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1 de janeiro de 2014

Ano Novo, Vida Nova!

Se tudo correr bem, 2014 será um ano mesmo importante!


Será o ano em que serei mamã de novo!
E o Falipe vai ter um irmão/ã!

11 de novembro de 2011

Costurar amizades


tirada daqui
Quando me iniciei nestas coisas da costura, tive um desejo escondido de encontrar uma amiga em comum com quem pudesse partilhar este gosto e fazer umas sessões de costura. Ou seja, juntar o útil ao agradável: aprender saberes e manter uma amena cavaqueira. Lá está a minha veia de "matraca"...
Nessa altura estava longe de imaginar que uma grande amiga minha, a Ana também tinha um desejo antigo de se dedicar à costura... 
Descobri isso por mero acaso, ao ver uma foto dela no FB empunhando a sua nova aquisição: uma máquina de costura!!!
Daí para cá temos falado, debatido, trocado ideias, truques e técnicas! Não muitas claro, porque somos umas amadoras  e umas principiantes nisto...
Quando calhei a mencionar que precisava de alguém que me ensinasse, duma mestra, e que estava a pensar em inscrever-me numas aulas com uma costureira, ela diz-me: "olha, mas a minha mãe sabe isso tudo, se quiseres ela ensina-te!"
Entretanto descubro que a D. Amália também sabe bordar! E que não se importa nada de me ensinar...
Ora eu andava para conhecer pessoalmente a mãe dela, a D. Amália vai para um ano, sem grande sucesso... nunca conseguíamos conjugar as agendas!
No dia dos meus anos, a Ana liga-me para me dar os parabéns e dizer que a prenda da D. Amália para mim seria uma aula de bordado inteiramente "grátis"! Rejubilei de alegria!
Um destes dias, a Ana liga-me com a boa disposição que sempre a caracteriza e diz-me que a mãe está felicíssima da vida por nós as duas querermos aprender com ela!
Contou-me que no espaço de dias, a D. Amália revirou a casa toda, retirou a máquina de costura do quarto dela e transformou o antigo quarto de adolescente da Ana num autêntico atelier de costura. Que foi buscar todas as suas lãs, linhas, agulhas e tesouras e organizou tudo para me poder receber lá em casa. 
E que está super entusiasmada, como há anos a Ana não a via assim... e que já planeou fazer um bolo e tudo, para quando eu lá for a casa!
Além disso, como já havia algum tempo que a D. Amália não bordava, achou melhor ir treinar os pontos do bordado, para depois não parecer enferrujada... que coisa mais querida! Fiquei mesmo emocionada com o gesto!
Ora parece que finalmente vou conhecer a D. Amália amanhã!
Estou ansiosa!!! 
Porque vou aprender e na melhor das companhias!!


3 de novembro de 2011

Boas notícias!

Logo pela manhã recebi uma excelente notícia!
Não podia ter sido melhor!
Já ansiava por ela!
Hoje nada me consegue fazer ficar triste!

21 de outubro de 2011

Bem-vindo sejas!

tirado do site oficial da marca

Agora que fazes parte desta família, espero que te sintas bem acolhido!
Da tua parte espero esmero, empenho, eficácia e eficiência (ou não fosse eu uma Gestora de QSA) e principalmente que me ajudes a reduzir o tempo que passo dedicada à tábua de engomar e à roupa.
Para te ajudar, vou fazer um esforço e tratar de reduzir drasticamente a quantidade de trabalho (roupa) que ficará a teu cargo!
Espero que faças jus ao teu nome de família, já que o teu antecessor tem o mesmo título. E ele nunca me deixou ficar mal, mas claro que começou a dar sinais de cansaço e fadiga, próprios de muitas provas dadas.
Por isso, posso garantir-te que vamos passar horas juntos, mas menos do que as que eu passava com o teu antecessor!

12 de julho de 2011

Do 80 para o 8

Esta foi e continua a ser a sensação que tenho desde que mudei de emprego.
Tinha um trabalho ultra-absorvente e super stressante, onde todos os dias surgiam tarefas que traziam consigo a urgência e o habitual rótulo do "é para ontem!". Tinha um trabalho onde nem dava pelas horas passarem e cada minuto contava! 
Desfazia-me entre atender telefonemas, responder a e-mails sempre com pedidos urgentes ou cheios de pressa, lidava com pessoas de todas as nacionalidades e com as mais variadas categorias profissionais e habilitações literárias.
Tinha sempre pessoas a entrar e a sair do meu gabinete... havia mesmo dias que era um corropio!
Dava formação, controlava documentos, desenvolvia procedimentos e controlava a produção de resíduos, registos de qualidade e de segurança no trabalho da obra. Havia sempre carradas de papel em cima da minha secretária, para serem despachados... e parecia que se multiplicavam, quantos mais despachava, mais "nasciam" para eu despachar...
Nunca, mas nunca saía a horas! Havia mesmo dias em que saía do trabalho à hora que fechava o infantário do F. e não foram poucas as vezes que ele arrancava porta fora assim que me via chegar, tarde e a más horas... e já aborrecido por ter ficado para último, depois de ter visto os colegas irem todos embora para casa!
Agora tenho um trabalho onde o que faço, faço ao meu ritmo, não tenho ninguém a pressionar-me, a impôr-me prazos reduzidos e inexequíveis. Faço o que é preciso e sou eu que o decido, sou eu que planeio e sou eu que defino os objectivos.
Passo dias inteiros sozinha no meu gabinete e falo com as pessoas com quem necessito falar, para poder desenvolver o meu trabalho.
Já não dou formação, passam-se dias em que atendo apenas um telefonema e raramente recebo e-mails... Mas também sei que daqui por um mês ou dois, isto não será mesmo nada assim! Porque agora até posso ter poucos papéis para despachar, mas daqui por um mês, vão aparecer em catadupa, com toda a certeza!
Passam-se dias que não entra ninguém no meu gabinete... ou então, vêm apenas dizer "bom dia"!
E entro e saio sempre a horas! É quase sagrado!... O meu filho já me espera à porta do parque do infantário porque sabe que vou chegar mais cedo!
Mas em certos dias conto os minutos a passar... 
Eu, quando mudei de emprego, queria ter um trabalho mais pacato, menos cansativo e stressante... mas também não era preciso tanto!
Foi complicado habituar-me, porque quando cheguei aqui andava sempre na bisga, a 1000 km/h, agora posso andar a 100 como a 50 como a 200km/h, conforme eu bem entender...
O curioso é que este cenário é habitual na minha vida, ou passo do 8 para o 80 ou do 80 para o 8, como é o caso agora! Nunca há um meio termo...

