que a abracei e senti-me a ficar invadida de emoção!
Caramba, tinha saudades dela, da voz fininha e suave, a condizer com o seu corpinho franzino, como continua a ter... no entanto, está tão mais alta que eu! Não deu para pôr conversa nenhuma em dia, mas conheci a filha dela, que é tão parecida com ela, e ela conheceu o meu filho, que diz ser parecido comigo! No fim das contas, os nossos filhos têm praticamente a mesma idade.
Fiquei mesmo feliz por encontrá-la aqui, porque assim sei que vão surgir tantas mais oportunidades de com mais tempo, podermos falar e pôr a conversa em dia!
É nestas alturas que eu adoro que o mundo seja assim pequeno e dê estas voltas estapafúrdias!
14 de setembro de 2011
Dadora-Salvadora
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| Cartaz da Campanha de promoção da dádiva de Sangue |
Sou dadora nacional de sangue desde 1998 sensivelmente. Comecei a dar sangue quando estava na faculdade e os Hospitais da Universidade de Coimbra faziam campanhas de recolha de sangue entre a comunidade universitária.
Em 2006, deixei de dar, motivada por uma recomendação de uma médica que me atendeu no Serviço de Sangue do hospital da minha zona, que disse que eu poderia estar a pôr a minha vida em risco, para ajudar outros. Tudo porque depois de doar, a minha tensão arterial baixava a pique e não foram poucas as vezes que quase não caía redonda, desmaiada no chão.
Mas ontem achei que era altura para experimentar novamente a dar! Aderi à campanha promovida por uma associação de dadores de sangue regional conjuntamente com a minha entidade patronal, que cedeu o espaço. Nem tive que sair do meu local de trabalho...
Correu tudo bem, não houve descidas bruscas de tensão, não me senti mal, pelo contrário!
Não me sentia assim tão leve e bem disposta como ontem!
A razão pela qual me tornei dadora??
Porque a minha mãe, doente oncológica que foi, necessitou em duas ocasiões de receber transfusões de sangue. Eu entendi que se alguém teve a generosidade de doar este elemento tão precioso à vida dela, eu deveria ter a mesma generosidade para com terceiros! Um pouco como retribuir a gentileza...
Porque afinal das contas, não custa mesmo nada... só uma picadinha no braço! Mas que pode representar anos de vida para alguém!
Adoro estes novos cartazes de campanha para a dádiva de sangue! Porque até me senti mesmo uma Dadora-Salvadora!
13 de setembro de 2011
Pelos caminhos de Portugal
Há dias em que me apetece sair do trabalho e percorrer caminhos desconhecidos... explorar, encher o peito de ar puro e apreciar a beleza singela de locais que não conheço!
Este caminho é conhecido, e há muito, mas nunca cesso de me surpreender com ele e sorrio sempre que o percorro e constato a sua beleza!
Puxar a brasa à minha sardinha
Sou algarvia, das de gema! Gosto da minha região! Adoro-a!
Sou a primeira a criticar as opções construtivas que se tomaram nas últimas décadas, porque considero como tantos, que resultaram em aberrações monumentais de betão armado, que em vez de contribuirem positivamente para esta região que adoro, só serviram para lhe roubar beleza e carisma!
Mas fico irritadíssima (não é só irritada...) quando ouço e leio comentários menos agradáveis à região que me viu nascer, mas depois vêm cá todos parar no Verão! Todos vêm cá estender o corpinho ao sol, muitos deles armados em carapaus de corrida, como se fossem lordes, mas que mais não são do que "turistas de pé descalço", como lhes chamamos carinhosamente por estas bandas...
Eu quando não gosto de uma cidade ou de uma região, não mais lá volto! Garantidamente!! E só falo mal depois de ter visitado e ter conhecido, nunca antes!
Nunca mais me hei-de esquecer dum colega de trabalho, que tendo sido destacado para vir para cá trabalhar, com promessas de aumentos no vencimento e regalias e mais não sei quê, quando viu que não passavam disso mesmo e depois de ter ficado em residência paga pela empresa numa terreola que eu desgosto particularmente, decidiu virar a sua fúria e descontentamento com toda a região em geral e com os algarvios em particular! Apenas o ouvia vocifrar comentários pejorativos e carregados de desgosto por esta terra e pelos seus "nativos"... Na minha opinião, apenas porque lidou mal com o engano praticado pela empresa e com o distanciamento da família que isso lhe causou!
