28 de fevereiro de 2011

O que faz o vício do chocolate...

tirada da net

Estava a ler o post da JS aqui, e veio-me à memória um episódio caricato da minha vida, que ilustra bem o quanto eu sou maluca por açucar e mais propriamente por chocolates...

Era eu estudante em Coimbra, quando uma noite de Janeiro, daquelas em que o frio aperta tanto mas tanto, que não há aquecedores que nos valham... por volta das 11h30 da noite, já refastelada de pijama debaixo duma manta bem grossa, sou terrivelmente acometida por uma urgente vontade de comer chocolate!!
E eu sem nada disso em casa... nem bolachas, nem sequer um mísero rebuçado que ajudasse a atenuar a coisa...
Então tive uma luta mental de cerca de 15 minutos, que foi algo parecido com isto:
- Vou ou não vestir-me e sair deste quentinho tão bom para ir ao café lá de baixo para comprar chocolate??!!
- É melhor não, está tanto frio.... e ainda ir despir o pijama...
- Ai mas apetece-me tanto mas tanto...
- Mas estás maluca??!! Agora quer sair do quentinho só para comer um chocolatinho??!!
- Oh pá, mas a vontade é tanta, tanta... e é melhor despachares-te, porque o café fecha à meia noite e já só faltam 15 minutos...

E basicamente foi isto que me decidiu... e então, saí estoicamente do quente agasalho e vesti uns jeans por cima mesmo do pijama e desci 5 andares só para ir comprar um Kit Kat...

Acho que isto resume o quanto eu sou "chocodependente"...

P.S. - A minha nutricionista, um dia em desespero de causa, passou-me uma dieta que consistia unica e exclusivamente em comer chocolates, bolachas, bolos com creme, sobremesas deliciosas e afins!!

25 de fevereiro de 2011

Quando se põe a feminilidade de lado...

tirada da net
Foi o que acabei por fazer, devido à minha profissão.
O mundo das obras não se coaduna com certos "dress codes" adequados a mulheres, onde vogam as pulseiras, os berloques, os fios e colares compridos, a maquilhagem, etc.
As saias podem não ser interditas, mas dariam margem para muito olhar descarado, algum espaço de manobra para piropos e assobios e; tendo em conta que o meu objectivo é prevenir acidentes, talvez se viesse trabalhar de mini-saia a coisa podia não ser conseguida a 100%...
Portanto, ir a uma loja comprar vestidos, saias e sapatos de salto alto deixou de fazer parte do meu roteiro habitual de compras, porque seria um investimento que teria pouco retorno, tendo em conta que para vir trabalhar escolhi um look discreto, casual e prático de calças de ganga, pullover's e camisas, de preferência sem grandes penduricalhos ou berloques que se possam prender numa ou outra armadura de ferro e deixar-me literalmente atracada à estrutura da obra...
Também não adiantaria muito vir um tanto ou quanto espampanante, porque o efeito seria claramente relativizado pelo uso obrigatório de colete reflector...
Por essas e por outras, acabei por em muitas ocasiões ter pena de não poder calçar a minha sandália fresquinha no verão, por muito fashion que fosse e nem andar de pernocas ao léu com uma saia cuja altura fosse mais ousada...
E como tal, durante os últimos anos, posso afirmar que não me senti minimamente escrava da moda... mas senti-me escassamente feminina... em certos dias, tive a sensação de ser uma "maria-rapaz"!
No entanto, e correndo o risco de usar um tremendo cliché, agora que vou mudar um pouco de ramo de actividade e onde posso "espraiar-me" mais no que toca a vestimentas, olho para o meu guarda-roupa e por mais que tente, apercebo-me de que não tenho nada de jeito para vestir... (cá está o dito cliché...)
Mas como gosto de ver as coisas pela positiva, concluo que esta será uma excelente oportunidade para renovar o meu guarda-roupa "cinzento e monocórdico", variar um pouco mais e agora sim, começar a investir em roupa que mostra que sou feminina qb!
E ainda vendo isto pela positiva: se tivesse investido em vestidos e saias e sapatos, por mais que agora os fosse usar, poderiam estar claramente demodé...
Só espero agora é não ir de um extremo ao outro, em que o que vestia não interessava se estava na moda; para agora ter que me dedicar a variar consoante as novas tendências vão mudando...

