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19 de setembro de 2012

Meu querido mês de Setembro - adenda

As caminhadas e as saladinhas frescas todos os dias nestas férias resultaram numa perda de peso de 2,5 kg!

E deram-me motivação para ir tirar a bicla da arrecadação e desempoeirá-la das teias!
Para a ir empoeirar por esses caminhos e trilhos fora!

11 de julho de 2012

Constatação

Há coisas boas no facto de viver numa zona que é um destino turístico por excelência:

Podemos rever amigos, colegas de faculdade e familiares de longe quase sempre todos os anos, sem termos que sair de nossa casa!

Porque quase invariavelmente, todos os anos, eles virão passar férias à nossa terra ou nas suas imediações, sem ser preciso percorrer mais de 100km para os rever!

8 de dezembro de 2011

E nas férias V (post longo)

tirada daqui

Chegaram vizinhos novos para habitar a casa geminada com a minha.
Isto à partida pode parecer insignificante e muitos não entenderão a importância que eu e o G. damos à coisa. 
Mas vizinhança é coisa para nos deixar aos dois em estado de alerta máximo!
Sempre vivemos ambos com vizinhos, antes de juntarmos os trapos e, sempre nos demos bem com os respectivos (quer dizer, eu não prosava lá muito com a minha vizinha de cima porque a sr.ª teimava em fazer uma guincharia tremenda a estender roupa nas cordas às 6h da matina durante mais de 20 anos, até que um dia me saltou a tampa e lhe berrei que tinha que olear as roldanas das cordas...e ela finalmente abriu a pestana).
Mas para verem o pavor que eu e o G. temos de vizinhos, tenho que explicar que mudámos de casa em 2010 propositadamente e perdendo umas boas milenas de dinheiro, após 5 anos de inferno causado pelo nosso vizinho de cima, o Brás, esse cabrão FDP mal-educado anormal estúpido burro que nem as portas para não lhe chamar outras coisas piores...
O nosso apartamento T3, situado numa zona calmíssima, padecia dum péssimo isolamento acústico, muito pior do que o da casa dos meus pais, que foi construída há 31 anos atrás. Isolava todo o ruído exterior na perfeição, mas no interior do prédio, as paredes pareciam feitas de papel vegetal, o que significa que toda a gente ouvia toda a gente! 
Eu e o G. vivíamos num 1.º andar e fomos os únicos desgraçados no prédio que tínhamos vizinhos por cima, por baixo e em frente. Ou seja, ouvia as conversas ao telemóvel da brasileira do r/c, a vizinha da frente a ralhar descomunalmente com a menina e o maldito Brás, esse... bem, por onde começar?!

