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7 de abril de 2014

Esquizofrenia climatérica

No espaço de pouco mais de seis dias passamos de um extremo ao outro, no que ao clima diz respeito. 
Na terça-feira andava ensopada com o temporal, fiquei que nem um pinto depois de andar debaixo de chuva torrencial e tive que atravessar duas inundações, onde a água me chegava aos joelhos.

No domingo, estava um calor de verão, que me permitiu envergar manga curta e ir até à praia e demolhar os meus pés deliciosamente na água fresquinha, e ficar ali com água a chegar pelos joelhos, a refrescar-me!

Que chatice viver no Algarve...


8 de julho de 2013

Cara de castelo!

Os programas não planeados são os que sabem melhor, são os que nos fazem melhor ao espírito e ao corpo!

É por conta de finais de tarde como o de ontem que eu sou tão grata por ter o privilégio de viver onde vivo, com a praia ali à "mão de semear"!

Falipe delirou com as ondas, o coração batia tão descompassado e num tal aceleramento, que julguei que o coração ia pular fora da caixa torácica a qualquer instante. Os sorrisos felizes do meu pequeno filho encheram-me a alma!

Eu para variar, decidi ignorar as ordens da otorrina e optei por não esperar as duas semanas recomendadas para poder começar a dar mergulhos terapêuticos no mar e, a água de temperatura maravilhosa limpou-me os pensamentos mais negros, que teimam em me assolar, especialmente depois da semana de incredulidade perante o (des)governo.

Não trabalhei para o bronze, mas afinal de contas a melhor hora para estar na praia é e sempre será das 18h às 20h30!!! Digam lá o que disserem...

É caso para se dizer: que bem que se está no Algarve!



30 de abril de 2013

27 de fevereiro de 2013

Safari Style McDonalds


Mais uma pérola que encontrei partilhada no Facebook.
Impossível não rir à gargalhada, até quase ir às lágrimas!
Atentai principalmente no crocodilo.

27 de setembro de 2012

Dá-me música #3 - Aconchego


Por estes dias, em que o Outono chegou decidido e valente, começa a apetecer o aconhego da manta sobre as pernas no sofá, enquanto se vê um filme.
Também apetece mudar de sonoridades e ir para músicas mais calmas e relaxantes, a acompanhar o desfolhar dum capítulo de um bom livro.
Sair de casa já não parece imperativo, porque lá fora chuvisca e apetece ficar na "toca".
A vontade de me dedicar às lides domésticas assumiu agora uma nova urgência, como condição sine qua non para que me sinta melhor e mais aconchegada em casa.
Comidas leves já não despertam tanto a gula, mas a canja de galinha e um guisado são agora bem mais apetecíveis. O chá e os biscoitos destronam as bebidas frescas e açucaradas e os gelados, só se forem acompanhados de um crepe de chocolate quente.
Andar de pés descalços pela casa já não parece tão bom, e os pijamas e mantas saíram do armário para dar uma ajudinha.
O calor escaldante foi embora e agora parece ser de novo boa altura para renovar as sementes nos vasos do quintal.
É assim que gosto de abraçar a estação do ano em que nasci e à qual reconheço cada vez mais encantos.

18 de setembro de 2012

Meu querido mês de Setembro

É o mês que elegi há largos anos para fazer as minhas férias. Primeiro por dificuldade do G. em conseguir marcar férias noutro dos meses de verão. A cada ano que passava fomos descobrindo que este é sem dúvida o melhor mês para descansar e poder finalmente apreciar a nossa região, sem as enormes enchentes de turistas que por cá aparecem em Julho e Agosto.
E este ano não foi excepção!

O tempo esteve absolutamente fantástico e eu pude finalmente fazer uma série de coisas que só com a liberdade de umas férias se consegue fazer.

Houve tempo para arrumações, destralhares e pintura de paredes em tons de lilás suave.

Houve tempo e vontade de caminhar quase todas as manhãs ao som de uma banda sonora condizente, com uma excelente paisagem em pano de fundo.

Houve tempo para matar saudades de andar de mota e da sensação de liberdade extrema que isso traz! Ah que saudades de sentir o vento na cara e os cabelos esvoaçantes e um olhar bem mais nítido da paisagem que desfila perante nós! Apesar do pequeno percalço de ser picada por uma abelha na palma da mão a cerca de 20 km de casa, já no regresso...

