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13 de março de 2015

{this moment}

{this moment} ~ A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If you're inspired to do the same, leave a link to your 'moment' in the comments for all to find and see.
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inspirada na Soulemama


31 de outubro de 2013

Cada vez gosto mais da minha box de canais de tv!

Desde as férias que lá por casa reduzimos drasticamente o consumo de televisão, já aqui tinha dito isto...

Entretanto, parece que as séries que eu seguia religiosamente começaram todas novas temporadas, assim em catadupa. Uma delas, só me apercebi do facto quando já ia no 3.º episódio. Mas mantive-me firme no meu objectivo de não me postar vegetativamente em frente ao caixote que debita imagem e som.

Para não ficar a remoer-me por estar a "desacompanhar" as minhas séries de eleição, nada como programar a box para gravar todos os episódios. Num dia da semana à escolha, tiro umas horas e vejo todos de seguidinha.

O que eu ganhei em serenidade, paz de espírito e em avanços nos meus projectos de artes manuais não têm preço!

Não vejo telejornais, o que não significa que esteja completamente a leste do que se passa no país e no mundo. Mas não tenho que levar injecções de conjecturas, bitaites e opiniões dos mais variados quadrantes sobre uma mesma notícia que por vezes nem tem categoria suficiente para se poder chamar notícia... desde o casal maravilha que lava a roupa-suja em praça pública, os meninos da bola que ficaram todos ofendidos, as propostas de leis que afinal nem são bem assim... acabam por ser um ruído de fundo, que não contribuem para o desgaste dos meus tímpanos.

Até prefiro ver os desenhos animados que o meu filho aprecia, e fico-lhe grata por dar preferência a bonecadas que lhe ensinam alguma coisa de interessante. De há dois meses para cá, passei a saber no que consiste a alimentação dos papa-léguas e outros animais, o que é um pizzicato, um moderato e um adagio e já começo a saber quem são os autores de determinada obra de arte ou música clássica!

Mas o melhor de tudo, é mesmo o silêncio! Aquele que impera na minha casa quando o Falipe vai dormir e eu posso sentar-me no sofá e simplesmente apreciar a beleza do silêncio! Ou apenas o tic-tic-tic das agulhas de tricot ou o sussurrar da lã a ser crochetada entre os meus dedos...

O G. diz que pareço uma "velhota"... mas eu não me importo. Se ser velhota significa que me sinto serena e em paz, pois que assim seja!

8 de julho de 2013

Cara de castelo!

Os programas não planeados são os que sabem melhor, são os que nos fazem melhor ao espírito e ao corpo!

É por conta de finais de tarde como o de ontem que eu sou tão grata por ter o privilégio de viver onde vivo, com a praia ali à "mão de semear"!

Falipe delirou com as ondas, o coração batia tão descompassado e num tal aceleramento, que julguei que o coração ia pular fora da caixa torácica a qualquer instante. Os sorrisos felizes do meu pequeno filho encheram-me a alma!

Eu para variar, decidi ignorar as ordens da otorrina e optei por não esperar as duas semanas recomendadas para poder começar a dar mergulhos terapêuticos no mar e, a água de temperatura maravilhosa limpou-me os pensamentos mais negros, que teimam em me assolar, especialmente depois da semana de incredulidade perante o (des)governo.

Não trabalhei para o bronze, mas afinal de contas a melhor hora para estar na praia é e sempre será das 18h às 20h30!!! Digam lá o que disserem...

É caso para se dizer: que bem que se está no Algarve!



1 de julho de 2013

"Acampamento cigano"

Gosto quando a famelga e amigos mais restritos se junta em festas.

Gosto da azáfama dos preparativos.

Gosto dos rostos sorridentes. Gosto dos sorrisos de quem apreciar juntar-se assim.

Gosto das gargalhadas e da barulheira dos adultos, que se sobrepõem ao ruído dos miúdos.

Gosto da partilha natural, de saberes, de experiências, de histórias de outros tempos.

Gosto das piadas galhofeiras entre uns e outros, na picardia inofensiva.