Porque a vida é feita de mudança

Decidi mudar o look aqui do espacinho!

Estava a achar a coisa muito dark e eu estou numa de vida colorida!

Até ver ficamos neste registo!

17 de fevereiro de 2011

Geração (à) Rasca

Ora eu que sempre me vi incluída na dita "Geração Rasca", concluí ontem, depois de ter visto a reportagem da SIC, que também integro a chamada Geração à Rasca... ou melhor, já a integrei, durante 3 largos anos.

Fiquei um pouco a tentar entender se este fenómeno da geração à rasca só começou há pouco tempo ou se só agora acordaram para isso...
A minha dúvida baseia-se no facto de que eu, quando saí da faculdade em Janeiro de 2001, licenciadinha de fresco, cheia da ilusões e pronta para engrossar a população activa de peito aberto e cabeça erguida, também me debati com a dificuldade em arranjar trabalho, assim como muitos outros dos meus anos e de anos anteriores.
E sim, senti a desilusão e a frustração de viver num país com um baixo índice de pessoas licenciadas e como tal qualificadas, mas cujo mercado de trabalho não tinha lugar para pessoas com as habilitações... e sim, andei 3 anos aos tombos, a tentar encontrar trabalho válido, pago e estável. E sim, também trabalhei uns tempos as recibos verdes e sim; também estive 8 meses no desemprego sem receber qualquer tipo de subsídio, e sim! Só saí de casa dos meus pais aos 27 anos e só fui mãe aos 30, porque antes de os completar não tinha estabilidade economico-financeira para tal tarefa!!

Ora, se eu em 2001, tal como tantos outros licenciados, já ouvia tiradas nas entrevistas de "você não tem experiência profissional para ocupar a vaga" ou "tem habilitações a mais" ou "não vamos investir em formação consigo, porque você vai sempre tentar procurar outro trabalho melhor", isso significa que a geração da qual faço parte já está à rasca vai para 10 ou 15 anos... fiquei espantada quando vi a preocupação da comunicação social com este fenómeno social...
Então a malta só agora abriu os olhos e percebeu que a massa qualificada está quase toda, invariavelmente no desemprego, ou num emprego altamente precário!!??

Mas ainda fiquei mais abismada com as declarações dum sr. que foi entrevistado em representação do Técnico de Lisboa, em que afirmava com grande convicção que há uma grande empregabilidade para os engenheiros e arquitectos... é que eu trabalho no sector da construção e "chovem" engenheiros que aceitam trabalhar por 600 euros ou pouco mais, sem falar dos arquitectos que fazem estágios de 4 ou 5 anos a receberem cerca de 400 ou 500 euros (os que chegam a receber...?!).
E sem falar do valor do diploma do Técnico... pensava que o que valia era o que se aprendia no curso durante 4 ou 5 anos (ou serão agora só 3???). E que a elevada empregabilidade do Técnico se deve a mais de 100 anos de saber acumulado... então nem quero imaginar o valor dum diploma da Faculdade de Eng.ª da Universidade de Coimbra, que conta com mais de 400 anos de saber acumulado...

E sim, trabalho no sector da construção, mas não sou nem engenheira nem arquitecta, e não, nunca nos meus anos de estudante pensei por momentos que não iria trabalhar no Corpo Diplomatico do MNE, mas sim em diversas obras... porque já dizia um professor meu de mestrado (o qual abandonei, porque já me "chegavam" de habilitações a mais...) que as únicas pessoas que ainda tinham ilusões eram os jovens universitários...!!

Para me poder integrar no mercado de trabalho tive que arregaçar mais umas mangas e requalificar-me profissionalmente, e fazer um curso de especialização.
Actualmente e antecipando a crise que vai no sector da construção, já fui fazer outra especialização, não vá o Diabo tecê-las e eu ter que me requalificar profissionalmente de novo e mudar de ramo, antes que vá novamente engrossar as filas do centro de emprego e ajudar a aumentar a taxa de desemprego nacional, já que resido na região onde a taxa é mais elevada...

