A noite tinha sido bera...
Andava a dever horas à cama havia mais de duas semanas...
Decidimos revezar-nos a dormir, para conseguirmos recuperar os sonos em atraso.
Quando cheguei à sala, e ambos os meus filhos me puseram a vista em cima, vi dois meninos lindos a correr, ou melhor, um a correr e o outro a gatinhar na minha direcção para me abraçar, ou melhor, um para me abraçar e o outro para me pedir colo.
Não há nada melhor que isto para uma mãe! Ainda para mais quando é a dobrar!
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6 de julho de 2015
27 de março de 2015
"Just Breathe"
Porque há pessoas que nos tiram do sério, que nos fazem mal por intermédio de outros mais fracos, a quem apenas queremos o bem.
Porque há pessoas que só se sentem bem e encontram alguma paz, quando estão a destilar veneno e a fazer com que os outros fiquem na merda, porque assim se sentem mais acompanhados, porque assim os infelizes não são só eles.
Porque há pessoas que têm muitos problemas na vida, mas ao invés de pedirem ajuda, têm demasiado orgulho, ao qual juntam a inveja e até algum ódio, e apostam unica e exclusivamente em magoar quem os poderia ajudar altruisticamente, em descarregar nesses mais próximos as suas frustrações, raivas e mágoas.
A essas pessoas, eu digo: se querem ajuda, peçam-na (a mim ou a quem quiserem!), mas se não querem, vão pregar para outra freguesia e desamparem-me a loja! Porque eu recuso-me a viver infeliz e amargurada.
E mais, recuso-me a perder tempo e energia com eles. Cada minuto ou hora que perco à conta de pessoas assim é tempo da minha vida totalmente desperdiçado.
Porque às vezes, basta apenas respirar! Saber respirar!
E se crianças pequenas conseguem compreender e praticar isso, qualquer um o pode fazer, sempre que queira!
Bom fim-de-semana!
27 de fevereiro de 2015
{this moment}
{this moment} ~ A Friday ritual. A single
photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
you're inspired to do the same, leave a link to your 'moment' in the
comments for all to find and see.
. . . . . . . . . .
inspirado na Soulemama
20 de fevereiro de 2015
{this moment}
{this moment} ~ A Friday ritual. A single
photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
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inspirada na Soule Mama
5 de outubro de 2014
Uma vida feliz
Às vezes, tudo o que precisamos para perceber o quão felizes somos é um slide-show das fotografias de família, aquelas que ilustram sorrisos, gargalhadas, abraços, beijos, caretas dentolas e olhares marotos.
Mas também aquelas que gravaram para a posteridade um sobrolho levantado, porque estamos aborrecidas com uma qualquer atitude, ou as birras dos filhos, ou um ar sério e compenetrado.
Basta ver desfilar aleatoriamente no écrã do computador as fotografias das férias, dos fins-de-semana, ou até de um final de tarde na praia, ou duma galhofada em casa, para percebermos que tudo o que sempre desejámos para ser felizes está aqui!
Está gravado naquelas fotografias!
Que mais não são do que registos duplicados e bidimensionais das nossas recordações. Porque essas têm cheiros, têm música, sentimentos e emoções!
Basta olhar para as fotografias que se vão sucedendo a cada 20 segundos, para percebermos que somos tão ricos, por nos termos a nós o quatro. Que começámos como dois seres individuais, depois passámos a casal, e a família aumentou para três e agora quatro.
Somos ricos pelos momentos que vivemos juntos, por todos os locais que fomos conhecendo, os passeios, os momentos de lazer.
Somos ricos por sermos felizes assim!
Nãi importa que haja birras e jantares demorados e desassossegados, com comida espalhada e migalhas pelo chão, que haja choros de bebés que nos deixam o cérebro feito em papas, que há dores nas costas e muito cansaço e privação de sono.
Não importa que um filho tente chamar a nossa atenção enquanto o outro berra a pleno pulmão.
Não importa que não sejamos capazes de conversar um com o outro porque há filhos a chamar a atenção ou a berrar estridentemente.