Houve tempo para me sentar sem pressas numa esplanada e ler até me fartar ou já ser hora de almoço!

Houve tempo para costuras e para fazer o gosto à agulha do crochet.

Mas principalmente houve tempo para estar na casa que os meus avós me deixaram, onde vivi de um modo pacato, minimalista até dizer basta. Até voltei a cozinhar num fogão a gás e não senti falta do micro-ondas.
Houve tempo para ir ao mercado municipal de Aljezur e encontrar um dos meus peixes preferidos, que não encontro em mais nenhum mercado, comer umas sardinhas assadas na brasa no barbecue artesanal feito da corriqueira jante de carro!
Houve tempo para cozinhar de forma simples e saudável.
Mas principalmente houve tempo para estarmos os três juntos, em família e fazer praia como há uns anos não fazíamos. Pelo menos não de uma forma assim tão consistente!

O Falipe correu, saltou, pulou, brincou, deu mergulhos, quase sempre atabalhoados e andou à “raboleta” nas ondas. Fizemos castelos e piscinas na areia.
A água estava fantasticamente agradável, ao contrário de outras épocas balneares em que primava pelo frio-gelado-de-quase-partir-ossos!
Falipe mostrou ter pilhas inesgotáveis, acordando invariavelmente às 8h, sem dormir a sesta em dia nenhum e às 22h30 parecia fresco que nem uma alface e pronto para a noitada...
Entrou claramente na fase dos porquês e assim agora, cada frase dele termina com o inevitável “p' quê?” mesmo muito depois de eu e o pai termos esgotado todas as explicações.

Pude fazer a minha ligação-à-terra, com apenas as gaivotas e um casal na praia por companhia. Pude assim finalmente recentrar-me, alinhar ideias e organizar projectos na minha cabeça e desmistificar receios infundados. Ah, que saudades de encontrar um pouco de equilíbrio nesta Arrifana, que pode não ter sido considerada uma das 7 Maravilhas, mas será sempre a minha maravilha de eleição! Constatei que me ausentei daqui por demasiado tempo...

Pude desligar-me da internet e das redes sociais por uns dias e permanecer um tanto ou quanto imune ao turbilhão depressivo provocado pelas medidas estapafúrdias de um governo que quer à força empobrecer um país inteiro. Não havia tempo a perder com debates políticos fúteis e retivemos apenas o importante: que temos que lutar, porque assim desta maneira não vamos lá!

No fim de tudo, foram umas staycation do melhor que tive há uns anos a esta parte!













17 de setembro de 2012

Ainda em modo férias...

Regressei hoje ao trabalho.
Mas queria ainda estar lá... onde estive nestas férias que foram um bálsamo para mente e corpo!

14 de agosto de 2012

Regressar

Tenho andado arredia, fugida de ti.
Há demasiado tempo...

Só nesta tarde, quando finalmente regressei de saco de praia e mais não sei quantos atavios (pouco habituais em tempos que já lá vão) é que tomei a real consciência do quanto me afastei, de quanto tempo passou sem que te visitasse, no verdadeiro sentido da palavra.
Sem que pusesse os pés na tua areia dourada e fina, apercebi-me do quanto estava saudosa de sentir a frescura das tuas águas geladas e límpidas.

E do quanto eu sentia saudades de ouvir aquele som cadenciado e apaziguador do vaivém das ondas.

Não há outra praia onde consiga esta mesma paz, essa sensação de que sou pequenina numa imensidão de mundo.
Voltei a sentir aquela curiosidade de sempre, em saber o que estará do outro lado deste mar e da linha do horizonte.
Tomei consciência da falta que sentia de cá vir, do quanto me desorientei e perdi o norte, quando era aqui que sempre o encontrava.
Tomei consciência que na pressa de atender a tantas outras coisas, comecei a fugir de estar aqui, quando era aqui que me deveria ter refugiado, como sempre fiz, para pensar, para ouvir os meus pensamentos, para assim conseguir organizá-los devidamente.
Apeteceu-me esbofetear-me por não ter percebido isto mais cedo, por me ter esquecido de que realmente preciso de te visitar... por ter deixado sempre para mais tarde aqueles passeios de "ligação à terra", que foram sempre o que me ajudou a manter a sanidade mental e a clareza e presença de espírito, quando o meu mundo parecia desabar...