Gosto de ver os miúdos brincarem juntos, de fazerem queixinhas de uns e de outros, de os ver correr e saltar pelo quintal e às vezes pela horta dos meus primos adentro.

Gosto de me abancar e saber que se quiser comer, como e se não quiser, fico só na converseta.
Gosto de ouvir o D. Dinis dizer: "comam moços!" 

Gosto de ver a Albertina, do alto dos seus 80 anos, dobrar a espinha e tocar com as mãos no chão e dizer com a maior naturalidade que foi praticante de Tai-chi durante 4 anos. 

Gosto de sentir o quanto gostam de mim, sem reservas ou expectativas, a não ser estar presente e apreciar boa companhia.

Gosto de gostar deles todos, cada um à sua maneira e gosto de fazer parte desta família meio amalucada, que sempre que se junta, mais parece que monta a tenda do "acampamento cigano".

Saio de lá cansada, de rastos, mas de alma lavada e coração cheio!
Olho para o Falipe e percebo o quanto ele fica feliz por fazer parte disto tudo!

17 de maio de 2013

Já que a Primavera foi para parte incerta...

Eu cresci metade na cidade, metade no campo.
Eu cresci metade no campo a brincar com as flores campestres.
Eu cresci a fazer colares e pulseiras com flores, a beber o doce néctar das flores das palmas de Santa Rita, a ficar com os dedos peganhentos do crude do "mato estêva", a despir os "rabos de coelho" das suas sementes, a ver as pêras crescer na árvore... a comer erva azeda e deitar-me nos campos e fazer "anjos", como se fosse na neve... de correr pelos campos e olhar para trás para ver o rasto que tinha deixado. Eu cresci a brincar debaixo da daroeira que cresceu de arbusto e se fez árvore robusta, que segurava o baloiço artesanal de contraplacado marítimo e corda de sisal que o meu avô Manuel me fez!

Eu cresci metade no campo a ver a Primavera despontar até mostrar o seu esplendor.

Agora que sou crescida, por vezes passo nos campos carregados de flores e sinto uma vontade urgente de parar o carro e sair a correr pelos campos, deixando o rasto e deitar-me a fazer anjos no meio da erva!


















23 de abril de 2013

Sinto-te a falta

Há muito que andava apartada de ti.
Há muito que não te abraçava, que não te absorvia, que não observava e te olhava com olhos de quem realmente vê.

Há muito que deixara de te procurar e esta ausência teve os seus efeitos maléficos em mim... a falta de ti fez com que me acobardasse, que me deixasse abater, que me deixasse envolver pelo negativismo, pela tristeza, pelo pessimismo e isolamento, pela falta de horizontes, aqueles que tu sempre me deste e mostraste em toda a sua magnitude.
Senti a falta dos teus aromas, do teu cheiro perfumado, de mil e um perfumes diferentes.
Senti a falta da tua beleza, com todos os seus contornos.

Eu sabia que andava apartada de ti, e que precisava das boas energias que sempre me deste. Essas energias que sempre me ajudaram a manter-me perseverante no optimismo e na esperança enorme de que após um ou mais dias maus, vem sempre uma sucessão de dias bons, cheios de alegrias e conquistas.
Eu sabia que precisava de me ligar a ti para receber algo que não é tangível, mas que para mim é real e palpável.
Eu sabia que precisava de parar para te escutar, com todos os teus sons calmantes e de te olhar, para absorver todas as tuas cores, com imensas variações.

Senti a falta do teu mar, da tua relva, dos teus pássaros, dos teus frutos e árvores, das tuas ondas e da tua areia. Senti a falta da saúde mental e física que me trazes, da paz interior que me ofereces, da calma e do sossego que me transmites.
Por isso, não sei viver longe desta comunhão contigo... Mãe Natureza!








15 de abril de 2013

Agora que chegaste, não vás embora!

Depois de tantos meses debaixo de céu cinzento e chuvoso, acho que todos sentimos a adrenalina de termos um sol radioso, que nos permitiu abrir janelas, arejar a casa, e esplanadar!