15 de fevereiro de 2011

Anunciozinho irritante

É o que me apraz dizer da campanha publicitária do Pingo Doce!!!!

E sem falar no facto de que aquilo passa na rádio e na televisão cerca de 1 vez por minuto, o que a meu ver, deve violar aindas umas quantas leis da concorrência (leal)!
Além da guerrinha dos hipermercados já aborrecer até o mais paciente dos mortais, conseguiram inventar um jingle estúpido, com uma melodia extremamente enervante, que ainda não me chega a provocar uma urticária, mas pouco deverá faltar...

Ora se a musiquinha é a coisa mais irritante que me lembro de terem inventado na televisão nacional, mais irritante se torna, se tudo quanto é rádio e canal de comunicação social o fizerem passar 50 vezes num intervalo de 10 minutos!

Dada a aversão monstruosa que ganhei ao dito anúncio, o meu indicador já se torna um "Speedy Gonzalez" a carregar noutro botão do comando da tv ou da consola do rádio do carro, para simplesmente bloquear a existência daquele jingle da treta no meu cérebro, que entra em estado de agressividade passivo-agressiva-maníaca! Até o ouvido já reconhece os suaves primeiros acordes e transmite a necessidade de carregar noutro botão ao dedo indicador com uma rapidez tão grande, apenas comparável à de um relâmpago a faiscar pelos ares!

Por isso, deixo aqui um desafio aos srs. da rádio e da televisão: façam um estudo de descida de audiências, no preciso momento em que o anúncio é transmitido e pode ser que tenham uma surpresa (desagradável), porque estou convicta, que como eu, devem existir muitos mais ouvintes já azucrinados com dita lenga-lenga!!! E que tal como eu, têm a mesma reacção física e mudam de posto!!

14 de fevereiro de 2011

Albertina, minha heroína!!

A Albertina é minha tia e foi quem eu tive o prazer de escolher para ser minha madrinha! Se bem que às vezes me esqueço disso... porque ela é e sempre será a minha tia, mas principalmente a minha ídola, a minha heroína, o exemplo de força e determinação aliada à praticalidade encarnada em pessoa, que eu sempre almejei ser!
A Albertina é a única tia que me resta, irmã mais velha do meu pai, tem 78 anos e como se costuma dizer, está rija e forte e aí para as curvas!
Eu e a minha prima M. (neta dela) costumamos dizer que queremos chegar à idade da Albertina com a mesma genica, espírito prático e lucidez que ela apresenta!
É uma mulher que não se detém a nada, tão directa que às vezes até nos choca... mas se ela não fosse assim não seria a Albertina!
Sempre foi muito trabalhadora e com a reforma não ficou parada, nem por sombras! Inscreveu-se num grupo de marchas e à conta disso, já percorreu todos os recantos e mais alguns desta região algarvia. Um dia caí na asneira de lhe perguntar quantas terras já conhecia e ela começou a sua lista, longa e enorme, enumerando até mesmo aquelas terras onde esteve por mais do que uma vez. Acabei por concluir que teria sido mais fácil perguntar-lhe aquelas em que ela não tinha ainda posto o pé...
Não é mãos largas, mas não é forreta, ao contrário do seu irmão, meu pai... É poupada qb e quando precisa de gastar para melhorar o seu grau de conforto, nem pestaneja!
Ela consegue mostrar-nos sempre uma outra perspectiva, mais prática, para tudo!
Lembro-me de uma vez ter ido visitá-la num dia em que sentia a opressão do desemprego, o estado deprimente de não me sentir útil à sociedade e de não ter meios para me poder sustentar e por isso, andava num quase-estado de "carpideira". E ao iniciar os meus desabafos, ela que se tinha sentado à janela, fazendo a sua incessante "renda", diz-me: "pois, a vida é díficil... lembro-me quando morava no Cerro das Pedras e o teu primo só tinha um fatinho de domingo. Ia uma vez por mês à vila comprar algumas poucas coisinhas para casa, sabão, açucar, porque tínhamos pouco dinheiro. Não havia dinheiro para comprar sapatos, e o que tínhamos era para o bilhete da camioneta e algumas coisas que pudéssemos comprar!". E eu senti-me tão "estúpida", porque vivia com bem mais do que ela viveu quase toda a sua vida... lembro-me bem do meu pai comentar que por vezes o jantar que tinham eram "batatas de caldo"...
Outra pérola da Albertina foi uma vez que lhe estava a dizer que me tinha inscrito em aulas de ioga, e quando lhe tentava explicar, ela responde muito rápida e ladina: "não precisas explicar o que é, porque eu ando nas aulas de Tai-Chi" e eu fiquei boquiaberta sem resposta!
Mas o melhor exemplo de força que tenho dela foi a forma como ela encarou a morte do marido, com quem partilhou a vida durante mais de 50 anos. Chorou a sua perda, sim senhora, mas fê-lo à sua maneira. Assim que o funeral terminou, juntou os dois filhos, a nora e o genro e convocou-os para uma reunião, para discutirem a partilha dos bens. No mês seguinte, deu a volta à casa toda, deu o que entendeu que já não precisava e atirou para o lixo tudo o que já não prestava! E passados 15 dias, quando o meu pai lhe ligou para saber como estaria ela a recuperar, perguntou-lhe: "diz lá o que queres?!", ao que o meu pai respondeu: "era para saber como estás" e ela remata: "olha, eu estou bem! E não precisas de andar sempre a ligar para cá, que eu estou bem!"
Por tudo isto e muito mais, a Albertina é a minha heroína. Gostava de ser assim como ela, prática, directa, determinada!
Mas sou infinitamente sortuda por tê-la conhecido e é com orgulho que digo que somos da mesma família!

