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6 de maio de 2016

Parabéns, mãe!

Ao contrário do que sucede em anos anteriores, neste dia em que se assinala a tua data de aniversário, não me sinto triste ou sisuda, não me sinto "coitadinha" ou carrancuda.

Acordei serena e esse tem sido o meu estado de espírito.

Será isto aceitação, ou será simplesmente a certeza de que estás sempre comigo, seja em que dia for???!!

1 de junho de 2011

Dia de ser Criança

Sempre adorei o Dia da Criança!
Porque nesses dias, a minha mãe acordava-me sempre com um bombom e uma quadra, que deixava em cima da minha mesa de cabeceira! E eu ansiava por aquilo sempre...
Nunca perdi algumas das minhas facetas de criança, como dar uma boa gargalhada e alinhar sempre em partidas engraçadas com colegas e amigos!
Confesso que às vezes, passo por um parque infantil com baloiços e me apetece simplesmente sentar-me e balançar-me neles um bocadinho...
Nos dias que correm, sou criança todos os dias um bocadinho, enquanto partilho brincadeiras com o meu filho!

13 de maio de 2011

Sexta-feira Treze

Não sou muito supersticiosa...
Mas nunca receei as sextas-feiras 13!
Pelo contrário, sempre achei que eram dias de sorte!
Até à data, nada me fez pensar o contrário!

25 de abril de 2011

O dia da Liberdade

Nunca foi um dia que comemorasse com particular entusiasmo ou espírito efusivo. Os meus pais nasceram bem no meio da ditadura (anos 30/40) e viveram nela durante mais de 30 anos, tantos aqueles em que eu vivo na democracia.
Confesso mesmo que os acontecimentos históricos em torno desta data são algo um pouco turvo nos meus conhecimentos... culpa de o programa das aulas de história ter sempre a história contemporânea do nosso Portugal no fim do ano lectivo...
Os meus pais não falavam bem dos tempos sob o fascismo de Salazar, mas também admitiam que nunca sentiram o jugo de um regime autoritário.
Lembro-me mais das queixas da minha mãe dos tempos da 2.ª Guerra Mundial, em que os meus avós, pessoas abastadas que eram, tinham que contribuir com a produção de trigo, azeite, cevada, etc. e de a minha mãe contar que a minha avó comprava açucar e sabão azul para lavar a roupa no mercado negro (e do quão perigoso era se fossem apanhados). E de como os meus avós, por serem abastados, ainda tinham com que ficar sem ter que passar fome, mas que haviam muitas famílias que pouco mais comiam do que aquilo que os meus avós iam dando, por caridade, por não poderem ver pessoas de mão estendida, com um rol de filhos atrás...
Lembro-me do meu pai contar que nessa mesma época, a sua família, que de abastada nada tinha, andar muito perto de passar fome e que na maior parte das vezes, o que comiam eram batatas de caldo e papas de milho, porque eram que o podiam arranjar.
Mas da ditadura, o que me lembro de ouvi-los contar que me fazia extrema confusão era:
- as mulheres estavam proibidas de usar calças,
- cantava-se o hino nacional todos os dias na escolas e fazia-se reverência a um retrato de Oliveira Salazar, presente em tudo quanto era organismo público;
- não se podia falar contra o regime, nem escrever, nem cochichar...
- quem ia preso pela GNR levava coças de pancadaria na esquadra sem que se apurasse a inocência ou culpa do detido.
Mas há uma coisa que me ficou gravada na memória sobre esses tempos e que ainda hoje me complica o cérebro: se o vizinho não gostasse de nós por algum motivo (inveja, desavenças, conflitos e questiúnculas, enfim...), denunciava-nos à PIDE e éramos presos e torturados!
E é por essa razão, que eu posso não cantar vivas e louvores nesta precisa data, mas dou mil graças por alguém ter permitido que eu possa viver livremente, dizer e escrever o que penso sem censura (excepto a da minha consciência) e não viver no medo de poder ser presa porque o vizinho ou o colega de trabalho não me grama! De poder proferir opiniões sem receios, sem o perigo de alguém me poder prender ser culpa formada e me torturar indiscriminadamente sem que ninguém o impeça!
Julgo que se tivesse vivido nesses tempos, teria concerteza conhecido alguns calabouços tenebrosos e alguns carrascos do pior... com o meu feitio e personalidade "assim a tirar para o forte"!...
E mais feliz fico por viver em liberdade e democracia (apesar de a achar moribunda por estes dias...) porque o meu filho pode saber o que é crescer em liberdade e democracia como eu cresci!