Sempre que lhe ouvia os comentários, optava por ignorar, porque o rapaz recusava sequer tentar aproveitar as coisas boas que esta região vai oferecendo e porque lhe dava o devido desconto por saber que estava aborrecido com toda a situação.
Agora imaginem o meu espanto, quando em Agosto seguinte, o dito rapaz entra de férias e opta por passá-las todas (os 15 dias) com a esposa onde????!!! Neste Algarve horrivel e medonho, como ele próprio caracterizava dia após dia, em resmungos incessantes!
Tenham dó! Quem não gosta disto e fala mal, faça o favor de ir passar férias para outro destino!
12 de setembro de 2011
Com um dia de atraso...
Não podia deixar de assinalar o 11 de Setembro, dia em que o mundo parou em estado de choque perante os ataques às Torres Gémeas do World Trade Center!
Para mim foi um dia completamente assustador...
Não mais me esquecerei que estando desempregada, estava em casa, sentada na sala, ao portátil (a consultar ofertas de emprego) enquanto ouvia o jornalista dizer que numa notícia de última hora, havia um incêndio de grandes proporções numa das torres do WTC e do qual ainda não se sabia a origem...
Quando nesse preciso momento, se vê na imagem o avião a ir direitinho à torre e eu naquele reflexo instântaneo:
"- Ai, ai... aquilo vai baterrrrrrrrr........" e já tinha embatido!
E eu fiquei congelada durante 30 segundos, ainda a tentar assimilar o que acabara de ver, em directo!
Não consegui articular palavras nem pensamentos por minutos e não mais me desgrudei da televisão!
Senti o pânico arrepiar-me todos os pêlos que tenho no corpo e sofri ao ver as pessoas acenarem os lenços, a pedir auxílio, e posteriormente a atirarem-se das janelas em total desespero!
E o meu estado de choque aumentava, como aumentava a tragédia. E eu continuava sem poder articular palavras!
Eu e o G. passámos boa parte da tarde ao telemóvel...
Lembro-me de dizer-lhe: "aquelas torres vão acabar por cair... já pensaste?!" e ele respondeu-me que isso não aconteceria certamente, porque eram feitas de betão XPTO que aguenta altas temperaturas e ainda ele não tinha acabado de dizer a frase toda, quando a primeira torre cai qual castelo de castelo de cartas! E eu só o ouvia exclamar, do outro lado da linha: "não acredito!!!"
Continuei a ver os rostos chorosos de quem perdeu amigos e família, de quem não sabia se os tinha perdido. Ouvi os relatos de quem ainda tentou despedir-se dos seus mais queridos e chorei também, sozinha, sentada na minha sala, enquanto via tudo aquilo e continuava a tentar entender... sem conseguir!
Naquele dia, o mundo mudou! Todos nós, que vivemos em maior ou menor grau, aquilo que ali se passou, mudámos!
O mundo ficou diferente... e eu também um bocadinho!
9 de setembro de 2011
10 anos
Após 10 anos de união, esta música continua a fazer perfeito sentido!
Crescemos juntos, chorámos juntos, rimos juntos, viajámos juntos, tivemos um filho lindo juntos, aborrecemo-nos um ao outro, discutimos um com o outro, fizemos as pazes um com o outro, fomos e somos felizes juntos!
E eu não mudaria nada deste nosso caminho juntos!
Ainda a propósito de faltas...
E porque quando erro, também sou mulher de repor a verdade, cumpre-me dizer que me enganei e os cem aérios que me descontaram são mesmo respeitantes aos dias que efectivamente faltei!
Infelizmente, fui induzida em erro por uma pessoa conhecida, que quando mencionei o valor, me levou a crer que seria por ter faltado às vésperas do fim de semana.
Mas depois da Carla Sousa me ter esclarecido e depois de ter levado um valente raspanete (e com toda a razão) da Adriana, fui confirmar no recibo de vencimento quantos dias tinham sido descontados!
Portanto, o facto de ter descontado muito é porque tenho um vencimento elevado, pelos vistos!
Quem me manda ganhar muito?!
No entanto, a questão permanece... dava-me jeito já ter direito a férias, para não estar a faltar! Se tivesse mesmo que faltar para dar assistência à família, esta semana já teriam sido 4 dias de faltas...
