12 de junho de 2017
Os amigos do Filipe #2
7 de outubro de 2016
Pertencer
As mães dão-nos um sentido de pertença, de sermos parte de algo, dum local, de alguém, de uma história de família...
Por mais que a vida dê voltas, será sempre a esse sentido de pertença, a essa origem, que voltaremos para nos situarmos, quando estamos perdidos, ou quando queremos decidir um caminho.
(*) - escusado será dizer que chorei que nem uma Madalena...
22 de abril de 2016
It takes a village...
O pior é quando estamos sós no meio duma ilha deserta perdida no meio do oceano, desconhecida no mapa...
3 de maio de 2015
Dias agridoces
O dia da Mãe é sempre um dia complicado para mim.
Sinto-me grata por ser mãe e pelos filhos lindos, saudáveis e maravilhosos.
Sinto-me emocionada com as lembranças feitas na escola, com a colaboração deles.
Sinto-me tremendamente privilegiada por ter este papel importantíssimo nas suas vidas e por me ser dada esta oportunidade de amar dois seres da forma mais forte e genuína.
Mas... Há e haverá sempre um mas...
Sinto uma enorme tristeza por não ter a minha mãe comigo. Há 20 anos que não a abraço neste dia. E pior... Daqui por 3 dias será a data do seu aniversário...
E eu nunca senti tanto a falta da minha mãe como agora, que também sou mãe!
Mãe, onde quer que estejas... Adoro-te!!
13 de fevereiro de 2015
25 de dezembro de 2014
Nataliversário ou Anivernatal
6 anos de Falipe.
6 anos de descoberta da maternidade.
Têm sido anos de muita alegria, felicidades, birras, choros, aprendizagens novas, preocupações (umas fundadas, outras apenas medos irracionais...), descobertas (de ti e de mim, enquanto mulher e mãe).
Tu és o meu tesouro, o meu amor pequenino, que me tem dado tanto! Com a tua inocência de criança, com a tua alegria contagiante, com a tua simpatia espontânea, tens-me ensinado a ser mais paciente e calma, a perdoar depressa sem reservas.
Mas também me tens mostrado o quanto dei "água pela barba" aos teus avós... Afinal de contas a tua teimosia veio de algum lado... Herança genética tramada por vezes...
Hoje é o teu aniversário, e eu celebro os teus 6 anos.
E eu celebro-me como mãe, que te ama profundamente e que há 6 anos por esta hora se apaixonou irremediavelmente por ti!
13 de outubro de 2014
Parar o tempo #2
Está frio lá fora.
Ameaça chover.
Tu dormes pacificamente na cama grande do teu mano.
Eu sentada no cadeirão, tricoto um casaco para ti.
Amanhã será dia de festa...
Faltam 4 dias para regressar ao trabalho... E deixar de ver os teus sorrisos e as tuas bochechas rechonchudas a toda a hora...
2 de setembro de 2014
Isto não é fácil...
Tentar fazer com que um miúdo de 5 anos esteja sossegado e faça pouco barulho porque o irmão bebé está a dormir é difícil.
Mas tentar evitar que um bebé pare de chorar porque há um adulto a dormir de dia para descansar da noite de trabalho... É muito mais complicado!!
27 de agosto de 2014
Mãe sofre!!!
Pela primeira vez, o Filipe teve que fazer análises, para despistar alergias, e para preparação para a cirurgia aos adenóides e ouvidos.
Acho que me custou mais a mim que a ele...
Apesar de medroso no início e nervoso quando viu que lhe iam espetar uma agulha, foi um valentão e não chorou como ficou muito quieto.
Valeu-lhe uma série de elogios da enfermeira!
E agora anda com o braço esticado, como se fosse um pardal de asa partida.
Um corajoso!
Eu é que sou uma coração fraco, não posso saber que espetam coisas afiadas nos meus meninos!
23 de maio de 2014
Miopia social selectiva
Por um lado dizem-me:
Eh pá, que grande barrigão! Estás enorme!
Por outro chego às filas de supermercado e o comentário é sempre:
Ah desculpe, não a vi...
Em que ficamos?!
* - desta feita posso afirmar que não usei da regra de prioridade à grávida em lado nenhum. Não calhou...
6 de maio de 2014
Dia da Minha Mãe
Fazes-me falta desde 1995.
