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2 de abril de 2014

No meio da tempestade... boas notícias!

Pois que a irritação passou-me, não sem antes descobrir que a minha médica de família se tinha mesmo esquecido de fazer novo pedido de marcação de consulta, situação para a qual se me desfez em desculpas.

Mas como eu sou moça de criticar quando é para criticar, e sou moça de elogiar quando é para elogiar, tenho que bendizer os serviços do hospital quando ontem pela manhã, me ligaram a dizer que o pedido de consulta tinha chegado, que havia uma desistência e que se eu quisesse aproveitar, era estar no serviço até às 13h.

Nem pestanejei! Nem me importei com o temporal que se começara a formar, com o negrume das nuvens que se avolumava e que resultou no dilúvio debaixo do qual me meti, para ir buscar o Falipe à escola, e ir buscar resultados dos exames a casa e seguir para o hospital antes da hora derradeira.

Fiquei ensopada da cabeça aos pés, tal não foi a tromba de água que apanhei... as minhas botas chiavam de tão encharcadas de água, depois de terem atravessado uma "ribeira" mesmo à porta da escola do miúdo. As calças estavam ensopadinhas até aos joelhos e nas costas uma mancha molhada por conta das goteiras do guarda-chuva. Restou-me depois mudar completamente de roupa, apesar de ter estado quase 1h30 com a roupa molhada a secar no corpinho...

O meu carrito não se afogou quando teve que atravessar duas maresias de inundação, respondendo às minhas preces.

Consegui conduzir no meio de uma invisibilidade tremenda, praguejando contra todos os senhores automobilistas a quem deve ter saído a carta de condução na farinha amparo, já que no meio dum temporal daqueles nem sequer tiveram a dignidade de acender as luzes dos seus carros para se tornarem visíveis...

O S. Pedro parecia apostado em dissuadir-me de me aventurar debaixo da tempestade, mas eu ontem era uma "mãe numa missão"!

Mas pude finalmente confirmar que as minhas suspeitas de o Falipe ter problemas de audição eram infundadas. Sim, há que levá-lo muito à praia (quando o verão chegar, se chegar... por este andar da carroça), e limpar-lhe sempre o nariz entupido com água do mar, mas pelo menos não há problema de maior.

Ensopadinha até aos ossos, pude respirar de alívio!

21 de junho de 2012

Na margem do rio "disclaimer"

O Kuka fez um reparo e bem, sobre esta casa linda que mostrei. 
E sim, Luísa, é um moinho de maré recuperado.
Aliás, ao longo do rio Arade existem outros, uns em ruínas e outros recuperados. Sei que um deles depois de ter sido recuperado, foi totalmente vandalizado, na ausência dos seus donos.

Ora dizia eu que o Kuka fez um reparo e foi bastante acertado, sobre a localização da casa e em particular da vista que esta casa tão pitoresca tem... Curiosamente, Kuka, já tinha tirado as fotos, mas não as tinha publicado...

A casa é realmente pitoresca, mas a poucos metros passa a estrada nacional, com um movimento de carros diário, que produz um ruído que consegue ser bastante desagradável... 
Além do mais, logo depois da estrada /ponte ficam umas salinas... com isso vêm os maus cheiros e os insectos todos e mais alguns. 
E já nem falo do cheiro nauseabundo das lamas do rio, consoante as marés e a orientação do vento.

Por isso, esta casa é pitoresca, com certeza, mas a sua localização já não o é assim tanto. 
Decidi mostrá-la porque a acho encantadora e uma inspiração para mim, para um dia que tenha possibilidade de recuperar a minha casa de campo!

Gostei da forma como mantiveram as características da casa, e como lhe adicionaram alguns elementos "modernos" que ajudaram ainda mais a manter a tipicidade deste antigo moinho de maré.
Aqui ficam as fotografias do que está do outro lado da estrada/ponte.







20 de julho de 2011

Retiro o que disse!

By Naná

Sobre o coreto da minha terra!
Ontem descobri foi que o tinham reposicionado na mesma praça, mas um bocado refundido na minha opinião...
Mas aqui está! Todo arranjado e bonito como outrora!