Sr. São Pedro, oriente lá aí o serviço para amanhar estar um dia de sol radioso, sim?!
30 de abril de 2013
29 de abril de 2013
Falipices #39
Sempre me preocupei em ser boa mãe.
Sinto que o sou!
Tenho os meus defeitos e não há mães perfeitas.
Mas fico com a certeza que sou boa mãe para o Falipe, sempre que o ouço dizer-me espontaneamente, sem segundas intenções ou água-no-bico, enquanto me abraça e afunda o rosto perfeito na minha barriga:
- Gosto muito de ti mãe!
27 de abril de 2013
Macro Natureza
Um dos tipos de fotografia que sempre me fascinou são as macros!
Quando ando de máquina em riste, armada em fotógrafa, quase sempre a máquina está regulada para macros.
Tenho uma vasta colecção de fotografias de flores, bichinhos e afins.
Deixo-vos aqui algumas das que captei no feriado.
26 de abril de 2013
Aprendizagem ao longo da vida
Nem só na escola se aprende... e eu aprendi tantas coisas que me ajudaram na escola, na faculdade, na vida pessoal e na vida profissional. Pequenos ensinamentos que prezo, não só pelo ensinamento em si, mas pela recordação de quem mo transmitiu e assim me enriqueceu ainda mais.
Além do mais, nunca se sabe quando vamos precisar de utilizar estes pequenos apontamentos de saber.
Com a minha mãe aprendi (lista altamente redutora, já que foi ela que me ensinou a amar de forma incondicional...):
- redigir actas de reunião e a escrever rapidamente usando todos os dedos da mão (na altura, numa máquina de escrever)
- a consultar correctamente um dicionário
- a tabuada, as regras de 3 simples e a fazer a prova dos 9
- a fazer pastéis de batata doce
- a amassar e a tender pão e folares
- a coser à mão e à máquina
- a "crochetar"
- a encher chouriças de carne e a fazer farinheiras
- a caiar paredes a pincel
Com o meu pai aprendi a:
- ceifar erva e mato
- a sachar ervas daninhas e a abrir regos na terra para semear
- que um alqueire de feijão/grão leva 20 litros e que tem peso diferente consoante se é feijão ou grão
- a usar o dinheiro em meu proveito e a não viver escrava dele- a vindimar
- a acertar um relógio de ponteiros
- que um belo copo de aguardente ajuda nas dores de dentes
Com o meu avô Manuel aprendi:
- a debulhar maçarocas de milho, usando um sabugo
- a tirar as bandeiras do milho
- que os "figos-do-inferno" são tóxicos
- que dum pedaço de cana se pode fazer uma flauta
- que se pode fazer um baloiço com dois pedaços de corda e um tijolo
- que os sobreiros são descortiçados de 10 em 10 anos
- que quem não sabe ler pode ser mais sábio do que muitos letrados.
Com a minha tia Albertina aprendi:
- que se pode viver bem, com menos
- que a vida é aquilo que fazemos dela!
- a fazer bolo de marmelada e nozes
Com a minha tia Margarida, com os seus olhos azuis e cabelos totalmente brancos aprendi a:
- fazer calda de mel para os coscorões
- a usar amendoins para melhorar a compota de tomate e de abóbora
- que não é preciso ter uma avó viva, para termos uma!
Com o meu tio Fernando aprendi:
- a ordenhar vacas
- que os gansos são agressivos e mal dispostos
- que há quem viva toda a vida orientado pela ganância
Com a minha prima Rosária aprendi a:
- usar sal grosso para tirar o sabor duma caldeirada queimada
- o tempero ideal para uma feijoada de buzinas
- aprendi a fazer uma caldeirada como deve ser
- a amanhar peixe e a usar água salgada para lavar o peixe e deixá-lo mais saboroso para a brasa
- a demolhar bacalhau em leite antes de ser assado na brasa, para ficar mais macio
Com todos os meus colegas de faculdade e a Goudinha aprendi:
- que a amizade, quando existe e é verdadeira, perdura independentemente das barreiras físicas ou temporais.
Com o meu mais que tudo, aprendi:
- a apreciar boa música
- a identificar estrelas e constelações no céu
- a partilha, o respeito e o companheirismo
Com o meu filho aprendi:
- a perdoar em 30 segundos
- a cultivar a paciência
- a amar incondicionalmente
23 de abril de 2013
Sinto-te a falta
Há muito que andava apartada de ti.
Há muito que não te abraçava, que não te absorvia, que não observava e te olhava com olhos de quem realmente vê.
Há muito que deixara de te procurar e esta ausência teve os seus efeitos maléficos em mim... a falta de ti fez com que me acobardasse, que me deixasse abater, que me deixasse envolver pelo negativismo, pela tristeza, pelo pessimismo e isolamento, pela falta de horizontes, aqueles que tu sempre me deste e mostraste em toda a sua magnitude.
