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10 de março de 2016

No poupar é o que está o ganho!

Desde que os bancos começaram a cobrar valores exorbitantes numa base mensal de despesas de manutenção de conta, de forma a compensar as perdas que têm tido por causa das taxas de juros registarem mínimos históricos, que comecei a ficar cada vez mais incomodada com a forma como definiram as coisas...

Obrigam a que cumpramos determinados critérios, seja ele ter ordenados domiciliados, cartões de crédito que até nem precisamos e/ou usamos, ou definir valores mínimos de investimento em poupanças.

Ao mínimo deslize, pumbas, cobram a comissão!

N ano passado, vi-me confrontada com a cobrança de uma comissão porque a minha poupança tinha chegado ao prazo final e durante aquele mês, o mínimo não esteve investido durante 3 dias daquele mês. Sim, 3 dias!

Reclamei com o banco, e ainda tive que levar um sermão da gerente da agência de que eu só via os pontos negativos do banco e nunca os positivos. Se eu fosse listar todas as chatices que tive com aquele banco, iam perceber essa minha "tendência"... a coisa acabou por se resolver, mas foi preciso eu submeter uma reclamação junto do Banco de Portugal, para me devolverem o valor cobrado, não sem antes me terem enviado uma carta fofinha a dizer que sim senhor, devolviam a comissão cobrada, mas que era uma espécie de "benesse" que me concediam apenas uma vez e que não esperasse que voltasse a suceder, acaso reclamasse.

Na altura, equacionei seriamente simplesmente encerrar a conta e ir pregar para "outra freguesia", porque não sou apologista de manter serviços com empresas que me prestam um mau serviço... mas como a coisa se resolveu, decidi dar o "benefício da dúvida"... e mantive a conta aberta.

Ontem descubro que apesar de ter o dinheiro investido (e que rende valores absolutamente ridículos de juros, se compararmos ao que eles cobram de comissões de manutenção de conta), fizeram a cobrança.
Liguei para o banco para averiguar o que se poderia ter passado.

No meio da conversa, ouço esta tirada, que foi dita em tom de brincadeira e só pode ser mesmo encarada como piada:

- Então, você se investir um mínimo de 5 mil euros, poupa 60€ por ano em comissões de manutenção!

Ou seja, se eu não quiser pagar ao banco para ter lá o meu dinheiro investido e receber juros de miséria, enquanto eles o investem e ganham dividendos chorudos, tenho que de repente enriquecer! Para poupar dinheiro!

3 de dezembro de 2015

Parábola de uma mãe sem sistema de apoio

Em verdade vos digo, há gente que não faz ideia a sorte que tem!..


E que pensa que todos têm a mesma sorte que eles...

27 de março de 2015

"Just Breathe"

Porque há pessoas que nos tiram do sério, que nos fazem mal por intermédio de outros mais fracos, a quem apenas queremos o bem.
Porque há pessoas que só se sentem bem e encontram alguma paz, quando estão a destilar veneno e a fazer com que os outros fiquem na merda, porque assim se sentem mais acompanhados, porque assim os infelizes não são só eles. 
Porque há pessoas que têm muitos problemas na vida, mas ao invés de pedirem ajuda, têm demasiado orgulho, ao qual juntam a inveja e até algum ódio, e apostam unica e exclusivamente em magoar quem os poderia ajudar altruisticamente, em descarregar nesses mais próximos as suas frustrações, raivas e mágoas.
A essas pessoas, eu digo: se querem ajuda, peçam-na (a mim ou a quem quiserem!), mas se não querem, vão pregar para outra freguesia e desamparem-me a loja! Porque eu recuso-me a viver infeliz e amargurada.
E mais, recuso-me a perder tempo e energia com eles. Cada minuto ou hora que perco à conta de pessoas assim é tempo da minha vida totalmente desperdiçado.

Porque às vezes, basta apenas respirar! Saber respirar! 
E se crianças pequenas conseguem compreender e praticar isso, qualquer um o pode fazer, sempre que queira!
Bom fim-de-semana!