Os primeiros seis meses foram pautados por acordar ao fim de semana sempre ao som de marteladas, furos de berbequim e ruídos similares, como se estivessem dentro de nossa casa. 
Nos primeiros seis feriados que lá passámos, fomos sempre acordados a horas indecentemente madrugadoras para os nossos hábitos... ou seja, antes das 8h.
O G. sofreu mil vezes mais que eu, porque precisava dormir durante o dia porque trabalhava à noite. Ao fim de um mês sem conseguir dormir descansado depois das 9h da manhã, foi obrigado a dormir de tampões, para obter algum descanso. Isto provocou-lhe uma ansiedade tal que se foi tornando lentamente numa psicose...
Sabíamos tudo o que eles faziam e diziam. Inclusivamente ouvia os calcanhares da croma da esposa do Brás a batucar na cerâmica do chão por cima das nossas cabeças... por isso imaginem quando ela usava saltos altos...
Ao fim de apenas 3 meses tive que "incomodar" a esposa do Brás (que nunca foi capaz de dizer bom dia ou boa tarde desde que foi para lá viver, quando se cruzava connosco! Outra mal-educadona...) e pedir-lhe encarecidamente que deixasse de sacudir os tapetes dos quartos e casas-de-banho para a varanda, porque eu tinha autênticos rolos de pó e pintelhos a decorar as varandas e o arroz e migalhas das toalhas de mesa... Fui lá bater 2 vezes, à terceira limpei a varanda e deixei-lhe os "excessos" à porta que ela varreu para a escada do prédio. 
Depois pedi à empresa gestora do condomínio para os admoestar, o que aconteceu por bem umas 6 vezes (chegaram a levar o Código de Conduta Municipal datado de 1973 que proibia expressamente o sacudir de tapetes nas fachadas dos edifícios). A chica-esperta passou a sacudir os tapetes às 6h e à 1h da manhã, pensando que não era apanhada... até ao dia que a apanhei no flagrante e lhe chamei uns quantos nomes e na presença do vizinho do r/c que já me olhava de lado, pensando que era eu que conspurcava o quintal dele também... Posso dizer que perdi a compostura e lhe chamei porca em alto e bom som!
Após 6 meses, o Brás e a esposa começaram a ter problemas conjugais e ao domingo de manhã, começavam infalivelmente aos berros um com o outro às 7h! Vá-se lá saber porquê... parecia que aquilo tinha dia e hora marcada.
Depois mais uns meses passaram e eles separaram-se!... O Brás deixou de aparecer e a cromita nunca mais a vi senão passados uns dois anos... foram seis meses de sossego autêntico! Mas sempre com o coração na boca à espera que ele regressasse e voltasse tudo ao mesmo!
O que acabou por acontecer... o Brás arranjou uma nova namorada e aquilo era um fandango... eu sabia sempre quando havia "rambóia", e normalmente era sempre à 1h da manhã ou às 5h, a ser acordada com a cama a bater cadenciadamente na parede e o som dos gemidos e do arfar... logo seguido duma bela banhoca em que batiam com as portas da cabine de duche e com o chuveiro nas paredes, enfim... 
Foi assim até ao dia em que me passei completamente e achei que eles podiam dar as pinocadas (desculpem o português) que quisessem, mas eu não precisava de saber disso... e assim que me acordaram em sobressalto com a "festa rija", só me deu na cabeça começar a bater palmas e a incentivar a coisa: "força, mais depressa! boa! dá-lhe homem!", o que pelo menos resultou, porque comecei a notar que a coisa se dava, mas de forma bem menos óbvia!
O F. nasceu em 2008 e após 15 dias de nascido, um dia o Brás (que devia ter aspirações de carpinteiro, já que todos os dias ouvíamos martelar e fazer furos de berbequim - e sim, não estou a exagerar!), quase me mandava a casa abaixo às 15h, bem a meio da sesta do menino. Tive que bater-lhe à porta! Acatou contrariado... começou a ir para o terraço e a desassossegar os vizinhos do 3.º andar, que também tinham uma menina de 1 ano!
Só aí é que comecei a ter outros vizinhos a dar-me razão e deixei de ouvir comentários de que estava a exagerar e que estaria a ficar paranóica e de ponta com o Brás!
Uma manhã, domingo, às 9h, o Brás começa a martelar e a abrir furos na parede com uma craniana. O G. passou-se completamente e bateu-lhe à porta após 4 longos anos de inferno. Perguntou-lhe se ele achava que eram horas próprias para estar a fazer aquele barulho. A resposta foi: "o que é que foi?! quem manda aqui sou eu!!" e tenta fechar-lhe a porta na cara, sem sucesso porque o G., enfurecido deu um murro na porta e ameaçou-o de que se ele não se portasse bem, quem levava um murro em seguida seria ele! O Brás amedrontou-se mas provocativo disse para chamarmos a GNR, o que fizemos. A patrulha bateu-lhe à porta depois de comprovar o chinfrim e o parvo do Brás nem a porta abriu!
Em 2010 conseguimos sair daquele malfadado apartamento! Foi o maior alívio que senti na minha vida!...
Em 5 anos que vivi lá, devo ter passado menos horas do que na actual casa, já que só lá estávamos as horas estrictamente obrigatórias para dormir e pouco mais... arranjávamos desculpas para sair de casa! 
Chegámos a ir dormir à casa em Aljezur ao fim de semana para podermos estar descansados, sem receios de sermos incomodados...
Por isso, e agora que viver nesta casa é um prazer, ela tem o seu papel de refúgio e santuário, onde finalmente conseguimos ter paz e descanso, só rezamos para que estes vizinhos sejam pessoas de bem! 
Porque nós somos aqueles vizinhos que, se bem tratados, até oferecemos uma caneca de açucar ou um punhado de salsa ou uns ovos, com a maior das boas vontades!

