Nos dias de caos desorganizado que é a minha vida actualmente, nem sempre consigo apreciar pequenos prazeres ou as coisas belas que o mundo que me rodeia encerra...
Sinto uma feroz falta de tempo, de paz, de serenidade e de tempo para respirar e olhar com olhos de ver.
Estar em comunhão com o que me rodeia sempre foi uma parte intrínseca de mim, poder parar e observar, absorver a cor, o som, a imagem rica do mundo à minha volta.
Por estes dias sinto-me um autómato, com uma rotina tirana, mecanizando a minha vida, sempre em correria ansiosa e até quiçá histérica para chegar a tudo e a todos os que me ditam vontades e necessidades e desejos que é necessário cumprir, sem que tenha tempo para parar e ouvir, ouvir-me, a mim, à minha vontade, à minha necessidade e ao meu desejo, por muito insignificante que seja...
Sinto-me devorada pelo mundo e pela rotina e afogada em cansaço e desgaste constante, persistente e diário...
Mas há beleza à minha volta, nas mais pequenas coisas... basta parar e olhar!
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21 de julho de 2016
17 de abril de 2015
{this moment}
{this moment} ~ A Friday ritual. A single
photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
you're inspired to do the same, leave a link to your 'moment' in the
comments for all to find and see.
. . . . . . . . . .
Inspirada na SouleMama
Esclarecimento: é pena que esta imagem não seja desta semana...
13 de março de 2015
{this moment}
{this moment} ~ A Friday ritual. A single
photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
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inspirada na Soulemama
6 de março de 2015
{this moment}
{this moment} ~ A Friday ritual. A single
photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special,
extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember. If
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inspirada na Soulemama
4 de novembro de 2014
Instagramando por aí #4
Recorda-me os dias da minha infância em Aljezur.
Recorda-me da barbearia do Sr. Leote, o barbeiro onde o meu pai ia sempre cortar o cabelo.
Da cadeira de barbeiro verde, das navalhas de barbeiro e dos pincéis dispostos em cima do balcão. Da escova para sacudir os cabelos cortados.
Do som trac-trac da tesoura do Sr. Leote, que ia cortando cabelo com tal certeza na mão, que não era preciso ver o que estava a fazer e por isso ia dando dois dedos de conversa com quem estava sentado à espera de vez.
A barbearia do Sr. Leote também ficava numa casa térrea e tinha uma porta de madeira com postigo, como esta.
A barbearia do Sr. Leote fechou há muitos anos e nem sei se ele ainda será vivo... se fôr, deve ser da idade do barbeiro que mantém esta porta aberta, bem no centro da minha cidade.
A barbearia do Sr. Leote também ficava numa casa térrea e tinha uma porta de madeira com postigo, como esta.
A barbearia do Sr. Leote fechou há muitos anos e nem sei se ele ainda será vivo... se fôr, deve ser da idade do barbeiro que mantém esta porta aberta, bem no centro da minha cidade.
26 de outubro de 2014
19 de setembro de 2014
Instagramando por aí #2
Um pardal amistoso, despojado de qualquer timidez ou receio do "bicho Homem".
Rebéubéu... pardais na esplanada!
Rebéubéu... pardais na esplanada!
16 de agosto de 2014
A vida depois do Instagram
Desde sempre que gosto de fotografia.
Recordo-me inclusivamente de ter considerado a hipótese de tirar fotografia profissional após ter visto a foto dum poste de electricidade no meio duma seara, por um fotógrafo profissional que foi dar uma sessão de esclarecimento na semana das profissões, estava eu no final do 11.º ano, altura em que tínhamos que começar a pensar em escolher o nosso percurso futuro.
Acabei por não seguir essa viadesejo.
Mas ainda hoje gosto de registar momentos com a objectiva, pequenos pormenores que me chamam a atenção.
Posso ser apenas uma wannabe, armada ao pingarelho, com uma máquina fotográfica... mas dá-me prazer tirar fotografias de perspectivas diferentes, momentos que mais tarde me farão sorrir ao lembrar daquela tarde ou daquela manhã em que disparei.