19 de março de 2015

Do dia do pai lá de casa

Apesar de estar sozinha com os dois rapazes, consegui fazer um bolo de mirtilos para levar para a festa do dia do pai no jardim de infância do Filipe.

O Ricardo colaborou como um lindo menino e esteve sossegadamente a brincar com tampas de plástico dos iogurtes e a tirar ao chão tudo o mais que lhe pus na frente.

Enquanto isso, eu e o Filipe fizemos um bolo, e foi bom de ver o enorme entusiasmo dele, muito maior do que nas outras vezes que fazemos um bolo, porque para ele, este era especial, por ser para o pai e para levar para a escola.

O pai provavelmente nem o vai provar, a julgar pelo que aconteceu na festa do ano passado... (num universo de 25 pais, havia apenas 5 bolos...)

Mas o importante mesmo, teria sido eu ter-me lembrado de levar o bolo para a escola, e não o ter deixado em cima do balcão da cozinha, lindo e cheiroso...

Do mal o menos, o pai leva o seu próprio bolo!



5 de fevereiro de 2015

Cúmulo da tortura

É ir para o trabalho de estômago vazio, porque não houve tempo para tomar pequeno-almoço e fazer mais de metade do percurso atrás duma carrinha de transporte de pão, com uma imagem gigantesca de uma baguete rústica, na traseira.

Ali, a olhar para mim... a desafiar-me... a provocar o meu pobre estômago vazio e varado de fome!

15 de janeiro de 2015

Coisas que me baralham os circuitos dos neurónios

O carteiro que  deixa o postalinho na caixa do correio a avisar que não entregou a encomenda, porque ninguém lhe abriu a porta... Às tantas, se ele tivesse tocado à campaínha perceberia que estava mesmo alguém lá para lhe abrir a porta e tinha-me poupado duas deslocações à estação dos CTT no centro da vila, que funciona em horários manhosos... e sim, a campaínha funciona perfeitamente!

Pais de meninos que o meu filho decidiu convidar para a festa de aniversário e que recebendo o convite, não dizem nem truz nem muz... se não queriam que os filhos fossem, ao menos tivessem a dignidade de dizer isso mesmo. Não custa nada, não come pedaço e é de bom tom! (digo eu, que me considero uma pessoa "educadinha")

Pessoas que acham que ter um contrato de electricidade, água ou gás, devem pagar zeritos porque não têm consumo. Será caso que não percebem que há taxas a pagar só por terem a electricidade, a água ou o gás à distância dum clique. Se querem pagar zeritos, é mandar desligar por completo! Bale?!


25 de março de 2014

Eu sei que não me posso irritar #2

A maldita saga da marcação de consulta de otorrino para o Falipe continua...

Ligo para o hospital para saber se já têm a consulta marcada.

A resposta é: 

- Lamentamos senhora, mas o pedido de nova consulta ainda não deu entrada. Sugiro que contacte o seu centro de saúde e a médica de família, para saber o que se passa.

Raisparta lá tudo isto!

Quando não é do cu é das calças!

Ligo, para o centro de saúde, explico calmamente a situação... a resposta é:

- Lamentamos, mas só amanhã de manhã, porque só com a doutora cá é que posso averiguar o que se passa com o pedido de consulta.

Eu juro que tento, a sério! Mas paciência foi virtude que não recebi em grande quantidade e a minha veia diplomática esgota-se quando percebo claramente que andam a fazer de mim bolinha de ping-pong. 

Eu tento ser polida, educada e simpática, e encontrar soluções de forma calma e serena.  Mas começo a acreditar piamente que é preciso ser bruta, mal-educada e chamar uns quantos nomes a uns e outros pelo caminho. Talvez assim a coisa se torne mais célere!

12 de março de 2014

Eu sei que não me posso irritar...

Mas o sangue ferve-me nas veias!

Só me apetece dizer palavrões daqueles gadelhudos, em bom vernáculo!

Desde Janeiro que aguardava a marcação duma consulta de otorrino para o Falipe, através do SNS. 

Hoje descobri que pelos vistos faltámos à consulta marcada para o passado dia 04 de Fevereiro...  e foi porque manifestei a estranheza perante a demora na marcação da consulta.