Fizeste-me falta numa série de ocasiões importantes, momentos decisivos da minha existência, que eu queria partilhar contigo antes de o fazer com quem quer que fosse.
Às vezes parece que a falta que sinto de ti se esbate e se atenua ligeiramente, ficando no seu lugar a memória saudosa do teu rosto, das tuas mãos pequeninas de pele desgastada pelos anos de labuta no campo e depois na máquina de escrever, dos teus cabelos brancos a orlar os demais, o verde dos teus olhos. O espaço do teu colo que o meu corpo ocupava na perfeição. O calor do teu corpo e a força suave dos teus braços em volta de mim. Os teus beijos calorosos e a tua voz apaziguadora e serena. A tua eterna e infindável paciência para me aparar os ataques de mau génio e explosões de impulsividade próprias da idade e da minha personalidade "forte".
Fizeste-me tanta falta quando descobri que ia ser mãe, e mais ainda quando o fui de pleno direito. Fizeste-me falta por faltares ao meu filho, por não haver na vida dele o privilégio da tua presença. Há tanto de ti que não lhe pude ainda dizer, mas que sei que direi, porque o quero fazer e porque sei que ele vai querer saber quem era a avó Vera!
Mas fazes-me ainda mais falta agora. Agora que estou prestes a ser mãe de segunda volta. Faz-me falta a tua calma, a tua serenidade, a tua sensatez e profunda sabedoria para encontrar soluções simples. Fazes-me falta para me segurares a mão nesta etapa que sei que será doce e dura em simultâneo. Para me dizeres que está tudo bem e que tudo vai correr bem, enquanto me acaricias o rosto com as tuas mãos pequeninas.
Fazes-me falta agora mais que nunca por faltares aos meus filhos, aos meus meninos, pela ausência da tua presença luminosa na vida deles.
E enquanto eu só quero recordar-te num misto de felicidade por ser mãe plena e de saudosa dor por não te poder abraçar, ficando no meu espaço vital, há quem seja egoísta e hipócrita e queira celebrações à sua vontadinha, sob o argumento de agradar à sua mãe, aquela que nos restantes dias do ano maltratam psicologicamente com uma violência que me afecta. Cai-me mal, e a mãe não é minha! E eu decido fazer birra... e enquanto vou lambendo as minhas feridas, decido que não quero gramar fretes nem ir a almoços com gente que não sabe honrar a mãe que ainda têm.
11 de março de 2014
Os nossos filhos quase perfeitos
6 de março de 2014
Amour
21 de fevereiro de 2014
Conselhos sobre gravidez e maternidade no masculino
1 de janeiro de 2014
Ano Novo, Vida Nova!
1 de novembro de 2013
No dia de Todos os Santos...
11 de outubro de 2013
Alta competição infantil
Mas juro que se me dá uma urticária malina e me assola um tique de nervoso nas pestanas do canto do meu olho esquerdo sempre que ouço mães de meninos e meninas da idade do meu filho (4/5 anos) a afirmar convictas que querem que os seus filhos pratiquem desporto de alta competição...
Subconscientemente, sou levada a pensar que na base deste desejo deve residir alguma frustração mal canalizada ou um sonho qualquer que se lhes ficou por concretizar... mas isto deve ser só o lado mais preconceituoso do meu cérebro que sai da jaula por uns segundos! Ou então, é mesmo só a minha veia preguiçosa, pouco desportiva e nada propensa ao exercício físico regular...
Acredito que os pais queiram o melhor para os seus filhos, certamente! No entanto, tenho algumas dificuldades em compreender que queiram que os seus filhos, com apenas 4 anos, se submetam a treinos fisicamente intensos, vários dias por semana (incluindo sábados) durante mais de 2 horas cada treino.
Não duvido que haja crianças que adoram isto e que isso as faz felizes, por terem apetência para a coisa... afinal de contas há tanto atleta de alta competição que começou assim mesmo, nestas idades...
Mas confesso que este tema me provoca alguns calafrios no pensamento, porque acho que crianças desta idade devem fazer exercício físico regular, sim... mas como divertimento, como brincadeira, como forma de extravasar as suas imensas energias. O desporto deve ser lúdico e não uma corrida para chegar às medalhas em tão tenra idade. E muito menos para saciar uma qualquer sede dos paizinhos...
13 de julho de 2013
Coração de mãe temporariamente parado...
![]() |
| tirada da APSI |