Em sinal de apreço pelo meu regresso, deste-me de presente horas bem passadas e coroadas por um fantástico pôr-do-sol, único. Não encontro um mais bonito em nenhum outro local...

Como me dizia o meu amigo J., estar ali e saber que temos que ir embora provoca tremenda vontade de nunca mais sair dali!


9 de agosto de 2012

Dá-me música #2 ou as malucas das bruxas

Gosto de quando nos juntamos!
Juntas somos melhores, maiores, mais bonitas e mais inteligentes.
Juntas somos super bem dispostas!
Gosto de dar gargalhadas sonoras na vossa companhia! Até doer a barriga e os músculos faciais ficarem presos de tanto termos a pinha arreganhada!
Gosto de juntarmos as nossas famílias!
Gosto de nos ver todas tão "crescidas", mães de meninos pequenos e outro não tão pequeno (e vá... um enteado).
Gosto de falarmos sobre comida, sobre bebidas, sobre substâncias ilegais, política e sociedade.
Gosto de beber martinis gelados convosco!
Gosto de falarmos da vida alheia (mas só de uma em particular) sem grande malícia.
Gosto de ver como damos nas orelhas umas das outras por termos sido burras ou ingénuas em determinada situação.
Gosto de ver que apesar de os meses e os anos irem passando por nós, continuamos iguais na essência!
Gosto de ver que estamos a ficar maduras (e daí talvez não...)
Gosto de ver que continuamos as mesmas destravadas, que quando se juntam dizem meia dúzia de alarvidades e outras tantas não tão alarves...
Gosto de como juntas somos felizes, porque tudo o que está lá fora e nos apoquenta, fica esquecido, por magia!
Gosto da sinceridade com que podemos falar umas com as outras (quando os guys não estão), sem censuras ou julgamentos de valor!
Gosto de nós juntas, as bruxas!
Gosto da lufada de ar fresco que trazem à minha vida a cada vez que nos juntamos!

Algo me diz que seremos cotas bem enxutas e rabitesas e ainda faremos jantares de bruxas, sempre com um bom martini a regar a converseta!

18 de julho de 2012

Almoço relaxado

Em certos dias gosto de almoçar sozinha (especialmente quando o menu do refeitório não agrada..)
Hoje foi um desses dias. 
E que almoço relaxado eu tive!
Fui almoçar a um restaurante vegetariano próximo do meu local de trabalho. Adoro comida vegetariana!
Deliciei-me com umas espetadas de tofu com molho de manga, que estavam mesmo divinais, seguidas duma fatia de tarte de cereja e manga e um café de cereais.
Para completar o quadro, fui lendo uma das minhas revistas preferidas, enquanto se ouvia música clássica em pano de fundo.



17 de julho de 2012

Prazeres ao final da tarde

Com o início do tempo de verão, aproveitam-se os finais de tarde da melhor maneira.
Procuramos locais calmos, com água para refrescar. 
Esta estava bem fresca e soube bem estar de pézinho de molho!
 












29 de junho de 2012

As Amantes de Verão 29) Uma paisagem de verão


Esta é a melhor paisagem que posso ter no verão!

Assim como todas as praias da costa vicentina e algumas da costa sul entre Lagos e Sagres!

Eu sou uma sortuda porque posso desfrutar de tudo isto sempre que me der na gana!

14 de junho de 2012

As Amantes do Verão 14) A praia do meu verão

A resposta e para lá de óbvia, não é?

Mas isso não quer dizer que não frequente outras, tais como:
Praia do Pintadinho (Ferragudo)
Caneiros (Ferragudo)
Meia-Praia (Lagos)
Furnas (Vila do Bispo)
Zavial (Vila do Bispo)
Ingrina (Vila do Bispo)
Torralta-Alvor (Alvor)
Vale Figueiras (Aljezur)
Praia da Luz (Lagos)
Porto de Mós (Lagos)
Martinhal (Sagres)
 Salgados (Galé/Albufeira)

Tudo depende da disposição e do tempo disponível!