9 de março de 2011

Carnaval dejá vu

Esta foi sempre uma época festiva da qual nunca guardei grandes recordações desde a infância.
Posso mesmo afirmar que só comecei a achar piada quando já era bem adolescente, porque até aos 10/11 nunca pude festejar a festa das máscaras e muito menos desfilei mascarada a rigor...
Porque invariavelmente ficava doente nas vésperas! E doente a ponto de ficar de cama, rendida a uma qualquer crise de anginas, ou laringite ou faringite... e isso significava que em vez de ir participar no desfile da escola, ganhava uma ida ao consultório do Dr. Espinha, que era um senhor muito simpático e que me fazia sempre rir e animar, no meio do meu drama de menina que-não-vai-mascarar-se-como-todos-os-outros-meninos-fazem!
Até aos meus oito anos acabei por desenvolver um odiozinho ao Carnaval... e já nem me entusiasmava com a possibilidade de me vestir de bailarina, ou dama antiga ou enfermeira, que eram as máscaras normalmente envergadas por meninas nestas épocas.
Nunca soube que isso era, até ser adolescente! Por isso, tenho uma perspectiva um tanto ambígua em relação a esta festividade. E quando comecei a participar, gostava mais dos momentos da construção da máscara e na ansiedade dos comentários que geraria nos outros. Já estar em sardinha em lata nas sociedades recreativas não me agradava assim tanto...
Mas se não me mascarasse, também não ficava aborrecida por isso...

Agora que o meu filho já pode participar no Carnaval, juntamente com os seus coleguinhas de palmo e meio da escola, qual não foi o meu espanto, quando ele, dias antes do desfile e já com a fatiota construída, adoece...?!
Será isto um legado meu ao pequenote?!
Espero bem que não!!


1 de janeiro de 2011

A tradição jão é o que era...

Todos os anos, por esta altura da passagem de ano, tinha alguns "tiques" de tradição que costumava cumprir sempre!...
Consistia em olhar para a minha lista de desejos do ano anterior, picar os que tinham sido alcançados, os que não tinham sido atingidos porque ou perdera interesse nisso ou porque deixaram de fazer sentido ou porque as circunstâncias não o tinham possibilitado.
E com base nisso redigia de novo uma lista de 12 desejos.
À medida que o dia  ia avançando ia sentindo um "frisson" na barriga, como que borboletas no estômago, como que a antecipar a alegria que ia sentir no momento das doze badaladas.
Para as doze badaladas reservava sempre 12 passas, como que a simbolizar cada desejo formulado.
Este ano não fiz a lista e nem reservei passas nenhumas... comprei uma garrafa de espumante que ainda permanece intacta no frigorifico.

Apesar de achar que isto das passagens de ano, como diz o Miguel e bem, não muda nada, porque no dia seguinte as coisas boas permanecem lá, assim como as menos boas, costumava fazer balanços e sempre encarei este momento como um momento de renovação de energia, em que a positiva se sobrepõe à negativa.

Mas agora que parei e faço o balanço, porque esse tenho sempre que o fazer, porque sou assim mesmo e não seria euzinha se o não fizesse, tomei consciência de uma coisa: há uma nota comum no meu estado de espírito hoje e há precisamente um ano atrás, quando me despedi de um 2009 doloroso e acolhi 2010 com alguma esperança renovada! Há um sentimento que é comum: a tristeza.
No ínicio de 2010, sentia-me triste pela perda física de alguém que me acompanhou sempre e que foi uma das razões de eu existir. Agora no ínicio de 2011, sinto-me triste pela perda emocional de uma pessoa que me conhece bem mas que parece já não estar disponível para mim, mesmo quando eu continuo disponível para ela. Infelizmente já aprendi a lidar melhor com a primeira situação do que com a segunda...

Mas isso não quer dizer que não tenha esperança no ano que agora começou a correr o seu curso... aliás, pelo contrário! O número 11 sempre me trouxe muito bons auspicios, mesmo! Senpre o encarei como um número que me traz sorte e coisas boas. Por isso, acho que este ano vai ser um ano bom, mas acima de tudo: diferente!
Acho que muita coisa na minha vida vai mudar!! Estou quase certa... vá lá, digamos a 98,9%... mas porque já me conheço e sei que levo um certo tempo a ambientar-me às mudanças (mesmo as boas, mesmo boas!) é que esteja talvez assim mais macambúzia, também!
Mas que 2011 não vai deixar nada igual para mim, ai isso não vai!

P.S. - Bem, parece que já começo a ganhar ânimo para escrever alguns desejos, mesmo que não cheguem aos 12... e assim também é bem capaz de ser mais fácil ver o que alcancei e fazer o tal balançozinho do costume!...

11 de outubro de 2010

11 de Outubro de 1969

Este dia, o 11 de Outubro, sempre foi um dia comemorado em minha casa e apesar de as pessoas em causa não estarem mais entre nós para o poderem assinalar, não posso deixar de recordar um dia que sempre foi especial no seio da minha família:
O dia do casamento dos meus pais, corria o ano de 1969!