7 de dezembro de 2011

E nas férias IV

O G. destrambelhou-me a minha "agenda" toda, revirou-me os planos que tinha feito para cada dia... 
Não é que tenha sido, mas havia coisas que tinha planeado fazer, que simplesmente não consegui fazer!
Lá terei que deixar para fazer na última semana deste ano, altura em que estarei de férias novamente... só que calculo que nessa altura quem me vai destrambelhar os planos será o pequeno F.!

6 de dezembro de 2011

E nas férias III

tirada daqui porque me deu uma preguicite de tirar a foto eu mesma...
Tirei uma hora para abancar num café agradável, beber um café enquanto ia lendo este livro, que estava parado na minha mesa de cabeceira há uns dois meses sem que eu lhe tocasse a não ser para poder limpar o pó da mesa... 
Ainda não tinha entrado bem na história, aquilo ao fim de mais de 150 páginas parecia que não atava nem desatava e isso também contribuiu e muito para que a vontade de ler vorazmente se desvanecesse...
Pensei que me fosse aborrecer ao fim de meia hora, mas finalmente o enredo começou o seu "crescendo" e fui ganhando entusiasmo e aquela curiosidade que vai aumentando a cada frase e parágrafo e página lida!
Aquilo que eu pensei que resultaria em enfado ao fim de apenas trinta minutos transformou-se numa leitura carregada de desejo e sofreguidão, que me prenderam na cadeira-poltrona confortável por mais de uma hora e meia. Não queria parar de ler... mas a vida é pautada por compromissos que não podemos deixar de cumprir e já atrasada meia hora para os meus afazeres, tive que fechar o livro contrariada...
Soube-me mesmo bem recuperar a vontade de ler!!
Soube bem recuperar um prazer de sempre!

5 de dezembro de 2011

E nas férias II

Tive que fazer o projecto de Natal para a escola do F., que este ano foi bem mais fácil de executar e o resultado ficou bem melhor do que no ano passado.
Deu-me um certo gozo fazer esta Bola de Natal!
lado a
lado b

E nas férias...

Montei a árvore de Natal!
Desde 1995, quando a minha mãe faleceu, que deixei de querer comemorar o Natal. Decorar a casa deixou de fazer sentido para  mim nessa altura.
Decidi nessa altura que apenas voltaria a comemorar esta época, com a devida pompa e circunstância, quando tivesse um filho!
A vida foi irónica comigo, porque me trouxe o meu filho mesmo no dia de Natal, três semanas antes do esperado. Por isso, mesmo que o Natal não tivesse significado por mais nenhuma outra razão, no dia 25 de Dezembro haverá sempre festa em minha casa!!
Além de decorar a casa com pinheiros, bolas cintilantes, presépios, há que decorar com balões e objectivos festivos!
Além de planear os doces todos propícios da época: rabanadas, bolo-rei, pastéis de batata doce, há que pensar no bolo de aniversário!
Cumpri a minha promessa e no ano passado comprei uma árvore de Natal, não muito grande. Uma que desse para colocar em cima de um móvel, longe das mãozinhas do pequenino. Comprei uma que traz fibra óptica incorporada, o que significa que não tive que gastar dinheiro em luzes que deixam de funcionar à prima lâmpadazinha que se funde.
O resultado foi mais ou menos este, já que eu tenho pouco jeito para decorar e estou destreinada...
Na foto não se consegue ver bem o colorido da fibra óptica... mas é mais giro do que as luzinhas...