10 de outubro de 2012

Páginas escritas

A vontade e o desejo de regressar a tempos em que os meus escritos ficavam aqui.
Em que discorria sobre mim, o mundo o que me rodeia, as pessoas que nesse mundo habitam.
Em que exorcizava medos, receios e fantasmas e ganhava lucidez no meio do emaranhado que sempre foi a minha mente povoada por pensamentos sem fim.
Onde parece que encontro a clareza no rol de pensamentos que sucedem a velocidade estonteante.

É bom regressar à palavra escrita manualmente.
O pulsar do cérebro que se escoa nas mãos, segurando uma caneta que desliza veloz sobre as linhas certinhas do papel.

caderno forrado pela Maria Mariquitas

5 comentários:

Mammy disse...

Ei, ei, ei...
E este texto? Não está para lá de excelente?
Lindo!
Bjs

Arco Iris disse...

Quando vi esta foto e o seu texto tão bem escrito, veio-me à memória o meu querido diário.
Bjs.

Lacorrilha disse...

Assim que eu aprendi a escrever, comecei logo um diário. Ainda os guardo, claro, e são das melhores recordações da minha infância. Ainda agora sinto necessidade de escrever, mas uso um blogue privado.

Uba disse...

Também tenho imensos diários guardados! :D
Mas já não escrevo há anos!

Naná disse...

Mammy, obrigada!

Arco Iris, é bom ter diários que nos acompanhem!

Lacorrilha, ainda sou fiel à tradição de escrever no papel as coisas mais intimas. Um dia quero compilar nos meus diários coisas como bilhetes de cinema, fotos, bilhetes de concertos e pequenas lembranças que ainda guardo!

Uba, e porque não experimentar de novo a escrever!