Importa apenas que estamos juntos e que com tanto ou tão pouco, somos felizes!
16 de agosto de 2014
A vida depois do Instagram
Desde sempre que gosto de fotografia.
Recordo-me inclusivamente de ter considerado a hipótese de tirar fotografia profissional após ter visto a foto dum poste de electricidade no meio duma seara, por um fotógrafo profissional que foi dar uma sessão de esclarecimento na semana das profissões, estava eu no final do 11.º ano, altura em que tínhamos que começar a pensar em escolher o nosso percurso futuro.
Acabei por não seguir essa viadesejo.
Mas ainda hoje gosto de registar momentos com a objectiva, pequenos pormenores que me chamam a atenção.
Posso ser apenas uma wannabe, armada ao pingarelho, com uma máquina fotográfica... mas dá-me prazer tirar fotografias de perspectivas diferentes, momentos que mais tarde me farão sorrir ao lembrar daquela tarde ou daquela manhã em que disparei.
No entanto, o Instragram a meu ver, veio alterar por completo essa percepção de fotografia. Fez-me ficar mais desperta ainda para os pormenores quotidianos, coisas que talvez de outra forma nunca chegaria a reparar. Hoje em dia parece que olhamos o mundo com olhos de ver-e-reparar, e há tantas coisas que se tornaram fotografáveis, que outrora nem sequer consideraríamos fotografar...
Tento não ser levada ao exagero, e registo coisas que me chamaram a atenção, que achei bonitas ou diferentes. Serei sempre uma fotógrafa wannabe, ou então quem sabe, aos 50 anos me dê uma crise identitária e vá finalmente tirar um curso de fotografia profissional...
Só por isso, por ser capaz de estar mais atenta e alerta para o mundo que me rodeia (algumas coisas sempre estiveram lá e eu não as via mesmo...) valeu a pena aderir ao Instagram!
Recordo-me inclusivamente de ter considerado a hipótese de tirar fotografia profissional após ter visto a foto dum poste de electricidade no meio duma seara, por um fotógrafo profissional que foi dar uma sessão de esclarecimento na semana das profissões, estava eu no final do 11.º ano, altura em que tínhamos que começar a pensar em escolher o nosso percurso futuro.
Acabei por não seguir essa via
Mas ainda hoje gosto de registar momentos com a objectiva, pequenos pormenores que me chamam a atenção.
Posso ser apenas uma wannabe, armada ao pingarelho, com uma máquina fotográfica... mas dá-me prazer tirar fotografias de perspectivas diferentes, momentos que mais tarde me farão sorrir ao lembrar daquela tarde ou daquela manhã em que disparei.
No entanto, o Instragram a meu ver, veio alterar por completo essa percepção de fotografia. Fez-me ficar mais desperta ainda para os pormenores quotidianos, coisas que talvez de outra forma nunca chegaria a reparar. Hoje em dia parece que olhamos o mundo com olhos de ver-e-reparar, e há tantas coisas que se tornaram fotografáveis, que outrora nem sequer consideraríamos fotografar...
Tento não ser levada ao exagero, e registo coisas que me chamaram a atenção, que achei bonitas ou diferentes. Serei sempre uma fotógrafa wannabe, ou então quem sabe, aos 50 anos me dê uma crise identitária e vá finalmente tirar um curso de fotografia profissional...
Só por isso, por ser capaz de estar mais atenta e alerta para o mundo que me rodeia (algumas coisas sempre estiveram lá e eu não as via mesmo...) valeu a pena aderir ao Instagram!
28 de abril de 2014
Música que a natureza nos dá
Da qual sentia e sinto tanto a falta!
Parar por um bocado e simplesmente ficar a ouvir e registar o som calmante duma nascente de água.
Não há nada mais terapêutico.
Parar por um bocado e simplesmente ficar a ouvir e registar o som calmante duma nascente de água.
Não há nada mais terapêutico.
24 de abril de 2014
Música da boa disposição
Há músicas que têm o condão de me pôr bem disposta, independentemente do humor em que me encontre...