Aviso à navegação: atenção que não me estou a queixar! Bem longe disso, porque o que ganhei em paz de espírito é superior às minhas expectativas e a tudo o que podia ter desejado! Só o facto de já não ter uma profissão com responsabilidade civil e criminal, foi um desafogo! Era uma espada a pender sobre a minha cabeça...
Estou onde quero estar! A fazer aquilo que eu quero! Com um vencimento mais elevado (difícil nos dias que correm conseguir fazer um upgrade nesta área...) e com mais regalias! O ambiente de trabalho é igualmente bom e isso é de extrema importância, pelo menos para mim...!
Por isso, posso ter mudado de ritmo radicalmente, mas não quer dizer que não esteja plenamente satisfeita, o que estou!!

22 de março de 2011

Esquecimento de mim

Acontece de tempos a tempos... levamos a vida a pensar nas necessidades dos demais que nos são queridos.
E esquecemo-nos que precisamos de pequenos momentos a sós, connosco mesmos, sozinhos só com os nossos pensamentos...
Esquecemo-nos do quanto precisamos de isolar o ruído da vida quotidiana, das exigências dos outros, das injustiças da sociedade e do meio laboral, das faltas de civismo dos que nos rodeiam, de tudo o que temos que lidar diariamente e que invariavelmente não nos ajudam a ser felizes... pelo contrário!
E vamos entrando numa rotina cinzenta, macilenta, e sem grande espontaneidade.
Deixamos de tirar aqueles momentos preciosos, para parar e retomar o fôlego. Para raciocinar com o coração e olhar em várias direcções, para podermos escolher uma, em vez de sermos cordeirinhos numa fila dum redil...
Abandonamos hábitos que nos permitiam ver que a vida é uma palete de cores e que há tanta beleza em coisas tão simples, que até vemos todos os dias, mas não as observamos com olhos de ver e sentir...
E por isso, vamos lentamente atirando para o fundo do nosso cérebro, os nossos mais importantes objectivos: que é gostarmos de nós mesmos, da vida que temos e do desejo que temos de sermos tão só e apenas felizes!

25 de fevereiro de 2011

Quando se põe a feminilidade de lado...

tirada da net
Foi o que acabei por fazer, devido à minha profissão.
O mundo das obras não se coaduna com certos "dress codes" adequados a mulheres, onde vogam as pulseiras, os berloques, os fios e colares compridos, a maquilhagem, etc.
As saias podem não ser interditas, mas dariam margem para muito olhar descarado, algum espaço de manobra para piropos e assobios e; tendo em conta que o meu objectivo é prevenir acidentes, talvez se viesse trabalhar de mini-saia a coisa podia não ser conseguida a 100%...
Portanto, ir a uma loja comprar vestidos, saias e sapatos de salto alto deixou de fazer parte do meu roteiro habitual de compras, porque seria um investimento que teria pouco retorno, tendo em conta que para vir trabalhar escolhi um look discreto, casual e prático de calças de ganga, pullover's e camisas, de preferência sem grandes penduricalhos ou berloques que se possam prender numa ou outra armadura de ferro e deixar-me literalmente atracada à estrutura da obra...
Também não adiantaria muito vir um tanto ou quanto espampanante, porque o efeito seria claramente relativizado pelo uso obrigatório de colete reflector...
Por essas e por outras, acabei por em muitas ocasiões ter pena de não poder calçar a minha sandália fresquinha no verão, por muito fashion que fosse e nem andar de pernocas ao léu com uma saia cuja altura fosse mais ousada...
E como tal, durante os últimos anos, posso afirmar que não me senti minimamente escrava da moda... mas senti-me escassamente feminina... em certos dias, tive a sensação de ser uma "maria-rapaz"!
No entanto, e correndo o risco de usar um tremendo cliché, agora que vou mudar um pouco de ramo de actividade e onde posso "espraiar-me" mais no que toca a vestimentas, olho para o meu guarda-roupa e por mais que tente, apercebo-me de que não tenho nada de jeito para vestir... (cá está o dito cliché...)
Mas como gosto de ver as coisas pela positiva, concluo que esta será uma excelente oportunidade para renovar o meu guarda-roupa "cinzento e monocórdico", variar um pouco mais e agora sim, começar a investir em roupa que mostra que sou feminina qb!
E ainda vendo isto pela positiva: se tivesse investido em vestidos e saias e sapatos, por mais que agora os fosse usar, poderiam estar claramente demodé...
Só espero agora é não ir de um extremo ao outro, em que o que vestia não interessava se estava na moda; para agora ter que me dedicar a variar consoante as novas tendências vão mudando...