Ora bem, eu até teria levado o meu filho ao médico na data e hora marcada, se tivesse recebido a cartinha a avisar!

Como sempre, nestas coisas, a culpa é sempre de quem?! De quem?!

Do carteiro, pois está claro!


9 de janeiro de 2014

Levem lá a bicicleta!

Não posso deixar de achar correctas as alterações que foram feitas ao código da estrada, no sentido da "inclusão" das bicicletas como um veículo, obedecendo às mesmas regras de prioridade.

No entanto, não consigo evitar sentir-me um tanto receosa perante tal mudança de regras e as implicações que têm na prática do quotidiano.

É que, a meu ver, os ciclistas "puros e duros" têm a perfeita noção do perigo e percebem que andar de bicicleta na estrada implica alguma sinalização, especialmente depois do sol se ter posto. Implica ter luzes de sinalização à frente e atrás, como qualquer outro veículo que circula na estrada. Alguns vão mesmo mais longe e investem em chapas retro-reflectoras, algumas delas piscantes até... que permitem que os demais que por ali circulem os consigam ver bem.

Já os senhores que têm uma bicla daquelas de 50 aérios compradas na secção do hiper para dar umas voltas do «vou-me ali, já volto», acham que isto é só fazer-se à estrada, não importa a que hora do dia, sem qualquer sinalização luminosa à frente ou atrás, pouco se importando se causam "sustos" a qualquer condutor de veículos, motorizados, automóveis ou o que seja.

E nestas coisas eu sou muito pragmática: meus senhores, se se acham agora empossados de direitos, atentem também nas obrigações correspondentes, sim?!

4 de dezembro de 2013

Lobo em pele de cordeirinho

Ah se as pessoas soubessem quem tu és na verdade...

Se elas pudessem vislumbrar apenas e só uma pequena fracção da alcoólica inveterada e infeliz criatura em que te tornaste, acredita que elas te desprezariam muito mais do que aquilo que acusas a tua família de o fazer!

Às vezes penso em desmascarar-te, levantar a ponta do véu sobre a mesquinhez e inveja que te caracteriza, o egoísmo e egocentrismo que te é comum e habitual, mas que tu escondes atrás duma fachada de mulher fantástica e de bem com a vida... 

Mas sabes, eu não pretendo de forma nenhuma descer ao teu nível. 

E além do mais, seria energia mal canalizada e desperdiçada irremediavelmente. 
Porque nunca chegarás a perceber que a solidão e infelicidade em que vives diariamente são o fruto das escolhas que foste fazendo ao longo da tua vida, apesar de sucessivamente quereres atirar as culpas para cima de terceiros, especialmente aqueles que sempre te apoiaram... até ao dia em que os teus insultos e ódio destilado apagaram qualquer réstia de empatia que ainda lhes pudesse subsistir...

E a vida ensinou-me que o dia chegará, em que a tua fachada cairá por terra, esborratando-se como maquilhagem à chuva e todos verão que indecente és tu e não a família a quem tão levianamente acusas de o ser...

27 de novembro de 2013

Apelo a conhecidos e semi-estranhos

Por favor, coíbam-se de me esfregar as vossas mãos congeladas no rosto!

Eu não preciso de mais uma demonstração de que está frio!

Pasmem-se ou não, mas eu também sinto frio e nem por isso andei a pregar os meus dedinhos congelados na vossa cara, pois não?!

Obrigadinha pela atenção!

13 de novembro de 2013

Desculpas esfarrapadas

Há dias parei a ler este artigo da Visão, e de imediato pensei comigo "falta aqui uma desculpa esfarrapada!"

Achei que faltava ali uma desculpa mesmo muito mal amanhada, que ouvi uma chefia minha invocar para faltar ao trabalho a uma sexta e segunda-feira seguinte:

- Morreu o meu cão! Estou de luto...

Até teria achado piada e um episódio um tanto ou quanto caricato o meu chefe vir trabalhar na terça-feira, com ar de quem lhe faleceu um parente próximo* (acredito piamente que tivesse uma verdadeira relação de afeição ao animal e digo isto sem qualquer réstia de ironia), se nesse mesmo dia eu não estivesse de luto pela morte do meu pai, falecido quatro dias antes... 