Senti a falta dos teus aromas, do teu cheiro perfumado, de mil e um perfumes diferentes.
Senti a falta da tua beleza, com todos os seus contornos.
Eu sabia que andava apartada de ti, e que precisava das boas energias que sempre me deste. Essas energias que sempre me ajudaram a manter-me perseverante no optimismo e na esperança enorme de que após um ou mais dias maus, vem sempre uma sucessão de dias bons, cheios de alegrias e conquistas.
Eu sabia que precisava de me ligar a ti para receber algo que não é tangível, mas que para mim é real e palpável.
Eu sabia que precisava de parar para te escutar, com todos os teus sons calmantes e de te olhar, para absorver todas as tuas cores, com imensas variações.
Senti a falta do teu mar, da tua relva, dos teus pássaros, dos teus frutos e árvores, das tuas ondas e da tua areia. Senti a falta da saúde mental e física que me trazes, da paz interior que me ofereces, da calma e do sossego que me transmites.
Por isso, não sei viver longe desta comunhão contigo... Mãe Natureza!
22 de abril de 2013
Falipices #38 - Socorro!!!!
No dia 15 de Abril começou o prazo para matricular o meu filho na escola pública.
Como tinha algumas dúvidas e precisava esclarecê-las antes de tomar uma decisão relativamente à escolha dos estabelecimentos de ensino que poderia escolher, liguei para uma das escolas que tinha na minha lista.
Após 2 minutos de conversa, a realidade caiu-me em cima...
O meu filho já vai para a pré-primária!!!
Mas esperem... esperem lá... ele ainda há dias era um bebé a irritar-se por gatinhar para trás em vez de avançar... o meu caluchinho que tinha regueifas enormes, a querer imitar o boneco da Michelin...
Socorro, o meu sacrivas vai para a escola primária a partir de Outubro...
Ok... respira, inspira, expira, inspira, expira! Tens até Setembro para te mentalizares, Naná!
19 de abril de 2013
Falipices #37
Há coisa de um ano atrás o Falipe aprendeu as dimensões. Então, olhando para a nossa família dizia:
- O pai é g'ande, a mãe é média e eu sou pequeno.
Há uns tempos atrás, decidiu rever esta análise, visto que no entender dele, teria que levar em consideração que ele está a ficar crescido.
- O pai é g'ande, eu sou médio e tu mãe... tu és mais média.
18 de abril de 2013
Santa Bárbara dos Trovões
Cada vez me vou tornando menos tolerante a características particulares de algumas pessoas das minhas relações pessoais...
Uma das minhas intolerâncias de estimação que tem sofrido um aumento exponencial nos últimos tempos é em relação às pessoas que só se lembram de mim quando precisam de alguma coisa, quando lhes dá jeito que eu dê uma ajudinha.
Só me procuram quando há qualquer interesse pessoal de ganho para elas, claro.
Não me importo nada de as ajudar, se isso estiver ao meu alcance. Até o faço com muito gosto!
Mas que apenas me procurem para isso?!... E que nem sequer tenham a capacidade de perguntar como estou, se estou bem, se estou mal, se há novidades ou não e vão directo ao favorzinho de que necessitam... tenham lá paciência, até ajudo, mas é de má vontade, para ser sincera! No limite do abuso?! Aí já nem ajudo!
Mais pareço a Santa Bárbara, a malta só se lembra dela quando faz trovões...
17 de abril de 2013
"E eles lha darem..." com as oportunidades
Desde que o nosso PM proferiu essa grande premissa de que o desemprego é uma oportunidade, parece que outros lhe seguiram os Passos salvo seja.
Eu, sinceramente, sempre que ouço ou leio estas tiradas, só penso é perderam foi uma boa oportunidade para estarem calados, porque afinal de contas quem está num aperto não precisa de ouvir parvoíces, porque chega quase a ser ofensivo...
Oh não! Outra scary fashion?!!!
Por favor digam-me que a tendência de moda para este verão não é côderrosas, amarelos e verdes fluorescentes!
16 de abril de 2013
Arte urbana
Gosto de arte urbana.
Gosto da arte que embeleza, que dá outro ar, outro colorido às casas da cidade.
Não gosto de grafitis.
Não gosto de hieróglifos e gatafunhos que mais não servem do que para degradar casas e prédios, não acrescentando qualquer valor...
Gosto da pequena iniciativa que promoveu este embelezar duma casa que estava abandonada e a degradar-se bem no centro da minha cidade!
15 de abril de 2013
Agora que chegaste, não vás embora!
Depois de tantos meses debaixo de céu cinzento e chuvoso, acho que todos sentimos a adrenalina de termos um sol radioso, que nos permitiu abrir janelas, arejar a casa, e esplanadar!