Por isso, sol, fica mais um bocadinho!





29 de novembro de 2012

Eu, maximalista, me confesso!

Por oposição à onda minimalista que voga muito por aí, eu sou uma maximalista!
Para mim, menos não é mais... 
Mais é e sempre será mais!
Nada tenho contra quem assumiu e segue os conceitos do minimalismo, não os julgo, porque por mim cada um sabe de si e do que melhor funciona para si. Ainda bem que somos todos diferentes e que podemos escolher aquilo que queremos ser!

Mas analisando friamente este conceito, concluo que o maximalismo é que é a minha filosofia!

Sou maximalista nos inúmeros objectos que guardo religiosamente e que encerram momentos que gosto de recordar sempre que me apetecer! Porque os posso ver, cheirar, tocar, sentir! Porque me trazem à memória pessoas a quem já não posso abraçar, ou outras com quem gostaria de ter tido mais tempo para as conhecer.
Sou mais no amor e carinho que dedico àqueles que amo e aos que estimo e com quem tenho o privilégio de partilhar amizade.
Sou mais nos encontros e visitas que faço a quem gosto, porque o contacto com os outros é mesmo o sal da vida, é aquilo que nos traz riqueza sem precedentes, seja uma boa conversa, ou seja um debate aceso. 
Sou mais nos móveis que tenho em casa, poucos em número mas grandes em tamanho, porque me permitem guardar os tais objectos que sentimentalmente gosto de manter, sejam pedras que apanhei numa praia e que me recordam uma tarde bem passada, ou os álbuns repletos de fotografias que documentam tantos momentos de alegria e felicidade e outros assim-assim. Sou mais nos sofás e cadeiras e na mesa grande de jantar, porque posso reunir todos os meus amigos numa jantarada sempre recheada de boas gargalhadas!
Sou mais nas horas que gosto de passar a ler, porque é algo que me enche a alma.
Sou mais nos bolos de chocolate e nas comidas gostosas, porque comer e beber me dão prazer!
Sou mais no tempo que passo na internet, porque com isso aprendo tanto!
Sou mais na liberdade de cumprir ou não a minha agenda, porque ter a vida excessivamente organizada, até à ínfima partícula é coisa que me parece mais uma prisão auto-imposta.
Sou mais a dormir pela manhã adentro, porque à noite é que me sinto no auge das energias e é quando funciono melhor, sem com isso sem menos bem sucedida do que qualquer bom madrugador.
Sou menos nos nasceres do sol, mas sou tão mais nos pôr-do-sol!
Sou menos no sol da manhã, mas sou mais nas estrelas que brilham no céu e na lua cheia que enche a noite de luz!

6 de novembro de 2012

Eu sou a miúda

Que em dias como hoje gosta de andar na rua, ver montras, pessoas!
Ver a cidade cheia de movimento.
Se bem que por estes dias, andar no centro da minha cidade chega a ser deprimente, com a quantidade de lojas do comércio tradicional e que existiam há décadas e que fecharam, umas definitivamente, outras dando lugar a lojas de compra de ouro...
Mas anima-me este sol agradável e apetece-me dançar!
E quem sabe, beber uns cocktails?!...

23 de outubro de 2012

Cartas ao Pequeno Princípe

A Tanita acertou em cheio na prenda que me enviou pelo meu aniversário.
E se sorri quando vi o que era e depois ao ler a sua missiva, carregada de amizade, mais sorri quando soube de imediato que destino dar a esta prenda. Obrigada querida amiga!

Decidi que este iria ser uma prenda minha, mas de mim para o meu filho.
Neste caderno tão simples e bonito pretendo escrever pequenas cartas e mensagens para um dia ele ler, quando e se quiser.
Porque foi quando ele estava na minha barriga que finalmente me decidi a ler esta história, tão linda. E guardo o livro para lhe oferecer quando ele o quiser ler e se sentir preparado para isso.