10 de outubro de 2010

Mamamaratona

O dia começou bonito e foi bom estar no meio daquela multidão que se juntou por um excelente causa!
Tanto boné cor-de-rosa dava a imagem de um jardim de flores plantadas a ondular ao vento.
Foi bom reunir-me ao meu grupo, às mulheres da minha famelga!
E passados poucos metros de ter começado a marcha (sim, porque eu não fui para lá correr...) comecei a sentir um formigueiro pelas pernas, o resultado de demasiado tempo sem exercitar este corpo, que se foi tornando largo, pesado e molanchão...
Mas havia que continuar! Não me meto nas coisas para deixar a meio!
Voltei a caminhar por recantos da cidade que não visitava há anos, que agora estão mais bonitos, renovados, embelezados! E isso deu-me alegria e prazer, porque afinal ainda parecem existir algumas partes da minha cidade que não sucumbiram à parvoíce megalómana da autarquia... descobri que há alguns locais que vale a pena visitar de vez em quando! E que permitem caminhar com um carrinho de bebé, já que o mesmo não se pode dizer de outras zonas da cidade...
E quando passei na Casa de Gelados n.º 1, deu-me uma nostalgia e apeteceu-me abandonar a marcha e ir até lá comer um daqueles sorvetes de chocolate e baunilha ou morango e chantily, ou os quatro sabores todos juntos!
Mas havia que continuar sem distracções "guloseimicas"...
E quando passava diante da capitania do porto, pois que o sr. S. Pedro decidiu dar o ar da sua graça e presentear os participantes com uma nuvem "tropical", como ouvi alguém lhe chamar, e fazer abater-se sobre nós um valente aguaceiro!
Mas mulher prevenida, vale por duas, e como a minha garganta anda a aborrecer-me com as suas dores, por isso saquei do meu "umbrella" e continuei!
A nuvem lá se desfez em água e voltámos ao ponto de partida iluminadas por um sol radioso!
Foi bom, valeu a pena! Para o ano voltarei concerteza!

8 de outubro de 2010

Desculpa lá S. Pedro...

Mas eu ainda não meti na minha cabeça que já é tempo de chuva!
Por isso ainda ando de manga curta e sapatos abertos...
E por isso hoje apanhei uma molha, que só não foi pior, porque sou uma moça prevenida e anda um chapéu de chuva no carro o ano todo!
E por isso, hoje encharquei os pés todos numa questão de 10 segundos de aguaceiro...

S. Pedro, só te peço é que te controles no próximo domingo entre as 10h e as 12h porque eu quero ir à Mamamaratona! E eu sei que é por uma boa causa, mas não queria ir ao evento e ficar que nem um pinto...

30 de agosto de 2010

Factos do dia

Facto 1: nunca tive tanta vontade de ir de férias como agora... preciso mesmo!

Facto 2: nunca senti tanta falta de dormir. Por mim, ia fazer uma semana numas termas, mas de "sono"...

Facto3: detesto estar no trabalho com pouca coisa para fazer... eu gosto é do stress e do speed!!

Facto 4: quando tenho pouco trabalho só me apetece mesmo é ir de férias...

Facto 5: o que eu mais gosto de fazer nas férias é dormir!

Conclusão: assim que for de férias, acho que vou mesmo é dormir! :)

3 de maio de 2009

Dia da Mãe

tirada da net


Hoje assinala-se o dia da mãe!...
Durante 13 longos anos não tive razões nenhumas para assinalar este dia... aliás, era sem dúvida um dia tremendamente triste para mim...! Porque me recordava que a minha mãe já não estava cá para eu lhe poder oferecer um ramo de flores ou um postal lamechas a dizer clichés habituais desta ocasião...
Hoje volto a ter razão para assinalar este dia: porque agora sou eu que sou mãe!...
E finalmente sei a alegria que isso representa!
É claro que o meu pequenote é muito novo para me oferecer flores ou oferecer postais, ou até mesmo para dizer: "feliz dia, mãe!"...
Mas ao menos, assinalo este dia num misto de saudade da minha mãe e de sensação de plenitude por ser mamã!
Feliz dia para todas as mães, as presentes e as ausentes!
Mãe, onde quer que estejas, adoro-te e sinto a tua falta, para me ajudares e ensinares a ser mãe...!

20 de março de 2009

Olá Primavera

Hoje começou a Primavera...!
Mas o sol e a brisa fresca que a caracterizam já tinham dado o ar da sua graça há alguns dias, até mesmo prenunciando a chegada do Verão e do calor.
Eu por mim, fico mesmo feliz, não só porque posso assim dar passeios junto às falésias e disfrutar da minha sempre adorada Arrifana, mas principalmente, porque com a Primavera chegam os dias grandes, em que o sol se põe tarde e às más horas!
Viva a Primavera!
tirada da net