8 de fevereiro de 2011

Se arrependimento matasse...

tirada da net

Eu já teria quinado há que séculos...!
Quando era miúda, a minha mãe tentou frustradamente e em vão ensinar-me toda a sua sabedoria de artes manuais, como lhe costumo chamar.
Ela que era mestra em costura, em bordados e crochet, tentou transmitir-me todo o seu saber, mas eu era demasiado impaciente e impulsiva e como não atinava com aquilo logo à primeira e além disso, achava na minha jovem e rebelde mente, que aquilo nunca me iria servir para nada na vida e como tal, não via qualquer interesse em levar horas a fazer e ensaiar o ponto corrido ou outro qualquer que agora não me lembro...fazer sempre o mesmo ponto era uma seca! E eu, que já nessa altura, mostrava laivos de perfeccionismo, irritava-me rapidamente com o facto de não saber fazer a linha do ponto certinha que nem uma régua...
O crochet ainda me seduziu, porque achava lindos os sapatinhos e os chapéuzinhos e as alcofinhas com flores coloridas que ela sabia fazer e vendia ocasionalmente para algumas lojas de artesanato portimonenses. Eram lindos que só vendo e faziam as delícias dos estrangeiros que nos visitavam!
Mas passados tantos anos, acho que já nem os pontos de crochet ainda sei fazer e presumo que em vez de rendas, o que saíria seria uma manta de retalhos a imitar o crochet...
Quanto ao tricot... bem, isso foi o maior cavalo de batalha que ela teve e acabou por desistir peremptoriamente, quando eu tinha 8 anos! Ainda voltei a insistir anos mais tarde, mas ela foi incisiva e recusou, porque as tentativas foram tantas e sempre falhadas... eu irritava-me porque não conseguia passar a malha de uma agulha para a outra e chegava a ter acessos de fúria, porque me sentia uma incapaz...
No entanto, sempre me dei bem nos trabalhos manuais e tudo o que faço com as minhas mãos saem sempre bem!
Mas o facto reside... não sei costurar, nem talhar roupa como a minha mãe sabia, não sei fazer tricot, bordar nem sequer tentei... e o crochet já está refundido nas memórias recônditas do meu cérebro.
O que é uma pena... porque até tenho uma velhinha Singer, que era da minha avó Alzira (essa então era mestra do bordado) e que a minha mãe usava e cujo pedalar inconfundivel chegou a embalar-me para dormir! Ainda hoje, olho para a máquina, religiosamente guardada e que ainda funciona bastante bem, tirando só algumas vezes que encrava a linha...
E como me lembro dos pedacinhos de sabão que a minha mãe usava para marcar os tecidos...
Por isso, e anos tão tarde, arrependo-me!!! Arrependo-me porque penso em como podia fazer alguma roupa para mim, e tenho tantas ideias giras!! E coisas para o meu filhote...
E ainda me arrependo mais quando vejo coisas lindas feitas com tecidos como estas ou estas e estas!!!
Por isso, das duas uma: ou aprendo através de manuais tirados da internet ou então vou tirar um curso de formação, para aprender aquilo que já podia saber e praticar há anos e que me teria sido ensinado com amor!...