8 de setembro de 2011
Diva - Amor errante (1990)
Há dias ouvi isto na M80 e senti o mesmo arrepio de sempre que ouço esta grande canção!
Marketing Criativo
http://youtu.be/MaTDY1qtQsU
Vi este anúncio ontem à noite e achei absolutamente genial!
Ainda me lembro que quando era miúda, gostava de anúncios publicitários com slogans imaginativos! Não havia esta parafernália de "reclames" parvos e sem qualquer gota de imaginação... quer dizer, tirando os anúncios a detergentes e a pensos higiénicos!
Havia já muito tempo que não via um anúncio que me fizesse sorrir como este! Acho que quem se lembrou disto, teve um rasgo de genialidade para promover um carro!
É claro que não vou comprar o carro por causa do anúncio, seria preciso bem mais do que esta campanha para me convencer a dar tanto dinheiro por uma coisa de lata com rodas e volante...
No extremo oposto, andam os anúncios do Sapo! Além do plágio absoluto e tremendo a um anúncio da William Lawsons, que eu acho que é claramente foleiro, tenho a dizer que espetarem a bunda duma fulana na caixa quadrada que é a TV não é coisa que me agrade, especialmente porque fico com a impressão de que ela está a limpar o vidro do lado de dentro da televisão com o seu real traseiro!
Quanto aos da Meo, o melhor é nem dar a minha opinião, porque decerto poderia ofender alguém!
E para finalizar, aqui vai um dos meus anúncios preferidos sobre o "Women Power"!!!
http://youtu.be/DMloQr679vw
Não entendo isto do Yó Tubi... umas vezes incorpora a miniatura outra não... enfim!
Desafiada!
A Manuela lançou este desafio a quem quisesse responder-lhe de coração aberto.
Eu que gosto bastante que me desafiem, não me faço rogada nem um pouco!
Então é assim:
5 COISAS QUE TENHO QUE FAZER ANTES DE MORRER
- Saltar de pára-quedas
- Ir com o G. à Suíça (está prometido desde 2001)
- Fazer um cruzeiro no rio Douro
- Ir à Terra do Fogo
- Conhecer os meus netos!
5 COISAS QUE MAIS DIGO
- Tu não tás bem a ver...
- F., tu estás a ouvir o que eu te digo?!
- A sério?!
- Jovem!!
- Raisparta lá isto...
5 COISAS QUE FAÇO BEM
- Rir à gargalhada
- Crochet
- Bolos e sobremesas
- Organizar
- Tratar de burocracias
5 DEFEITOS
- Tagarela e matraca
- Teimosa
- Quando mal dormida, sou execrável
- Conto a mesma história 50 vezes (se me deixarem)
- Perfeccionista
5 COISAS QUE ADORO
- Os meus dois amores: o grande e o pequeno
- O cheiro a maresia (especialmente na Arrifana)
- Ouvir música
- Dormir
- Viajar
5 COISAS QUE DETESTO
- Favas
- Gente cínica
- Ouvir pessoas queixarem-se de "barriga cheia"
- Pessoas mal educadas
- Injustiças
Quem se sentir com coragem para este desafio, é levar!
(Confesso que listar 5 defeitos não foi nada fácil..., e escolher só 5 coisas que gosto e outras 5 que detesto... a lista era bem mais longa!)
Eu que gosto bastante que me desafiem, não me faço rogada nem um pouco!
Então é assim:
5 COISAS QUE TENHO QUE FAZER ANTES DE MORRER
- Saltar de pára-quedas
- Ir com o G. à Suíça (está prometido desde 2001)
- Fazer um cruzeiro no rio Douro
- Ir à Terra do Fogo
- Conhecer os meus netos!
5 COISAS QUE MAIS DIGO
- Tu não tás bem a ver...
- F., tu estás a ouvir o que eu te digo?!
- A sério?!
- Jovem!!
- Raisparta lá isto...
5 COISAS QUE FAÇO BEM
- Rir à gargalhada
- Crochet
- Bolos e sobremesas
- Organizar
- Tratar de burocracias
5 DEFEITOS
- Tagarela e matraca
- Teimosa
- Quando mal dormida, sou execrável
- Conto a mesma história 50 vezes (se me deixarem)
- Perfeccionista
5 COISAS QUE ADORO
- Os meus dois amores: o grande e o pequeno
- O cheiro a maresia (especialmente na Arrifana)
- Ouvir música
- Dormir
- Viajar
5 COISAS QUE DETESTO
- Favas
- Gente cínica
- Ouvir pessoas queixarem-se de "barriga cheia"
- Pessoas mal educadas
- Injustiças
Quem se sentir com coragem para este desafio, é levar!
