2 de setembro de 2011

Passadeiras ao quadrado

Ainda gostaria que alguém me explicasse porque raio aqui no município onde nasci e actualmente trabalho há locais onde existem duas passadeiras que distam entre si pouco mais de 3 ou 4 metros?! E onde ainda por cima para parar na segunda passadeira, se fica parada mesmo no meio dum cruzamento bastante movimentado...
Outra dúvida que se me acolhe de quando em vez é a razão de ser de; quase invariavelmente; todas as passadeiras desta cidade ficarem estrategicamente localizadas a seguir a uma curva, aumentando exponencialmente as probabilidades de uma pessoa (peão) ser atropelada por um carro que ao virar a esquina, não tendo qualquer visibilidade e muito menos visão Raio-X, não consegue parar a tempo para deixar passar o peão em segurança...
E bem podem pôr luzinhas de leds psicadélicas junto às ditas, se bem que eu acho que pouca diferença deve fazer...!

6 comentários:

Só sedas disse...

Mais uma pérola, Naná, mais uma pérola... eu acho que nos podiamos unir tu e eu e fazer um inventário das condiçõies estruturais e peatonais portuguesas. Que dizes? Ah não espera lá, já existe gente para fazer isso... e muitos dos que cumprem pena com serviço social podiam ser utilizados para esse fim mas claro, isto é uma ideia muito à frente que só sai de cabeças prodigiosas como a minha (not). É preciso um curso e tal. Enfim...

Beijinho!

Naná disse...

Eu alinhava!!!
Mas pois... lá está... tenho habilitações a mais de certeza! E como dizes e bem, deve faltar-nos um curso qualquer...

mfc disse...

Devemos ter uns vereadores do trânsito... do outro mundo!!!
Só pode...!

Heidi disse...

Já não há nenhum programa para onde enviar essas pérolas do nosso portugal?? se houvesse, tinhas aí um bom exemplo:)

Manuela disse...

Querida Naná, também não percebo a lógica de colocar uma passadeira a seguir a uma curva! É um perigo para o peão e para o automobilista... :P

Naná disse...

Mfc, eu nem sei se são vereadores ou outros quaisquer... mas que a lógica deles é no mínimo estranha isso é!

Heidi, pois já não há o "Nós por cá"...


Manuela, às vezes pergunto-me se as pessoas que imaginaram isto, são peões e automobilistas e testaram a coisa antes, para ver o resultado...