O meu top 3 é este, não há que falhar!
# 1
#2
#3
O meu top 3 é este, não há que falhar!
# 1
#2
#3
22 de abril de 2014
Cenas quotidianas da teimosia masculina
Pai - Porque é que és tão teimoso??
Filho - Teimoso és tu!
Filho - Teimoso és tu!
Bem diz a sabedoria popular que para teimar são precisos dois...
Se bem que acho que a seu tempo, o filho descobrirá que o pai não é bem teimoso, é mais a atirar para o casmurro...
Se isto é assim com dois homens em casa, nem quero pensar quando forem três... vai ser lindo!
18 de abril de 2014
This moment - Este momento
{this moment}
A Friday ritual. A single photo - no
words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
you're inspired to do the same, leave a link to your 'moment' in the
comments for all to find and see.
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{este momento}
Um ritual à sexta-feira. Apenas uma fotografia - nada de palavras - capturando um momento da semana. Um momento simples, especial e extraordinário. Um momento que eu quero "congelar", saborear e recordar. Se te sentes inspirado a fazer o mesmo, deixa o link do teu 'momento' na caixa de comentários para que todos possamos encontrar e ver.
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7 de abril de 2014
Esquizofrenia climatérica
No espaço de pouco mais de seis dias passamos de um extremo ao outro, no que ao clima diz respeito.
Na terça-feira andava ensopada com o temporal, fiquei que nem um pinto depois de andar debaixo de chuva torrencial e tive que atravessar duas inundações, onde a água me chegava aos joelhos.
No domingo, estava um calor de verão, que me permitiu envergar manga curta e ir até à praia e demolhar os meus pés deliciosamente na água fresquinha, e ficar ali com água a chegar pelos joelhos, a refrescar-me!
Que chatice viver no Algarve...
7 de fevereiro de 2014
3 de fevereiro de 2014
Falipices #66
Esta manhã no caminho para a escola.
- Mãe, está um dia bonito e fantástico! As nuvens já choveram... e o sol está aqui!
É isso mesmo, meu filhote!
- Mãe, está um dia bonito e fantástico! As nuvens já choveram... e o sol está aqui!
É isso mesmo, meu filhote!
7 de janeiro de 2014
O doce sabor do silêncio
Desta vez, não quis gritar aos quatro ventos.
Não quis espalhar a novidade por família, amigos, conhecidos e demais transeuntes.
Desta vez, senti o apelo da introspecção. Do guardar segredo. De acarinhar esta nova vida como um tesouro só meu.
Como se pronunciá-lo em voz alta pudesse roubar este desejo concretizado e a felicidade correspondente e deixar-me despojada de uma nova maternidade.
Senti a felicidade de uma forma diferente da primeira vez. Mais serena, mais calma, menos esfusiante. Mas igualmente feliz, em pleno!
Mas é real, verdadeiro e está aqui, comigo. Dentro de mim!
Dentro em breve, a minha família será aquela com que eu sempre sonhei, que sempre visualizei, com quatro elementos.
(*) - queria agradecer a todos os comentários de felicitações e carinho que me deixaram. Encheram o meu coração mais um bocadinho! Muito obrigada!!
31 de outubro de 2013
Cada vez gosto mais da minha box de canais de tv!
Desde as férias que lá por casa reduzimos drasticamente o consumo de televisão, já aqui tinha dito isto...
Entretanto, parece que as séries que eu seguia religiosamente começaram todas novas temporadas, assim em catadupa. Uma delas, só me apercebi do facto quando já ia no 3.º episódio. Mas mantive-me firme no meu objectivo de não me postar vegetativamente em frente ao caixote que debita imagem e som.
Para não ficar a remoer-me por estar a "desacompanhar" as minhas séries de eleição, nada como programar a box para gravar todos os episódios. Num dia da semana à escolha, tiro umas horas e vejo todos de seguidinha.
O que eu ganhei em serenidade, paz de espírito e em avanços nos meus projectos de artes manuais não têm preço!