Enquanto o meu chefe colocou a maior cara de tristeza e dor profunda pela morte do seu amigo de quatro patas, eu fiz um esforço tremendo para ir trabalhar e não deixar transparecer o negrume que me ia na alma.

Fiquei ainda mais incomodada, quando me apercebi da sua tremenda falta de chá enquanto me descrevia o quanto estava sofredor, estando eu ainda mal refeita do desaparecimento do meu pai... Caiu-me mal a sua atitude e fez com que eu, habitualmente empática perante as perdas dos outros, nunca mais tivesse conseguido manter uma postura respeitosa perante este meu chefe, por quem eu já não "morria de amores"...

Há pessoas que invocam as razões mais estapafúrdias para faltar ao trabalho, mas há outras que passam claramente das marcas.




* - Antes que me acusem de insensível, deixem-me dizer que já tive vários animais, entre cães e gatos e que senti profundamente a sua perda durante bastante tempo e ainda hoje os recordo com carinho.



11 de novembro de 2013

Soltas...

É bom voltar a ouvir músicas de outros tempos... aconchega o coração e a alma!

A minha intuição feminina ainda é o que era, e o tempo vai-se encarregando de me mostrar que costumo estar certa e que por isso, nunca devia duvidar da voz que me sussurra atrás da orelha em relação a pequenos acontecimentos... só não acerto no euromilhões, porque invariavelmente não jogo!

Ir à feira de S. Martinho e não comer farturas não é a mesma coisa!

Os carrosséis e carrinhos de choque da feira são um verdadeiro estoiro de dinheiro, mas a felicidade estampada no rosto do meu filho vale cada cêntimo!!

Quando as pessoas nos sentem a falta, têm por hábito procurar-nos... quando não sentem, esperam sempre que sejamos nós a procurar... e isso diz mais sobre ti do que sobre eles...

Novembro passa a ser sinónimo de pagar IMI, tal como Abril...

Cada vez tenho menos paciência para pessoas armadas ao chico-espertismo (e isso inclui duas serigaitas de 8 anos armadas em penetras na fila da montanha-russa)

Se calhar devia começar a pensar se vou realmente fazer festa de aniversário ao Falipe, dois ou três dias depois da data...



25 de setembro de 2013

Para quando?...

Um sinal assim do género deste, mas para impedir a malta de nos contar episódios e peripécias estapafúrdias das suas vidas, sem que ninguém lhes tenha perguntado nada?!

Irra, que "há dias de manhã que nem de tarde se pode sair à noite" e mais parece que todos os maluquinhos encontram o caminho para te maçar...


2 de agosto de 2013

Meu querido mês de Agosto

Cheira a Verão.
Cheira a protector solar e a bronzeador.
Cruzamo-nos com pessoas de pele de cor branco-leitoso, pontuado por manchas de vermelhidão, sinónimo de escaldão valente.
As esplanadas estão à pinha, os estacionamentos preenchidos.
Ir ao supermercado é um exercício de gincana, as prateleiras esvaziam-se em questão de horas e as filas alongam-se.
Há fila para a caixa multibanco. 
Há filas de trânsito, a querer imitar o quotidiano na capital do país.
As praias parecem um quadro tirado da época cubista do Picasso, dado o rendilhado de toalhas de banho.
Começam as festas e festarolas.
A cidade enche-se de burburinho, de pessoas.

Chegou o mês de Agosto, chegaram todos os que nos dão boa parte do nosso sustento.

27 de maio de 2013

"Nose job"

A esta hora possivelmente deveria estar já sob o jugo da anestesia geral... não sei se já teria levado uma ou duas marteladas no nariz... utensílios metálicos que desconheço já teriam sido manuseados, trocados e compressas já estariam separadas para irem a caminho do contentor de lixos hospitalares...

Diz que este "narizinho pequenino" (palavras do senhor meu pai) anda desviado... o septo nasal, pelo menos...
Sempre acusaram este meu "narizinho pequenino" de ser uma fera roncadora, capaz de acordar os demais "dormidores silenciosos", levando alguns à loucura da noite mal dormida.