22 de maio de 2012

Que falta que fazem...

Umas boas férias!
Ando a ansiar por elas, já que no passado ano, as poucas que tive foram de muito pouco descanso. Ainda por cima gozei-as completamente desfasadas das do G., porque eu mudei de entidade patronal e não podia pretender férias logo um mês ou dois após ter sido admitida...

Há dias andava a cuscar nos ficheiros que tenho em backup, e de súbito, encontro as fotos das primeiras férias dignas desse nome, que eu e o G. fizemos, enquanto casal!
A alegria nos rostos, o olhar de quem se sente relaxado, descansado e sem uma única preocupação na vida, a não ser apreciar cada minuto do merecido descanso e a beleza da paisagem e do património que quisemos ir conhecer, ainda me fizeram desejar mais que esta maldita austeridade fosse dar uma valente curva, para que assim pudéssemos ir por esse Portugal afora (sim, porque até à data, todas as férias que fizemos foram deliberadamente cá dentro!), mas desta vez enquanto família!

Pode ser que pelo menos dê para um mini retiro neste nosso país, que é tão bonito e tem tanto lugar que ainda pretendo conhecer!

 

14 de maio de 2012

Numa esplanada qualquer...

Calor abrasador...
Só apetece meter férias, 
sentar numa esplanada qualquer, 
beber uma bebida bem fresca e 
ler um bom livro!

4 de maio de 2012

Santuário

Porque às vezes me esqueço do que é essencial, perco-me no emaranhado de outras vidas, de outras vontades, de outras opiniões.
Porque me desoriento e perco a noção de onde fica o norte, para me orientar o rumo e o caminho.
Porque às vezes escorrego no rodopio que é este mundo carregado de estímulos excessivos, que nos fazem perder a noção de que há coisas que têm que andar a outra velocidade, a nossa!
Porque às vezes rendo-me ao ruído que me tolhe o pensamento, em vez de nele encontrar refúgio...

Porque às vezes parece que me perco de mim mesma, nada como regressar aqui, para recalibrar o espírito e reposicionar a alma e o coração!
Porque aqui é onde encontro o santuário, que me faz perceber a ordem das coisas e perceber que eu sou como sou, como tenho que ser e que tudo está bem, que não há problemas e dramas nenhuns, eu é que os inventei...


24 de abril de 2012

Mato esteva

Só agora parece ter começado a despontar...


E eu gosto das encostas matizadas com estas cores!

13 de março de 2012

Moinho de água




Sítio das Fontes - Estombar

E fica aqui a 5 minutos de casa, de carro!
Um espaço muito bem recuperado e agradavelmente preservado!

Uma visita a este local foi mesmo o que consegui fazer para descansar um pouco na semana que passou, que era para ter sido de férias e no fim, mais não foi do que uma semana de combate a doenças e maleitas próprias deste tempo manhoso...

27 de fevereiro de 2012

Revisitar

Ontem fomos "paxear a Álzur" como diz o Falipe!
Revisitei a minha Arrifana e enchi os pulmões de ar puro. 
Lavei os olhos da alma com o azul do mar e o verde dos meus campos, apesar de se notar os efeitos da falta de chuva e a queda sucessiva de geadas, que deixam tudo queimado à passagem...
Abri portas e janelas, arejei a minha casinha, fechada há já mais de dois meses e recordei o quanto ela significa para mim. 
Parei a ouvir os pássaros e senti aquele apelo, como que uma voz, quem sabe dos meus antepassados, a chamar por mim e a dizer-me sussurrando "é aqui que pertences... volta!!"...
Silenciosamente fiz planos, vi onde um dia mandarei construir uma lareira, onde ficará o meu espaço de costuras, onde será o escritório e como renovarei a cozinha e mandarei erguer um telheiro com o barbecue ao canto. 
Vi onde colocarei a mesa comprida ladeada de bancos corridos, onde receberei familiares e amigos e senti a diversão e alegria que será estarmos juntos, na paz e no sossego do campo... apenas interrompido pelo som dos carros a passar, de tempos a tempos, na estrada municipal!
É tão bom sonhar!