Não vejo telejornais, o que não significa que esteja completamente a leste do que se passa no país e no mundo. Mas não tenho que levar injecções de conjecturas, bitaites e opiniões dos mais variados quadrantes sobre uma mesma notícia que por vezes nem tem categoria suficiente para se poder chamar notícia... desde o casal maravilha que lava a roupa-suja em praça pública, os meninos da bola que ficaram todos ofendidos, as propostas de leis que afinal nem são bem assim... acabam por ser um ruído de fundo, que não contribuem para o desgaste dos meus tímpanos.
Até prefiro ver os desenhos animados que o meu filho aprecia, e fico-lhe grata por dar preferência a bonecadas que lhe ensinam alguma coisa de interessante. De há dois meses para cá, passei a saber no que consiste a alimentação dos papa-léguas e outros animais, o que é um pizzicato, um moderato e um adagio e já começo a saber quem são os autores de determinada obra de arte ou música clássica!
Mas o melhor de tudo, é mesmo o silêncio! Aquele que impera na minha casa quando o Falipe vai dormir e eu posso sentar-me no sofá e simplesmente apreciar a beleza do silêncio! Ou apenas o tic-tic-tic das agulhas de tricot ou o sussurrar da lã a ser crochetada entre os meus dedos...
O G. diz que pareço uma "velhota"... mas eu não me importo. Se ser velhota significa que me sinto serena e em paz, pois que assim seja!
Entretanto, parece que as séries que eu seguia religiosamente começaram todas novas temporadas, assim em catadupa. Uma delas, só me apercebi do facto quando já ia no 3.º episódio. Mas mantive-me firme no meu objectivo de não me postar vegetativamente em frente ao caixote que debita imagem e som.
Para não ficar a remoer-me por estar a "desacompanhar" as minhas séries de eleição, nada como programar a box para gravar todos os episódios. Num dia da semana à escolha, tiro umas horas e vejo todos de seguidinha.
O que eu ganhei em serenidade, paz de espírito e em avanços nos meus projectos de artes manuais não têm preço!
Não vejo telejornais, o que não significa que esteja completamente a leste do que se passa no país e no mundo. Mas não tenho que levar injecções de conjecturas, bitaites e opiniões dos mais variados quadrantes sobre uma mesma notícia que por vezes nem tem categoria suficiente para se poder chamar notícia... desde o casal maravilha que lava a roupa-suja em praça pública, os meninos da bola que ficaram todos ofendidos, as propostas de leis que afinal nem são bem assim... acabam por ser um ruído de fundo, que não contribuem para o desgaste dos meus tímpanos.
Até prefiro ver os desenhos animados que o meu filho aprecia, e fico-lhe grata por dar preferência a bonecadas que lhe ensinam alguma coisa de interessante. De há dois meses para cá, passei a saber no que consiste a alimentação dos papa-léguas e outros animais, o que é um pizzicato, um moderato e um adagio e já começo a saber quem são os autores de determinada obra de arte ou música clássica!
Mas o melhor de tudo, é mesmo o silêncio! Aquele que impera na minha casa quando o Falipe vai dormir e eu posso sentar-me no sofá e simplesmente apreciar a beleza do silêncio! Ou apenas o tic-tic-tic das agulhas de tricot ou o sussurrar da lã a ser crochetada entre os meus dedos...
O G. diz que pareço uma "velhota"... mas eu não me importo. Se ser velhota significa que me sinto serena e em paz, pois que assim seja!
25 de outubro de 2013
O fascínio pela cabana
Pelos vistos continua... mesmo depois de ela ter desabado.
Mas estava lá este corvo marinho empoleirado e eu não resisti!
Mas estava lá este corvo marinho empoleirado e eu não resisti!
22 de outubro de 2013
Pelos caminhos de... Moura
Depois de Serpa, rumámos a Moura.
Por entre campos de oliveiras carregadas de azeitonas (umas maçanilhas outras de outra estirpe), os campos alentejanos a oferecer um festim visual a quem por ali passa.
Não pudemos explorar Moura como teríamos gostado, porque o tempo era escasso e o sol já ia a querer pôr-se, mas pude perceber que Moura é capaz de ser ainda mais castiça que Serpa.