10 de outubro de 2012

Páginas escritas

A vontade e o desejo de regressar a tempos em que os meus escritos ficavam aqui.
Em que discorria sobre mim, o mundo o que me rodeia, as pessoas que nesse mundo habitam.
Em que exorcizava medos, receios e fantasmas e ganhava lucidez no meio do emaranhado que sempre foi a minha mente povoada por pensamentos sem fim.
Onde parece que encontro a clareza no rol de pensamentos que sucedem a velocidade estonteante.

É bom regressar à palavra escrita manualmente.
O pulsar do cérebro que se escoa nas mãos, segurando uma caneta que desliza veloz sobre as linhas certinhas do papel.

caderno forrado pela Maria Mariquitas

2 de outubro de 2012

Futilidades

Depois de mais de um ano sem gastar dinheiro nisso, comprei uma mala para mim, prenda antecipada de aniversário (como sempre...)

Entrei numa livraria e tive que encolher-me para não trazer quatro ou cinco, porque compro à média de dois por mês...

14 de agosto de 2012

Regressar

Tenho andado arredia, fugida de ti.
Há demasiado tempo...

Só nesta tarde, quando finalmente regressei de saco de praia e mais não sei quantos atavios (pouco habituais em tempos que já lá vão) é que tomei a real consciência do quanto me afastei, de quanto tempo passou sem que te visitasse, no verdadeiro sentido da palavra.
Sem que pusesse os pés na tua areia dourada e fina, apercebi-me do quanto estava saudosa de sentir a frescura das tuas águas geladas e límpidas.

E do quanto eu sentia saudades de ouvir aquele som cadenciado e apaziguador do vaivém das ondas.

Não há outra praia onde consiga esta mesma paz, essa sensação de que sou pequenina numa imensidão de mundo.
Voltei a sentir aquela curiosidade de sempre, em saber o que estará do outro lado deste mar e da linha do horizonte.
Tomei consciência da falta que sentia de cá vir, do quanto me desorientei e perdi o norte, quando era aqui que sempre o encontrava.
Tomei consciência que na pressa de atender a tantas outras coisas, comecei a fugir de estar aqui, quando era aqui que me deveria ter refugiado, como sempre fiz, para pensar, para ouvir os meus pensamentos, para assim conseguir organizá-los devidamente.
Apeteceu-me esbofetear-me por não ter percebido isto mais cedo, por me ter esquecido de que realmente preciso de te visitar... por ter deixado sempre para mais tarde aqueles passeios de "ligação à terra", que foram sempre o que me ajudou a manter a sanidade mental e a clareza e presença de espírito, quando o meu mundo parecia desabar...

Em sinal de apreço pelo meu regresso, deste-me de presente horas bem passadas e coroadas por um fantástico pôr-do-sol, único. Não encontro um mais bonito em nenhum outro local...

Como me dizia o meu amigo J., estar ali e saber que temos que ir embora provoca tremenda vontade de nunca mais sair dali!


18 de julho de 2012

Almoço relaxado

Em certos dias gosto de almoçar sozinha (especialmente quando o menu do refeitório não agrada..)
Hoje foi um desses dias. 
E que almoço relaxado eu tive!
Fui almoçar a um restaurante vegetariano próximo do meu local de trabalho. Adoro comida vegetariana!
Deliciei-me com umas espetadas de tofu com molho de manga, que estavam mesmo divinais, seguidas duma fatia de tarte de cereja e manga e um café de cereais.
Para completar o quadro, fui lendo uma das minhas revistas preferidas, enquanto se ouvia música clássica em pano de fundo.



11 de junho de 2012

As Amantes do Verão - 11) As tardes de verão...

Aquelas boas, mas mesmo muito boas, boas como boas, são as passadas na esplanada a ler um bom livro e uma bebida fresquinha!

Mas também pode ser um café e um gelado!

Naná@www.arrifanasea.blogspot.com

As tardes de passeio por este Portugal fora são igualmente boas. Não sou esquisita... campos, rios, castelos e muralhas, museus, praias e falésias. Eu gosto é de ir, porque é o melhor remédio (para a alma)... como dizem por aí!


