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6 de março de 2015

{this moment}

{this moment} ~ A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If you're inspired to do the same, leave a link to your 'moment' in the comments for all to find and see.
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inspirada na Soulemama


4 de março de 2015

Escrever o amor

Porque ainda há românticos incuráveis. (eu)
Porque ainda há quem escreva cartas de amor. (eu)

Porque é importante escrever a alguém a dizer que os amamos e que nos fazem felizes.

14 de setembro de 2014

Parar o tempo

Congelar os momentos junto a ti, em que me sorris com o olhar e meneias ligeiramente a cabeça em sinal de vergonha, esse teu sorriso rasgado e absolutamente delicioso que me derrete o coração a cada dia que passa.
És doce e sorridente, és o meu menino com ar de safado, a prometer muitas traquinices futuras.
Quero gravar bem dentro da minha memória este teu sorriso rasgado com que me olhas, em sinal de amor incondicional.

E eu amo-te infinitamente.

14 de janeiro de 2013

Tu não gostas...

de fazer anos, porque achas que já são demais... começas a sentir o peso da idade.

Mas isso pouco interessa, hoje fazes anos e eu espero que estejamos juntos muitos mais anos, para assinalar esta data!

Parabéns, meu amor!

15 de junho de 2011

Porque sonhar é preciso!

tirada da net
Às vezes, acontece passar por um casal de velhotes nas ruas do centro da cidade, que seguem juntos, lado a lado de mão dada, com a mesma candura com que o faziam quando eram novos e o amor começava a despontar!
E quando olho para eles, não consigo deixar de me sentir comovida! E sonho no meu coração, que um dia vou ser uma velhinha assim, a passear de mão dada, com o meu G., mais velhinhos, mais enrugados, mais corcundas e com um andar mais lento e arrastado! E eu vou continuar a caminhar ao lado dele, "debaixo do braço"...
Porque para mim, o amor só faz sentido se for para a vida... porque foi isso que os meus pais me transmitiram com o seu amor, simples e bonito! 
Se a minha mãe não tivesse partido tão prematuramente, ainda hoje os veria juntos, velhinhos e de cabelos brancos, nas suas lides na horta. 
Não haveria grande exibição de amor, mas ele estava lá! Forte como sempre foi...
Porque a maior dor do meu pai, logo a seguir à da perda da minha mãe, foi que com ela partiram também os seus sonhos de velhice!...
E se perguntarem porque acho que o amor é para vida, como posso ter a certeza...? Eu não tenho certezas nenhumas, mas o meu coração estremece sempre que por milissegundos me perpassa pelo pensamento a hipótese de um dia perder o G. É este o meu barómetro do amor...Eu sei que nesse dia, tudo fará menos (nenhum) sentido!
Porque se isso acontecer, perderei muito mais que um marido ou um "amante"... perderei o meu companheiro, o meu melhor e maior amigo, perderei a pessoa que me escuta, a pessoa que me abraça mesmo que não entenda o que se passa comigo! Perderei quem nunca deixou de acreditar em mim, quem me ampara e me dá forças, quem me chama à razão e me diz para ir em frente... ou para ter cautela!
E porque imagino-me na minha velhice a fazer exactamente o mesmo que fazíamos quando nos conhecemos e começámos a construir a nossa relação e que é nada mais que isto:

Sentar num banco, a contemplar o mar e a conversar sobre tudo e coisa alguma!
tirada da net

14 de janeiro de 2011

O amor é...


tirada da net

Quando de manhã te dizia ao ouvido: "eu amo-te, sabias?"

E tu respondeste, para minha surpresa: "Xim"

29 de dezembro de 2010

Promessas são promessas...

A vida tem ironizado comigo! E muito...

Há 15 anos e meio, quando a minha mãe faleceu, prometi a mim mesma que só voltaria a comemorar o Natal com o espírito correspondente quando ele voltasse a ter significado de família para mim, e chamem-me maluca, aos 16 anos, achava que isso só seria possível no dia que tivesse um filho.
Por isso, ao longo dos últimos 15 anos, não mais montei árvore de Natal, não mais houve presépio em minnha casa, nem luzes, nem nada assim parecido.
A pouca família que me resta sempre me acolheu a mim e ao meu pai nas festas natalícias e isso para mim bastava-me! Sem desmerecer a minha família, que têm sido um pilar na minha existência e todo o meu apoio além do meu companheiro, o Natal mesmo assim não era comemorado, pelo menos por mim, com aquela vontade, aquele entusiasmo de antes... porque alguém me faltava, para preencher um vazio que ficou com a partida da minha mãe!
Ela embelezava os meus Natais de uma forma muito simples, mas quando isso desapareceu, percebi a dimensão da importância que tinham na minha vida. Ela comprava as minhas prendas quase 1 ou 2 meses antes e tentava sempre esconder onde eu não descobrisse, mas eu encontrava-as sempre, sempre! E abria-as... com muito cuidado, sem danificar o papel de embrulho. Via o que era (matava a minha curiosidade) e depois punha tudo de novo no seu lugar! É claro que ela percebia sempre que eu já tinha ido abrir o presente... lembro-me de uma boneca linda, que eu adorei tanto, que me custou voltar a por na caixa... e nesse Natal, o dia 25 parecia nunca mais chegar...
E depois no Natal, a minha mãe fazia sempre pastéis de batata doce, que me fazem água na boca até dizer basta!
E com ela isso desvaneceu-se!
Por isso, jurei! Só voltaria a montar o pinheiro quando tivesse um filho, porque aí sim, teria razões bastantes para comemorar!
E realmente tenho!!! Todas e mais algumas... porque sim, já tive um filho. E porque ele nasceu no dia de Natal! Por isso, mesmo que não quisesse assinalar o dia, como poderia não haver festa em minha casa???!!!
Por isso, este ano houve pinheiro de Natal (com luzes e tudo!) e presépio e os pastéis de batata doce... bem, esses... uma amiga minha, há uns anos "tramou-me" e convenceu-me a ensinar-lhe a receita dos pastéis da minha mãe, e então de há 6 anos para cá há sempre pasteladas!