(Confesso que listar 5 defeitos não foi nada fácil..., e escolher só 5 coisas que gosto e outras 5 que detesto... a lista era bem mais longa!)
7 de setembro de 2011
A falta que fazem as férias...
Não para descansar, mas para poder recorrer a elas quando o F. está doente, como é o caso.
Está assim desde 6.ª passada, e o maldito vírus que se atracou a ele parece estar de pedra e cal... ontem pensei que tivesse sido vencido... mas não!
E eu como não posso ainda gozar férias, por ainda não ter cumprido seis meses do contrato, também não me posso dar ao luxo de faltar um ou dois dias!
Eu explico: no mês passado faltei dois dias (5.ª e 6.ª) para dar assistência ao F. por conta duma amigdalite. Quando vi o quanto me descontaram no vencimento ia-me dando o badagaio: 100,96€!!!
Isto é mais de metade do que pago por um mês de infantário...
Este valor foi descontado, porque apesar de apenas estar obrigada a trabalhar dias úteis, se faltar à 6.ª ou à 2.ª, é como se faltasse o fim-de-semana também... E como a Segurança Social só nos reembolsa a partir de 5 dias de baixa por assistência à família...
Por isso, além de estar aflita por ter o miúdo doente, juntam-se os nervos de ter que abdicar de faltar para cuidar dele, e assim obrigar o G. a ficar com ele em casa, mesmo depois de ter chegado do trabalho às 7h da manhã e precisar de ir dormir....
5 de setembro de 2011
Casamentos, filhos, vírus, família, amigos e dores!
Este fim de semana, a minha querida prima MD deu o nó!
Ela nunca acreditou que um dia ia encontrar a felicidade, mas sempre lhe disse que tivesse calma e paciência e que um dia, ela ia encontrar "aquela" pessoa que a faria feliz e ela a ele! E assim foi!! Porque a minha veia de "bruxinha" não falha! Nunca!
Foi um casamento lindo, pela simplicidade com que se realizou. Pela calma dos noivos, pela alegria esfuziante dos amigos e família toda reunida, todos apostados em contribuir para que este dia que era tão especial para eles, fosse ainda mais!
No entanto, foi um dia algo complicado para mim... deitei-me tardíssimo na véspera, depois de uma ida ao SAP e depois outra à Urgência Pediátrica com o F. que foi "apanhado" por um vírus manhoso, que lhe inflamou a garganta e ouvidos, isto diagnosticado no SAP, e sem falar das borbulhas que apareciam quais cogumelos e que motivou a ida à Urgência Pediátrica (que é dos locais onde mais detesto ir, e só em casos que ache fundamental) porque não sabia se ele estava a ter alguma reacção alérgica ou coisa do género. Afinal, era o vírus manhoso que provocava tudo e não havia razão para alarme (levei nas orelhas por ter ido lá com uma coisa pouco significante, segundo o médico... mas que para mim era importante saber se era para me preocupar, já que nunca o F. tinha exibido tais sintomas, mesmo com febres mais altas... tive que ser um bocado cínica com o sr. doutor, que depois de eu lhe ter respondido diplomaticamente, percebeu a razão do meu "alarmismo").
A manhã foi um stress, andei sempre a correr e cheguei a casa às 14h, quando ainda tinha que me vestir, o F. também e preparar a logística toda dele para levar e às 15h30 tinha que estar no local, porque a cerimónia era às 16h.
Com a correria, cheguei 10 minutos antes da noiva, que era o que interessava!
Foi uma cerimónia muito simples, cheia de surpresas, coreografias encenadas pelos noivos para os convidados, uma da noiva para surpreender o noivo, e outra do noivo para surpreender a noiva, e outra para os miúdos pequeninos como o F. que ainda tiveram direito a prendas e tudo!
O F. conseguiu fazer duas birras descomunais, uma quando ia para atirar o arroz (que não consegui) e outra quando foi para sentar à mesa para jantar... O facto de a hora da sesta ter coincidido com a hora da cerimónia não ajudou mesmo nada. Ele estava murchinho e com pouca vontade de brincar com os outros miúdos, como habitualmente... só conseguimos adormecê-lo era já quase final do dia, e dormiu enquanto nós lá jantámos...