4 de fevereiro de 2011

A ponte é uma passagem...


(a foto é da autoria do meu mais que tudo!)

Para a outra margem! Já dizia a cantiga...

No outro dia, ainda ensonada, logo de manhã, a caminho do trabalho, contemplei a paisagem do rio que banha a cidade onde nasci e dei-me conta de que todos os dias tenho que atravessar uma ponte para chegar ao meu local de trabalho.
Todos os dias passo debaixo dos tirantes da ponte e que se tornaram parte do meu quotidiano e tomei consciência de que sem aquela ponte ir para o trabalho seria concerteza um stress muito maior, porque a outra ponte alternativa é bastante estreita...

Todos os dias, enquanto faço a travessia da ponte, contemplo as aves que se banham no rio, calmas e pacíficas, ondulando ao ritmo das ondinhas da água do rio. E quando chegam os flamingos, as cegonhas e as garças-reais, o cenário torna-se ainda mais belo!

E sinceramente, para mim, não há imagem mais confortante do que contemplar o espelho de água e ver quase reflectida a cidade que me viu nascer, enquanto atravesso a ponte...

2 de fevereiro de 2011

O Vitinho já é crescidinho

tirada da net
O Vitinho completa hoje 25 anos!

E se eu bem me lembro do Vitinho, quando ele apareceu!!!...
Tinha eu apenas 7 aninhos e fiquei encantada com tudo aquilo, com a reguilice dele!
E como reguila que eu também era, nunca ia para a cama às 9h ou 9h30 da noite. Isso era muito cedo... acho que não me lembro nunca de me ter deitado a essa hora.
E hoje obviamente revi a música e fiquei mesmo nostálgica, porque já tenho um filhote e é ele que tem que ir dormir com o "Vitinho", apesar de já não passar na televisão...
E fiquei ainda mais nostálgica porque acho que nos meus tempos de infância havia coisas na televisão tão giras, tão educativas e que me marcaram sobremaneira.
(Aliás, a julgar pela quantidade de "cromos" da Caderneta do Nuno Markl com os quais me identifico, e com os quais dou por mim a rir a bandeiras despregadas no carro, enquanto vou de manhã para o trabalho e a abanar a cabeça em sinal de assentimento e até exclamo sozinha: "ih pois era...!" - enquanto as pessoas que vão na estrada ao meu lado olham para mim a pensar que eu devo ter uma pancada severa de loucura...)
E actualmente olho para o panorama televisivo e sinto que há um certo "desprovimento" de coisas engraçadas. Há dias pensava como seria com o meu pequeno filho, se um dia algum Nuno Markl vai fazer uma rubrica no rádio ou na televisão a versar sobre coisas da época da sua infância e adolescência.
E sem dúvida nenhuma que o Vitinho é uma coisa que marcou a minha geração, e que certamente que nos iremos sempre recordar dele com ternura e saudosismo!!
Por isso, Vitinho, parabéns e obrigado por todas as noites tentares mandar-me para a caminha dormir!!