Ao ver o filme Filomena (*), ocorreu-me...
As mães dão-nos um sentido de pertença, de sermos parte de algo, dum local, de alguém, de uma história de família...
Por mais que a vida dê voltas, será sempre a esse sentido de pertença, a essa origem, que voltaremos para nos situarmos, quando estamos perdidos, ou quando queremos decidir um caminho.
(*) - escusado será dizer que chorei que nem uma Madalena...
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7 de outubro de 2016
13 de setembro de 2016
15 de julho de 2014
Fome de leão
De todos os aspectos da maternidade renovada, aquele que menos preocupação me trazia era a amamentação. Estava em paz comigo mesma, porque achava que iria correr cinco estrelas, mil maravilhas, como sucedera da primeira volta. Confiante plena das minhas capacidades de amamentar, assumi que tudo seria um mar de rosas no que a esta matéria diz respeito.
Estava longe de imaginar que me sairia na rifa um filho do mais comilão que se pode encontrar.
A princípio temi que a minha confiança inabalável na minha capacidade de amamentar e na qualidade do meu leite tivesse sido excessiva e sobre-avaliada. Achei depois que ele estaria a passar fomeca da negra, depois convenci-me que leite materno ou suplemento alimentam-no da mesma forma e na mesma proporção.
Por estes dias, só o argumento de "pico de crescimento" me serve de consolo... e nem é assim tanto quanto isso!
É que o Ricardo é um esfomeado que começou por querer mamar de 2h em 2h, por estes dias a norma costuma ser 1h30 de intervalo entre refeições, quando não se fica pelas 1h15. Na semana passada cheguei mesmo a amamentar de hora a hora... o que se reflectiu num ganho de peso de 435 gr numa semana.
Ele tem fome, está sempre com fome.
E quando tem fome... ele grita com uma goela de meter medo!
Nada me preparou para um filho com necessidades alimentares desta monta...
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