Quando acordou eram já 21h30 e depois de estar uma hora só a pedir colo, começou a ouvir a música na pista de dança e ligou as pilhas Duracell que duraram até quase à 1h da manhã. Era vê-lo a dançar comigo na pista, enquanto o papá G. descansava a coluna de tanto estar com ele ao colo...
Eu aguentei os saltos agulha que comprei (os primeiros nestas 3 décadas de vida, não sei o que me possuiu para ir para um casório em cima dum "andaime fino" de 10 cm) até às 22h30, altura em que simplesmente as descalcei e dei largas à dança, como há muito não fazia e do qual tinha tantas saudades!
Em suma, foi um dia carregado de emoções: felicidade, alegria, preocupação, cansaço, emoção, etc!
A minha prima MD estava linda, o vestido era simples, mas de uma beleza enorme como a caracteriza, os noivos espelhavam felicidade e os convidados deixaram-se contagiar e alinharam em tudo o que os fizesse felizes! (quando era miúda sonhava casar assim, agora dispenso... prefiro uma coisa bem mais simples, prática e discreta!)
A minha família revelou-se aquilo que eles são: unidos sempre, na felicidade, na alegria, como o são nos momentos difíceis e mais tristes!
O G. mais uma vez revelou-se o meu companheiro fiel e altruísta, que desgraçou a coluna com o F. ao colo, só para que eu pudesse dançar até à exaustão! Um marido e pai dedicado como sempre foi!
É nestas ocasiões que dou ainda mais valor à família e aos amigos que tenho, que estão sempre lá e principalmente agradeço por ser parte deste "grupo".
Agradeço também por ter encontrado o G. e apesar de não sermos casados no papel, somos muito mais marido e mulher que muitos que se casaram!
E temos um filho lindo que nos deu uma estafa daquelas, que nos provocou dores em tudo quanto é articulação! Mas que mesmo estando doentinho, portou-se bastante bem!
A manhã foi um stress, andei sempre a correr e cheguei a casa às 14h, quando ainda tinha que me vestir, o F. também e preparar a logística toda dele para levar e às 15h30 tinha que estar no local, porque a cerimónia era às 16h.
Com a correria, cheguei 10 minutos antes da noiva, que era o que interessava!
Foi uma cerimónia muito simples, cheia de surpresas, coreografias encenadas pelos noivos para os convidados, uma da noiva para surpreender o noivo, e outra do noivo para surpreender a noiva, e outra para os miúdos pequeninos como o F. que ainda tiveram direito a prendas e tudo!
O F. conseguiu fazer duas birras descomunais, uma quando ia para atirar o arroz (que não consegui) e outra quando foi para sentar à mesa para jantar... O facto de a hora da sesta ter coincidido com a hora da cerimónia não ajudou mesmo nada. Ele estava murchinho e com pouca vontade de brincar com os outros miúdos, como habitualmente... só conseguimos adormecê-lo era já quase final do dia, e dormiu enquanto nós lá jantámos...
Quando acordou eram já 21h30 e depois de estar uma hora só a pedir colo, começou a ouvir a música na pista de dança e ligou as pilhas Duracell que duraram até quase à 1h da manhã. Era vê-lo a dançar comigo na pista, enquanto o papá G. descansava a coluna de tanto estar com ele ao colo...
Eu aguentei os saltos agulha que comprei (os primeiros nestas 3 décadas de vida, não sei o que me possuiu para ir para um casório em cima dum "andaime fino" de 10 cm) até às 22h30, altura em que simplesmente as descalcei e dei largas à dança, como há muito não fazia e do qual tinha tantas saudades!
Em suma, foi um dia carregado de emoções: felicidade, alegria, preocupação, cansaço, emoção, etc!
A minha prima MD estava linda, o vestido era simples, mas de uma beleza enorme como a caracteriza, os noivos espelhavam felicidade e os convidados deixaram-se contagiar e alinharam em tudo o que os fizesse felizes! (quando era miúda sonhava casar assim, agora dispenso... prefiro uma coisa bem mais simples, prática e discreta!)
A minha família revelou-se aquilo que eles são: unidos sempre, na felicidade, na alegria, como o são nos momentos difíceis e mais tristes!