Por isso, sol, fica mais um bocadinho!
Por isso, sol, fica mais um bocadinho!
12 de abril de 2013
11 de abril de 2013
Amarras
Vivemos cheios de amarras, de elos que nos apertam e sufocam.
Sentimos o aperto em que elas nos vão levando, na rotina quotidiana, na monotonia de horários certos a cumprir.
Sentimos o quanto nos sufocam, nos retiram oxigénio e nos tentam impedir de ir à luta concretizar sonhos e projectos de vida.
Sentimos o estrangular que elas nos provocam sempre que vemos as notícias e sabemos o caminho que o país leva por estes tempos conturbados e incertos de falta de esperança.
Mas há que quebrá-las!
Há que rompê-las!
Há que soltar-nos delas!
Sejam elas visíveis, palpáveis ou meras produções imaginárias da nossa mente sobrecarregada e sobre-lotada de obrigações, de compromissos, de expectativas que necessitam ser preenchidas.
E talvez cheguemos à simples conclusão de que todas as amarras que sentimos em torno do nosso pescoço, pulsos e tornozelos, fomos nós que as criámos e que nos manietamos a nós mesmas.
8 de abril de 2013
Uma imagem vale mais que mil palavras!
Sempre tive um imenso fascínio por linguagem gestual e cheguei a aprender os sinais para todos as letras do alfabeto, bem como os sinais de algumas palavras e costumava praticar com uma das minhas grandes amigas de longa data. Hoje em dia ainda sei alguns dos gestos e admiro mesmo toda a linguagem não verbal nela contida.
Realmente há gestos que valem muito mais que mil palavras!
http://youtu.be/sv3tadz5Q3o
"Não negue à partida uma ciência que desconhece"
Porque eis que poderemos descobrir que o arquivismo é uma ciência.
E ao que parece, muito exacta!
Como diria o outro, o papel, qual papel, o papel, qual papel, o papel...
E ao que parece, muito exacta!
Como diria o outro, o papel, qual papel, o papel, qual papel, o papel...
5 de abril de 2013
O que queres ser quando fores grande?!
Não me lembro nunca de ter sabido com toda a certeza, daquela que vem do profundo das entranhas, o que queria ser quando crescesse.
Recordo-me mesmo de que estava sempre a mudar de profissão, ou não fosse a indecisão uma das minhas características.
Mas só sou indecisa quando aquilo que está "em cima da mesa" para ser decidido, não me inspira a 100%, quando há algo que suscita mais dúvidas que certezas, passe a redundância do raciocínio.
Quando há algo que quero muito, a indecisão nem sequer se apresenta, não há dúvidas, há apenas aquela convicção firme, instantânea e espontânea, quase como se fosse uma realidade predeterminística (esta palavra existe?!)
Não sei se foi por nunca saber ao certo o que queria ser quando fosse grande que já mudei de rumo profissional umas quantas vezes, saltitando duma profissão para outra... houve uns tempos em que senti que aquele título profissional específico me definia, que se encaixava, que me identificava. Até ter mudado novamente de emprego e como tal de título profissional.
Hoje em dia, sinto-me uma espécie de híbrido... nem sou carne nem sou peixe, e nem me aparento a um legume...
Hoje em dia, estou absolutamente convicta de que ainda saltitarei para outra qualquer ocupação profissional. E para já é essa a certeza mais acertada que tenho!
E não é só porque os tempos de hoje se caracterizam por já não existirem empregos para a vida. Eu bem sei que sempre me senti grata por essa realidade... descobri isso naqueles 4 dias que fui fazer um biscate numa empresa de cerâmica conimbricense, a tirar pratos dos moldes (a bater punho para ajudar o meu pai a pagar propinas, como diria o Miguel Gonçalves...) e por isso dei graças aos meus pais por terem investido na minha educação, o que me abriu um leque muito maior de escolhas no campo profissional, em vez de ter que me cingir a empregos cuja progressão profissional era completamente diminuta... não que os menospreze, nada disso! Todos os trabalhos são dignos e temos que dignificar quem os realiza. Mas naqueles quatro dias agradeci por ter a possibilidade de escolher entre ter um emprego a tirar pratos dos moldes para o resto da vida ou fazer outra coisa qualquer que me desse mais prazer!
No entanto, sempre soube com toda a certeza que não queria ser bailarina... apesar de ficar horas a ver a boneca da caixa de música da minha mãe, que veio da Índia, rodar sobre si mesma, sempre ao som dos mesmos acordes.
4 de abril de 2013
O Relvas demitiu-se
E eu só me apetece dançar um jig
http://youtu.be/zOrfzC78oEI
Inspiração, motivação, empreendorismo
Muito melhor que o Miguel Gonçalves, muito menos pretencioso, muito menos carregado de preconceitos e perspectivas pejorativas sobre os demais.