É igualmente pitoresca e mais uma vez as ruas todas aprumadinhas.
Um encanto!
Só tive pena que o Convento das Dominicanas, no interior do Castelo, esteja em ruínas... mas é de louvar o esforço bem presente de tentar recuperar o património existente.
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| Convento das Dominicanas |
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| Painel de azulejo nas ruínas do Convento das Dominicanas |
![]() |
| Segunda Rua da Mouraria |
![]() |
| O Palácio Gordillo é que dá pena estar neste estado... mas pelo que vi, já está planeada a intervenção para restaurar. |
21 de outubro de 2013
Pelas ruas lindas de Serpa
Gostei muito!
Ao
contrário de boa parte das cidades algarvias, por aqui preserva-se,
recupera-se e conserva-se! Mantém-se a identidade arquitectónica da
região.
As fachadas das
casas são cada uma mais bonita, "limpinha" e arranjadinha que a
anterior. Dá gosto andar por ruas assim! Gostei muito, muito pitoresco e
agradável e a revelar aquela calmaria de uma terra alentejana por
natureza!
Eu que cada vez gosto mais de casinhas térreas, apaixonei-me pelas portas e janelas. Nota-se muito?!
18 de outubro de 2013
Poesia de rua
Pelo meu aniversário andei por Serpa...
Numa daquelas ruelas estreitas, empedradas, limpas e lindas, características da zona histórica, encontrei esta poesia.
Adoro dar com estes pormenores dispersos!
Numa daquelas ruelas estreitas, empedradas, limpas e lindas, características da zona histórica, encontrei esta poesia.
Adoro dar com estes pormenores dispersos!
17 de outubro de 2013
Baú da felicidade #17
Numa manhã de domingo, Falipe decide que quer desligar a televisão e fazer um desenho (fico tão feliz quando ele toma estas decisões de livre iniciativa!).
Começou por desenhar a lápis de carvão.
À medida que me ia explicando que estava a desenhar uma casa, contou-me que era uma casa de tijolos.
Depois, disse-me que era a casa dos 3 Porquinhos, mas não era a casa de palha nem a de madeira, não, não, nada disso!
Perguntei-lhe porque não desenhava os 3 Porquinhos e ele respondeu-me que não conseguia, "porque o Falipe não é capaz..."
Eu respondi com uma pergunta:
- Já tentaste?!
Ele não me deu grande resposta... e enquanto eu estava entretida a arrumar umas coisas, ele seguiu desenhando. Quando dei por mim, já ele tinha passado à fase de colorir os desenhos que fizera com lápis de carvão.
Quando vi o desenho todo completo, fiquei emocionada e totalmente babada! Não só porque acho que o desenho está giríssimo, mas porque me apercebi que ele pelo menos tentou desenhar os 3 Porquinhos, mas antes disso, desenhou o Lobo Mau, que a meu ver de mãe-naba-do-desenho, está mesmo muito bem feito!
Começou por desenhar a lápis de carvão.
À medida que me ia explicando que estava a desenhar uma casa, contou-me que era uma casa de tijolos.
Depois, disse-me que era a casa dos 3 Porquinhos, mas não era a casa de palha nem a de madeira, não, não, nada disso!
Perguntei-lhe porque não desenhava os 3 Porquinhos e ele respondeu-me que não conseguia, "porque o Falipe não é capaz..."
Eu respondi com uma pergunta:
- Já tentaste?!
Ele não me deu grande resposta... e enquanto eu estava entretida a arrumar umas coisas, ele seguiu desenhando. Quando dei por mim, já ele tinha passado à fase de colorir os desenhos que fizera com lápis de carvão.
Quando vi o desenho todo completo, fiquei emocionada e totalmente babada! Não só porque acho que o desenho está giríssimo, mas porque me apercebi que ele pelo menos tentou desenhar os 3 Porquinhos, mas antes disso, desenhou o Lobo Mau, que a meu ver de mãe-naba-do-desenho, está mesmo muito bem feito!
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