23 de agosto de 2013
21 de agosto de 2013
"Debaixo de algum céu"
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| tirado da net |
Gostei bastante desta história do Nuno Camarneiro.
Sem ser um livro excepcional, tem todo o mérito, pois há certos momentos da história que me conseguiram perturbar verdadeiramente e fizeram acelerar o meu coração ou enchê-lo de compreensão, tristeza, alegria, sorrisos. Só por isso valeu bem a pena!
"O medo nasce em qualquer lugar, como erva daninha por dentro. O medo suporta tudo e cresce no escuro até ser adulto, até ser do tamanho de um homem, e de lhe tomar o corpo e pensar por ele."
"O problema é desenhar a vida em forma de montanha, dar um cume à vida e querer atingi-lo como se o seu sentido dependesse desse acto. O sentido da vida, a existir, há-de ser como o sentido de uma montanha, e não muda por lhe chegarmos ao topo ou nos perdermos pelas encostas. Penso assim porque fiquei a meio, pior ainda, porque fiquei a escassos metros do topo. Mas o problema de atingir um objectivo é decidir o que fazer depois de o atingir, e em nada é diferente a minha situação por não o ter atingido."
20 de agosto de 2013
19 de agosto de 2013
A Gaiola Dourada
Um dos melhores filmes que vi em anos!
Absolutamente soberbo!
Mais do que um retrato dos emigrantes portugueses em França, é um retrato tão fiel da nossa cultura, da nossa mentalidade, do nosso povo!
Se não viram ainda, a sério, não percam!!!
15 de agosto de 2013
13 de agosto de 2013
Observações casuais
No passado domingo fomos todos à praia.
Estava uma tarde maravilhosa, a água um caldinho e a maré até fazia uma piscina natural que fez as delícias do Falipe.
A determinada altura, chegaram duas moças novas, uma delas trazia o seu filho pequeno, que teria uns dois anos e meio. Com elas traziam também um cão de porte médio.
Como é quase forçoso, foram pespegar-se praticamente em cima de nós... o que foi frustrante para nós, que fizemos um esforço para não o fazer em relação a quem já estava na praia e tentámos ficar em "terreno neutro".
Estas duas moças trouxeram uma bola de ténis que arremessaram uma vez e outra e outra ao seu cão, o que significa que muitas vezes, este nos fazia umas valentes razias na sua ânsia de apanhar a bola de ténis, salpicando água e areia à passagem em sucessivos sprints pelo meio das pessoas que estavam a caminhar ou simplesmente sentadas à beira-mar.
Comecei a sentir-me profundamente incomodada com a situação, porque em duas ocasiões o cão quase derrubava o Falipe.
A determinada altura, apercebi-me que o rapazinho andava a brincar sozinho, sem que a mãe sequer se desse conta disso... a criança percorreu alguns metros e deteve-se a falar com estranhos, dois chapéus de sol mais à frente.
Enquanto isso, a mãe permanecia de costas para ele, atenta ao cão e concentrada em continuar a atirar a bola e a garantir que ele a trazia à sua mão.
Nas duas horas e meia que aquelas duas moças estiveram na praia, brincaram quase exclusivamente com o cão e praticamente nada com o menino. Naquele período de tempo, pouca ou nenhuma atenção foi dada àquele rapazinho que só queria alguém para brincar, enquanto a mãe estava ocupada a brincar com o cão...
Enquanto ela arremessava a bola, de costas viradas ao seu filho, o menino procurava nas redondezas quem quisesse brincar com ele...
12 de agosto de 2013
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