E eu injustamente, passei anos a culpar as amígdalas, essas bolas disformes de tecido mole que habitam nas laterais da minha garganta.

O otorrino ilibou as amígdalas e rezou a sentença ao narizinho roncador com o septo nasal que mais parece uma cobra-assanhada-de-pedrada e determinou que há que acabar com as festas de ressonanço horas dentro, qual Boieng 747 prestes a levantar voo da pista.

Mas a cirurgia cuja lista de espera tinha um tempo médio de 2/3 meses e que surpreendentemente foi marcada logo ao fim de uma semana, devido a uma desistência, não se realizou esta tarde, como estava marcada... o elogio rasgado que fiz ao SNS caiu por terra assim que fui informada que o anestesista se baldou faltou e não havia mais nenhum profissional que o pudesse substituir... depois ainda dizem que há médicos no desemprego, não sei bem como... e por isso, talvez a esta hora, daqui por uma semana, eu esteja anestesiada e na mesa do bloco operatório, ligada a fios que debitam líquidos na veia, a ser martelada no narizinho roncador, para aplicar um correctivo ao septo nasal, esse desviado!

18 de abril de 2013

Santa Bárbara dos Trovões

Cada vez me vou tornando menos tolerante a características particulares de algumas pessoas das minhas relações pessoais...

Uma das minhas intolerâncias de estimação que tem sofrido um aumento exponencial nos últimos tempos é em relação às pessoas que só se lembram de mim quando precisam de alguma coisa, quando lhes dá jeito que eu dê uma ajudinha.

Só me procuram quando há qualquer interesse pessoal de ganho para elas, claro.
Não me importo nada de as ajudar, se isso estiver ao meu alcance. Até o faço com muito gosto!

Mas que apenas me procurem para isso?!... E que nem sequer tenham a capacidade de perguntar como estou, se estou bem, se estou mal, se há novidades ou não e vão directo ao favorzinho de que necessitam... tenham lá paciência, até ajudo, mas é de má vontade, para ser sincera! No limite do abuso?! Aí já nem ajudo!

Mais pareço a Santa Bárbara, a malta só se lembra dela quando faz trovões...

3 de janeiro de 2013

Advertência automibilística

Aos senhores que mexeram no espelho lateral do meu humilde bólide e aos que pensem sequer por segundos vir a fazê-lo... livrai-vos de eu vos apanhar no flagrante delito!

A sério, aviso-os já que não respondo por mim!

É que se eu faço por não tocar na vossa propriedade móvel, agradeço o mesmo tratamento. 
E não, eu não estacionei a uma distância demasiado curta de vós... mesmo para evitar quincas e demais fananços na pintura já de si maltratada por anónimos profundamente descuidados da propriedade alheia.

Por isso, vos advirto: Não mexe! Não toca!

É que se eu tiver que abrir cordões à bolsa para pagar por eventuais danos, sou capaz de ficar ceguinha!
É que ainda recordo como se fosse hoje aqueles quinze contos que tive que pagar por espelho novo no meu saudoso Peugeotzito, há já uns 8 anos!Alguém espaçoso como o Jaba the Hut me partiu o espelho, na tentativa de sair do carro (calculo, que pela janela) depois de ter estacionado a escassos centímetros do carro, achou que seria boa ideia partir os apoios do espelho, ficando eu no prejuízo!

Por isso, manápulas longe do meu carripano!

4 de outubro de 2012

Já uma pessoa não se pode ausentar...

do Pinterest por mais de um mês, que aquilo aparece agora pejado de imagens relacionadas com mulheres que perderam quilos atrás de quilos através de programas milagrosos!

Nem no Pinterest uma pessoa que tem uns bons 17 kgs a mais, como eu, está a salvo... chiça, pá!

3 de outubro de 2012

Little Casper falou e disse...

Aquilo que todos nós já estávamos à espera.

O sr. Abel, meu saudoso pai, usava uma expressão bastante apropriada:

"Não é m*rda, mas cagou o cão no caminho!"