O G. mais uma vez revelou-se o meu companheiro fiel e altruísta, que desgraçou a coluna com o F. ao colo, só para que eu pudesse dançar até à exaustão! Um marido e pai dedicado como sempre foi!
É nestas ocasiões que dou ainda mais valor à família e aos amigos que tenho, que estão sempre lá e principalmente agradeço por ser parte deste "grupo".
Agradeço também por ter encontrado o G. e apesar de não sermos casados no papel, somos muito mais marido e mulher que muitos que se casaram!
E temos um filho lindo que nos deu uma estafa daquelas, que nos provocou dores em tudo quanto é articulação! Mas que mesmo estando doentinho, portou-se bastante bem!
2 de setembro de 2011
Passadeiras ao quadrado
Ainda gostaria que alguém me explicasse porque raio aqui no município onde nasci e actualmente trabalho há locais onde existem duas passadeiras que distam entre si pouco mais de 3 ou 4 metros?! E onde ainda por cima para parar na segunda passadeira, se fica parada mesmo no meio dum cruzamento bastante movimentado...
Outra dúvida que se me acolhe de quando em vez é a razão de ser de; quase invariavelmente; todas as passadeiras desta cidade ficarem estrategicamente localizadas a seguir a uma curva, aumentando exponencialmente as probabilidades de uma pessoa (peão) ser atropelada por um carro que ao virar a esquina, não tendo qualquer visibilidade e muito menos visão Raio-X, não consegue parar a tempo para deixar passar o peão em segurança...
E bem podem pôr luzinhas de leds psicadélicas junto às ditas, se bem que eu acho que pouca diferença deve fazer...!
1 de setembro de 2011
Casamentos de "rajada"
Houve uma altura em que os meus amigos se estavam todos a casar, o que significava que tinha pelo menos um ou dois convites para ir a casamentos por ano.
Mas de há sete anos para cá que não recebia nenhum convite para bodas, porque muitos dos meus amigos optaram também pelo mesmo estado civil que eu: unida de facto ou como o meu pai dizia, "amantizada"!
O facto de não receber convites para casamento não me incomodou. Aliás, bem pelo contrário! Agradeci mesmo... porque só o gastadoiro que representa para quem é convidado, ir a um casamento é de loucos!
Este ano, que apesar de ser de crise, tem sido pródigo em convites para uniões matrimoniais, até demais! Ainda por cima, porque são de pessoas a quem não se pode propriamente recusar comparecer neste tipo de acontecimento.
E eis que assim no espaço de um mês, fui convidada para ir a dois casamentos, ainda por cima com uma semana de intervalo um do outro: um já depois de amanhã e o outro no próximo fim de semana! Assim, sem respirar...
Se pensar que vou poupar dinheiro na farpela, minha, do G. e do F., porque como são de pessoas completamente desconhecidas, podemos envergar a mesma indumentária, já me começo a sentir melhor!...
Mas depois, num ano que é de crise e que convém apertar o cinto, recordo-me que tenho que presentear os casais nubentes.
Quando penso nisso até me dói na alma, porque não se dá meia dúzia de tostões de prenda. E não, não dá para oferecer uma coisa comprada, porque ambos os casais têm casas montadas e não precisam de mais traquitana para embelezar a casa. O que significa que teremos que recorrer a oferecer aquela coisa impessoal que é uma soma em dinheiro!
O G. tem andado de cabeça virada do avesso porque simplesmente é "alérgico" a casamentos, acha que são uma seca e muitos deles, considera mesmo uma fantochada, que servem apenas o propósito de fazer gastar resmas de centenas de euros a todos os que participam, no espaço curto de um dia.
Eu não desgosto de casamentos, porque acho que é um dia importante na vida daquelas pessoas, mas para vos ser sincera, os últimos dois a que fui, não me correram lá muito bem... acabei por ficar tremendamente aborrecida ou desapontada com certas atitudes das noivas (ambas amigas minhas de infância) para comigo, que acharam que eu era boa para descarregarem o nervoso miudinho em mim, da pior maneira!
Desta vez, penso que não aconteça o mesmo e eu estou numa onda de ir lá para me divertir bastante!
O que também se afigurará complicado, tendo em conta que estes dois serão os primeiros casamentos em que vou na condição de mãe dum rapaz altamente enérgico!
E nem me vou por a pensar que o meu governo lá de casa se vai destrambelhar todo, porque estar ausente o fim de semana quase todo...
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