Uma visão muito mais realista, sem nunca perder de vista a mensagem que importa, que é a de continuarmos a lutar por aquilo que devemos, para concretizar projectos e sonhos.
E com um excelente sentido de humor!
http://youtu.be/fQgPy5WHTWo
3 de abril de 2013
A exigência da perfeição
Nos dias que correm, sinto que vivemos uma vida cheia de exigências, que crescem de dia para dia, que se agigantam diante de nós e que nos deixam tolhidos na vontade, transidos de medo. De medo de falhar, de não estar à altura, de não conseguir encaixar totalmente no molde padrão dos demais, daqueles que clamam ser felizes.
Exigem que sejamos perfeitas na vida pessoal, na vida familiar, na maternidade, na carreira profissional, que sejamos criativos, que sejamos filantropos, que ajudemos os outros num gesto de puro altruísmo e abnegação, que sejamos cultos e letrados, que sejamos optimistas, que sejamos pessoas de cara alegre, que sejamos pessoas fortes, que sejamos pessoas carregadas de projectos e sonhos, que saibamos como ser felizes!
Parece ser imperativo que sejamos capazes de dizer clara e inequivocamente o que queremos da vida, de sabermos com certeza milimétrica aquilo que nos faz feliz, aquilo que nos move.
Parece ser cada vez mais uma exigência de que sejamos capazes de inspirar os outros, de motivar os outros, de sermos líderes de uma manada qualquer de carneiragem, de sermos um ídolo para vários, um exemplo de integridade ou de génio criativo a quem todos querem igualar. O pior é quando nem somos capazes de nos auto-motivar...
Quanto mais ouço e leio por aí que temos que ser capazes de tomar as rédeas do destino, de seguir os nossos sonhos, de avançarmos de mangas arregaçadas para trilhar o caminho que nos leva à felicidade, só consigo é focar-me no facto de que isto dito assim parece uma tarefa facílima, que não implica grande esforço e que depende apenas de uma pequena coisa, aparentemente insignificante: a força de vontade!
Quanto mais os ouço clamar a felicidade porque seguiram o seu coração, coadjuvados pela sua enorme força de vontade, quanto mais os ouço apregoar que atingiram o nirvana, de que descobriram a forma de serem felizes todos os dias e vivem serenamente na sua perfeita vida, eu interrogo-me mais e mais sobre mim mesma...
Interrogo-me sobre as minhas próprias incapacidades, sobre a minha falta de domínio sobre essa coisa abstracta chamada força de vontade, que eu conheço bem, porque já a confrontei tantas a tantas vezes, nem sempre conseguindo dominá-la.
Interrogo-me porque é que os meus sonhos não são claros e muito menos precisos, e até mesmo se é suposto que eles sejam assim o sejam.
Interrogo-me sobre esta incapacidade de não conseguir enxergar o caminho por onde avançar, e interrogo-me se é por isso que me deixo estar queda e quieta, sem sair do lugar.
Interrogo-me sobre uma incapacidade adquirida de me sentir surda perante os propósitos do meu coração, e interrogo-me mesmo se sou eu que estou surda perante os seus desígnios ou se foi ele que hibernou e entrou em voto de silêncio, deixando de proferir as suas vontades.
Olho em minha volta e interrogo-me se esta gente tão esplendorosamente perfeita o é na verdade...
Começo a suspeitar que tudo isso não passa de uma trapaça tremenda e de uma enorme encenação. E que eu é que estou errada por ser tão transparente e tão espontaneamente materializar as minhas próprias dúvidas.
Mais ainda, interrogo-me sobre de onde veio esta tão grande necessidade de fazermos aquilo que nos faz felizes a toda a hora e a todo o minuto. De onde surgiu esta enorme necessidade de seguir frases feitas, que nos servem de inspiração... e fico abismada com a quantidade de clichés e tiradas carregadas de suprema sabedoria que existem sempre em tudo quanto é lugar, sempre a chamar-nos a atenção e por o dedo na "minha ferida"...
Será mesmo preciso aspirar à grandeza para sermos felizes?!
Creio que sempre soube a resposta a isto: não!
1 de abril de 2013
Folares de Páscoa
Qual ginásio, qual quê?!
Se quiserem treinar para enrijar os bíceps e os tríceps, experimentem amassar folares de Páscoa!
Tirando a saga que foi a amassadura, e a longa espera para que a massa crescesse mais do que um mílimetro, que não cresceu, fiquei feliz quando os vi a crescer dentro do forno e principalmente quando lhes meti o dente!
Ficaram deliciosos e os meus pais não os teriam feito melhor!
E por mais que tenha ficado toda desgraçada de braços e mãos, tenho cá na ideia, que no próximo ano me vou aventurar de novo, porque já me esqueci das dores musculares e nas articulações...
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