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21 de junho de 2012

Melissa inspired #2


Fui ver este filme sozinha, como outros tantos... mas este marcou-me!
E esta é uma das cenas que me fez nunca mais esquecer esta história. 
Porque nem todas as mulheres foram talhadas para a maternidade, para uma vida de esposa dedicada e de doméstica perfeita, mãe extremosa e afectuosa, segundo os cânones instituídos.
Este é um filme no feminino, que fala de escolhas, de decisões importantes e de como há pessoas que não são capazes de suportar a existência da mesma forma como os demais, que não suportam viver segundo as exigências da sociedade e do que é expectável, para se ser aceite.


7 de janeiro de 2012

Filmes da minha vida #2

tirada da net

Este filme do ex da Madonna, Guy Ritchie, arrebatou-me!
Fui vê-lo poucos dias antes de sair de exibição da última sala de cinema em território nacional. Aproveitei uma ida ao Porto, para ir ver o filme ao Arrábida Shopping, numa sessão da tarde, onde além de mim, estava apenas um casal.
Tinha ouvido falar imensamente bem deste filme, mas superou toda e qualquer expectativa que pudesse ter.
Uma história rocambolesca, carregada dum humor tipicamente british, tal como eu gosto. 
Com figurões autênticos, representados por grandes figuras do cinema e outras bem menos dadas à fama... 
Tenho que destacar claramente o Brad Pitt (por acaso é mera coincidência falar aqui nesta rubrica de dois filmes em que ele entra...), que faz um papelão na pele dum pikey, como os ingleses chamam aos ciganos. Confesso que acho que foi o melhor papel em que o vi, mesmo depois de o ter visto no "Lendas de Paixão", "Meet Joe Black" ou no "Kalifornia"...
O filme é tão bom em termos de enredo que ficamos presos por um fio a tentar perceber o desfecho do filme, sem conseguir...
Acresce uma boa banda sonora, que complementa algumas cenas absolutamente insólitas.
Uma pérola do cinema, a meu ver!

9 de dezembro de 2011

Filmes da minha vida

tirada da net

Este não será de certeza o primeiro da minha longa lista, mas revi-o na semana em que estive que férias.
A primeira vez que o vi, nunca mais esquecerei! O F. tinha nascido havia apenas 15 dias e eu estava frágil e ainda com baby-blues. 
Chorei convulsivamente sem exagero nos últimos trinta minutos do filme, quando ele começa a ficar criança. O G. até ficou assustado comigo e eu só lhe disse: "não foi a altura mais indicada para ver este filme..."
Pensei que quase decorridos 3 anos, não teria certamente a mesma reacção, e além disso já conhecia o filme e já sabia a história.
Enganei-me e chorei novamente, quase com a mesma pungência que da primeira vez! 
Não pelos baby-blues... mas porque desta vez assimilei a mensagem que transmite sobre o que é isto da mortalidade, da velhice e da juventude! De como o nosso corpo se vai deteriorando e ficando decrépito... 
Continuarei a ser fã deste filme, não só pelo desempenho do Brad Pitt (actor de quem gosto desde que o vi pela primeira vez no Thelma & Louise), mas pela história que conta, pela perspectiva diferente que traz daquilo que é nascer, viver e morrer!
Sinceramente, acho que é mesmo melhor vivermos a nossa vida como é natural: nascer bebés e morrer velhos, do que ser bebé num corpo de velho e velho num corpo de bebé!