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| tirada da net |
É o que eu preciso hoje!
Desligar o cérebro, fazer um reiniciar dos meus neurónios e começar com uma nova tábua, bem rasa...
Trabalhei 8 anos nas obras, assim que deixei o ramo, ainda não satisfeita, meti obras em casa do meu pai, sabendo tudo o que sei de escabroso sobre como as coisas se fazem, como o grau de profissionalismo de quem lá trabalha ronda quase invariavelmente os mínimos (salvo raras excepções, claro!); como na maior parte dos casos ficamos sempre mal servidos... isto quando ficamos servidos de todo...
E as cabras (das obras, claro!) continuam a fazer o meu sistema nervoso atingir picos cada vez mais altos, a ponto de acordar às 6h da manhã com os circuitos a funcionar a mil km/h...
O meu pai, com a sua sabedoria própria da idade, sempre disse que nos dias que correm "a excepção é ser honesto". Tão certo que ele estava... e eu sabia que ele estava certo!
Por ora, só tenho um desejo: que as obras cheguem ao fim!
Para não mais me meter nelas, nem na próxima década!
