Dá que pensar...
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7 de novembro de 2013
21 de novembro de 2012
O rectângulo das Bermudas
"Fausto olhava a linha do horizonte com expectativa, enquanto seguia ao leme da sua nau.
Há
muito que tinha deixado de mudar de direcção no seu leme, porque pura e
simplesmente tinha deixado de saber que caminho queria seguir, o
bombordo e o estibordo pareciam-lhe a mesmíssima coisa.
Havia
muito que a sua nau, a Elena, deslizava calmamente sobre as águas
pacíficas empurrada por uma brisa suave, que lhe enfunava as velas.
Fausto
decidira abdicar do esforço de pesquisar incessantemente as cartas
marítimas, sem conseguir determinar o próximo destino. Esperava que
aquela brisa suave encaminhasse sabiamente Elena e finalmente chegassem a
um porto.
No
fundo, Fausto não se sentia capaz de decidir o rumo que queria dar ao
leme de Elena, mas era facto que havia já largos meses que navegavam sem
avistar terra, sem encontrar tempestades ou turbulência marítima. A
quietude do oceano era monótona, enfadonha e desprovida de entusiasmo...
Se não fosse o seu sentido de orientação, Fausto poderia ser levado a pensar que estava a navegar em círculos sem nunca sair do mesmo quadrante marítimo.
Se não fosse o seu sentido de orientação, Fausto poderia ser levado a pensar que estava a navegar em círculos sem nunca sair do mesmo quadrante marítimo.
Por
isso, Fausto esperava placidamente que a brisa suave lhe sussurrasse ao
ouvido o nome do próximo local onde deveriam aportar.
No entanto, todos os dias sentia um misto de alívio por não ter ainda ouvido esse sussurro, e de uma angústia por continuar a vogar quase à deriva pelas águas oceânicas, dia após dia, sem rumo nem destino.
No entanto, todos os dias sentia um misto de alívio por não ter ainda ouvido esse sussurro, e de uma angústia por continuar a vogar quase à deriva pelas águas oceânicas, dia após dia, sem rumo nem destino.
Fausto
queria chegar depressa, mas hesitava simultaneamente em apressar o
navegar de Elena, para chegar onde pudesse lançar âncora e partir à
descoberta de uma nova terra."
21 de agosto de 2012
Tirania da rádio
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| tirada daqui |
Eu gosto de ouvir rádio.
Há sempre um ligado algures na proximidade.
Esta manhã Falipe decidiu que queria ouvir a estação de rádio que está gravada no canal de memória n.º 3.
Ora até acederia ao seu pedido e satisfaria a sua escolha de bom grado, se não fosse o facto de eu pela manhã não querer ouvir mais nenhuma estação de rádio além da que está gravada no canal n.º 2.
Instalou-se a disputa!
Descobri que sou uma tirana no que diz respeito à rádio que se ouve a caminho da escola/trabalho. Ainda experimentei mudar para o "posto 3" como diz o povo, mas aquilo não me entrou no ouvido... voltei a retornar ao posto 2.
Deu direito a muita choraminguice de casa até à escola.
Nem mesmo se deixou convencer quando lhe disse que à tarde, no caminho inverso, a sua escolha seria rainha...
27 de março de 2012
Dia 27 - Sonho
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| tirada daqui |
Um sonho que sempre tive!
Se algum dia tivesse o meu próprio negócio seria uma casa de chá, com um espaço cheio de estantes com livros disponíveis para que quem quisesse, pudesse ler durante o tempo que lhe aprouvesse.
E dados os meus recém adquiridos hobbys, acho que acrescentaria um espaço com máquinas de costura e outros materiais, para quem quisesse costurar, tricotar, crochetar, enfim...
27 de outubro de 2011
Jogatana
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| tirada da net |
E como não tenho mais nada para fazer na vida, agora meti-me num campeonato de sueca, aqui com os colegas de trabalho!
Meti-me naquilo para a brincadeira, mas há lá verdadeiros prós, que levam aquilo tão a sério que nem vos conto...
Há dias fiquei tão enervada com a sede de ganhar e com a postura de mau perdedor com um duo maravilha, que saí do jogo super irritada e pensar comigo que este é o tipo de pessoas que não se sabem divertir!
A mim tanto se me dá se ganho se perco. É claro que se ganhar fico mais satisfeita, mas se perder também não vem mal nenhum ao mundo e não é nenhum drama... mas aqueles dois, um principalmente, 'péra lá aí! Vi jeitos de agredir o colega porque tinha cortado uma vaza que ele não queria que ele cortasse e que por causa disso quase perdiam o jogo e mimimimimi!
Por um lado, até teria retirado algum prazer de os ver perder, com a mania de quererem ganhar tudo a todos... mas a determinada altura já só queria que o jogo acabasse só para eu não ter que os aturar mais tempo!
Mas todos os que já participaram em edições anteriores dizem que a melhor parte do campeonato da sueca é mesmo a jantarada que se faz no final para atribuir os prémios!
E isso parece-me muito bem!
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