30 de maio de 2012

Prazeres nocturnos


Sempre gostei de ler.
Ler sempre fez parte de mim, especialmente após ter entrado na adolescência.
Gosto do cheiro do papel, das letras que decoram as páginas e dos mundos (fictícios ou não) onde me levam.
Actualmente muito mais do que o prazer que sempre retirei daí, é algo com o qual já não consigo passar...
Antes de apagar a luz para dormir, tenho que ler! 
Nem que sejam só uns parágrafos ou uma ou duas páginas.
Ler proporciona-me um dormir mais reparador, vá-se lá entender porquê...
Mais que um prazer, ler é um hábito saudável.

18 de maio de 2012

Chega , chega a minha agulha!


tirada daqui

Nunca gostei de agulhas, nem de nenhum item que picasse e como tal, infligisse dor! Mesmo por muito leve que fosse.
Descobri a acupuntura na altura da minha gravidez... nunca me passaria pela cabeça recorrer a terapias alternativas num momento como este e foi preciso muito trabalho de "convencimento" da parte de um colega de trabalho, cuja mulher é acupuntora. 
Andou semanas em marcação cerrada, que "ah e tal, é bom, ajuda à dilatação no momento do parto", etc e tal.(isto nunca cheguei a confirmar...)
Eu só pensava nos possíveis efeitos que espetar agulhas pelo meu corpinho poderia ter na criança que eu carregava na barriga, com amor desmesurado.

Mas depois de ter lido alguns artigos sobre a matéria, acabei por ir experimentar, fazer uma sessão de terapia. 
O facto foi que realmente gostei, nem sei muito bem explicar por que razão.
E continuei a ir. 
Notei melhorias bastante significativas após 2/3 tratamentos, especialmente ao nível da dores nos gémeos, derivada da retenção de líquidos. Durante o restante período de gravidez nunca mais tive esse tipo de dores...
Mas o momento de catarse que me convenceu que a acupuntura faz maravilhas e me fez render a esta terapia alternativa, foi já quase no fim da minha gravidez, quando o meu nervo ciático decidiu dar o ar da sua graça nenhuma e de cada vez que pousava o pé no chão, sentia um esticão de dor intensa percorrer-me toda a perna desde a nádega até ao tornozelo... houve momentos que inclusivamente perdi o equilíbrio por não conseguir suportar a dor, e quase tombei redonda no chão...
Com apenas um tratamento de agulhas, espetadas nos sítios certos, saí de lá sem sombra de dor! Apenas a moínha de estar dorida... 
Rendi-me incondicionalmente!
De vez em quando volto a fazer uns quantos tratamentos, quando me sinto mais aflita de alguma dor e ou padecimento picuinhas da minha parte!
Hoje vou lá para mais uma sessão e aquela hora e meia de tratamento é a minha hora zen!
Quando saio de lá parece que me revigoraram a alma e isso transmite-se no corpo!
Gosto!

11 de maio de 2012

Sobre os algarvios...

"O soldado Jacinto Marta quis saber a opinião do furriel António Mendes acerca do sargento Raul Figueira, e o outro apenas disse que o sargento Raul Figueira era algarvio e que era sempre muito difícil emitir opiniões justas acerca de algarvios."
in O teu rosto será o último, de João Ricardo Pedro - prémio Leya 2011

Eu desatei a rir à gargalhada em plena esplanada e devo ter recebido olhares estranhos dos "vizinhos" de esplanada...

30 de abril de 2012

Teatro

Às vezes esqueço-me do prazer que tive quando participei num workshop de teatro e do nervoso miudinho de encarnar uma personagem tão díspar de mim mesma, diante de uma pequenina plateia.
No entanto, tenho é saudades de ir assistir a uma boa peça de teatro...




10 de abril de 2012

No meio do nada

Para terminar o meu surto de "rebelião de cidadão" e politiquices, nada como imagens destas para me acalmar e fazer lembrar que há coisas que valem bem a pena!

Cada vez mais sinto falta de espaços como este, no meio do nada, onde apenas ouvimos o cantar dos pássaros e o som uivante da brisa nas copas das árvores.