Agora digam lá que não é ironia??!!

2 de novembro de 2010

E ao fim de 9 anos

Ele ainda me "dá" música...!

E faz "mixed tapes" no meu MP3 para eu ouvir aquele som que ele gosta mesmo muito!

O amor tem destas coisas...

22 de junho de 2010

Todos os dias...

Faço questão de dar um beijo ao meu marido enquanto ele dorme, antes de sair para o trabalho! (mesmo nos dias em que estamos meio de candeias à avessas... sim, porque todos os casais de tempos a tempos têm divergências!...)
Faço questão de cobrir o meu filho de beijos!
Porque eu não sei se regresso... não se não haverá algo que me impeça de voltar... eu sei que parece fatalista, mas todos os dias dou um beijo ao meu marido e 50 ao meu filho porque não quero nunca pensar que me podia ter despedido e não o fiz...
Tudo porque demasiado cedo na vida descobri que podemos perder as pessoas que amamos num minuto... e porque a vida ao menos teve a "delicadeza" de não me levar as pessoas que eu amei sem que eu tivesse tido a oportunidade de lhes dizer o quanto as amava e de me despedir!
E não, não o faço com tristeza!... Faço este gesto todos os dias com o meu coração cheio de amor por eles os dois!

31 de agosto de 2009

Amor que cresce sem se ver...

Assim é o amor que sinto pelo meu filho!...
A cada dia que passa me sinto mais "enamorada" daquele pequeno ser.
Sinto-me progressivamente mais babada e orgulhosa de ser mãe e principalmente daquele menino de olhos doces, boca perfeita e ainda mais quando esboça o sorriso rasgado quando me vê chegar do trabalho!
Que me enche a alma de alegria e felicidade transbordantes quando ri à gargalhada comigo!
Sempre soube que queria ter filhos e que ser mãe seria concerteza um dos pontos altos da minha vida, mas agora percebo o porquê de ter esse feeling!
E fico surpresa por não só não me ter enganado, como a experiência superou a minha expectativa de todas as maneiras possíveis!!!
Nunca pensei que pudesse ficar cada dia mais e mais rendida a um amor incondicional como este.
Eu devo ser uma encarnação perfeita da mãe babada até mais não...
Acho que 50 mil maços de lenços de papel não chegarão...!

10 de junho de 2009

Saudades de nós

"Às vezes estamos juntos, mas parece que estamos distantes...
Mas depois matamos as saudades de nós os dois, com pequenos gestos que noutro dia qualquer parecem não ter significado!
Porque basta um abraço ou um olhar para nos sentirmos unos.
Mas nada me faz sentir mais próxima de ti do que sentir o toque da tua pele contra a minha!"

18 de abril de 2009

O que é o amor...?!

Há uns dias atrás enviaram-me um mail com várias definições de amor, de crianças de tenra idade.
É incrivel como as crianças são inocentes... mas ao mesmo tempo conseguem ser de um simplicidade e de uma perspicácia a toda a prova!
De todas as que li aquela com que me identifiquei mais foi com esta de um menino chamado Tommy, de 6 anos:
"O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem."
Acho que a minha ideia romântica e idílica do amor é mesmo esta, que quando se chega a velhinhos ainda somos amigos e nos aceitamos com todos os defeitos e mais alguns!
Eu quero chegar a velhinha e continuar a ser amiga do meu amor, tal como foi a amizade que antecipou o nosso amor.
Mas ontem à noite, veio-me à ideia ainda outra definição possível de amor:
"É termos guardados todos os postais, cartas e e-mails que nos escrevemos dentro duma pastinha e reler tudo passados alguns anos e tudo o que está escrito continuar a fazer sentido, talvez agora mais do que nunca! É ficar desorientado quando não se pode estar fisicamente juntos para se poder conversar sobre «como foi o teu dia??». É estar juntos em silêncio e de alguma forma conseguir comunicar! É sentir que não estamos completos sem o outro!"

3 de abril de 2009

3 coisas que gosto

1 - o sorriso lindo do meu amor grande, o meu companheiro de vida!

2 - o rosto do meu amor pequeno, o meu filhote de 3 meses!

3 - o sol a bater nas águas da Arrifana ao final da tarde...