No entanto, o Instragram a meu ver, veio alterar por completo essa percepção de fotografia. Fez-me ficar mais desperta ainda para os pormenores quotidianos, coisas que talvez de outra forma nunca chegaria a reparar. Hoje em dia parece que olhamos o mundo com olhos de ver-e-reparar, e há tantas coisas que se tornaram fotografáveis, que outrora nem sequer consideraríamos fotografar...
Tento não ser levada ao exagero, e registo coisas que me chamaram a atenção, que achei bonitas ou diferentes. Serei sempre uma fotógrafa wannabe, ou então quem sabe, aos 50 anos me dê uma crise identitária e vá finalmente tirar um curso de fotografia profissional...
Só por isso, por ser capaz de estar mais atenta e alerta para o mundo que me rodeia (algumas coisas sempre estiveram lá e eu não as via mesmo...) valeu a pena aderir ao Instagram!
Recordo-me inclusivamente de ter considerado a hipótese de tirar fotografia profissional após ter visto a foto dum poste de electricidade no meio duma seara, por um fotógrafo profissional que foi dar uma sessão de esclarecimento na semana das profissões, estava eu no final do 11.º ano, altura em que tínhamos que começar a pensar em escolher o nosso percurso futuro.
Acabei por não seguir essa via
Mas ainda hoje gosto de registar momentos com a objectiva, pequenos pormenores que me chamam a atenção.
Posso ser apenas uma wannabe, armada ao pingarelho, com uma máquina fotográfica... mas dá-me prazer tirar fotografias de perspectivas diferentes, momentos que mais tarde me farão sorrir ao lembrar daquela tarde ou daquela manhã em que disparei.
No entanto, o Instragram a meu ver, veio alterar por completo essa percepção de fotografia. Fez-me ficar mais desperta ainda para os pormenores quotidianos, coisas que talvez de outra forma nunca chegaria a reparar. Hoje em dia parece que olhamos o mundo com olhos de ver-e-reparar, e há tantas coisas que se tornaram fotografáveis, que outrora nem sequer consideraríamos fotografar...
Tento não ser levada ao exagero, e registo coisas que me chamaram a atenção, que achei bonitas ou diferentes. Serei sempre uma fotógrafa wannabe, ou então quem sabe, aos 50 anos me dê uma crise identitária e vá finalmente tirar um curso de fotografia profissional...
Só por isso, por ser capaz de estar mais atenta e alerta para o mundo que me rodeia (algumas coisas sempre estiveram lá e eu não as via mesmo...) valeu a pena aderir ao Instagram!
25 de outubro de 2013
O fascínio pela cabana
Pelos vistos continua... mesmo depois de ela ter desabado.
Mas estava lá este corvo marinho empoleirado e eu não resisti!
Mas estava lá este corvo marinho empoleirado e eu não resisti!
29 de agosto de 2013
28 de agosto de 2013
Baú da felicidade #14
Ver a figueira dar os seus frutos mesmo que eu não os coma, porque detesto...
Recordar o meu pai com a sua faca de bolso a apanhar figos e comê-los ali mesmo ao lado da árvore. Ou dos jantares dele, apenas de figos com pão.
Recordar as histórias que a minha mãe contava dos seus tempos de moça nova, da sua gulodice por figos a levar a subir às figueiras e comer todos quantos apanhasse antes de chegar a casa.
Ouvir a minha mãe dizer que a coisa mais díficil que tivera que suportar durante a gravidez de mim foi estar proibida de comer figos, porque estava a engordar mais da conta.
26 de agosto de 2013
23 de agosto de 2013
21 de agosto de 2013
20 de agosto de 2013
12 de agosto de 2013
10 de agosto de 2013
9 de agosto de 2013
1 de agosto de 2013
Baú da felicidade #6
Há quem chame de azeiteiro, há quem chame de caga-azeite, mas eu cresci a chamar de libelinha.
Esta aterrou na varanda do meu gabinete um destes dias...
Eu fiquei ali quieta a olhar para ela ou ele... e recordei tempos da minha infância em que eu ficava pasmada a olhar para as cores lindas das libelinhas que sobrevoavam o tanque da casa do meu avô.
30 de julho de 2013
Baú da felicidadade #5
São as "romaneiras" (como se diz em algarvéu) todas floridas!
O que significa que daqui por pouco mais de um mês e meio já me poderei deliciar com esta fruta maravilhosa!
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